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sábado, 22 de abril de 2017

Putin se reúne com secretário de Estado americano no Kremlin


Em rota de colisão por causa da Síria, o presidente russo, Vladimir Putin, está reunido nesta sexta-feira com o secretário de Estado americano, Rex Tillerson, anunciou o porta-voz do Kremlin. O encontro acontece após Putin declarar que a relação entre os países havia se deteriorado desde a chegada do presidente Donald Trump à Casa Branca — a temperatura elevou depois que os Estados Unidos bombardearam uma base aérea síria, em retaliação ao que Washington e aliados dizem ter sido um ataque químico realizado pelas forças de Bashar al-Assad.
“O presidente recebe no Kremlin o secretário de Estado americano, (Rex) Tillerson, e o ministro das Relações Exteriores, (Sergei) Lavrov”, declarou o porta-voz Dmitri Peskov.
Antes do encontro, que não estava programado na visita de Tillerson, o secretário de Estado americano se reuniu com Lavrov para debater, entre outros temas, a escalada da guerra na síria.
Em uma reunião tensa, Lavrov disse a Tillerson que a Rússia tem muitas perguntas sobre as ideias “muito ambíguas” e “contraditórias” vindas dos Estados Unidos. Ele destacou que é importante para Moscou entender as intenções reais do governo Trump.
O bombardeio americano contra a base aérea síria lançou dúvidas sobre a estratégia dos EUA, e se Trump assumiria um papel mais ativo na guerra. O presidente, porém, negou em entrevista à Fox que tenha planos de entrar na Síria.
Já Tillerson, durante o encontro com Lavrov, ressaltou que quer entender as diferenças entre os EUA e a Rússia. E disse que ambos os países concordaram que as suas linhas de comunicação devem permanecer abertas.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Força Tarefa Russa mata 2 suspeitos de preparar atentado terrorista na Rússia


Dois homens oriundos da Ásia Central, suspeitos de preparar atentados em território russo, foram abatidos em Vladimir, uma localidade turística a 200 quilómetros a leste de Moscovo, revelou esta quarta-feira o FSB, serviço herdeiro do soviético KGB.
“Os agentes do FSB eliminaram, durante uma tentativa de detenção à qual resistiram, dois naturais da Ásia Central nascidos em 1987 e 1991”, avançaram em comunicado os denominados serviços especiais russos.
Foram encontrados explosivos, munições, um fuzil automático AK-47 e uma pistola no local visado pelas forças de segurança. Um vídeo difundido pelo próprio FSB mostra os corpos dos dois suspeitos num quarto. Um deles estava aparentemente armado com uma Kalacnhikov.
O FSB não esclarece se esta operação em Vladimir está ou não associada ao atentado de 3 de abril no metro de São Petersburgo, que provocou 14 mortos e cujo autor, um quirguiz com nacionalidade russa, morreu na explosão.
Os meios de comunicação social da Rússia adiantam, ainda assim, que um dos presumíveis cérebros do ataque do início de abril, Abror Azimov, sob custódia das autoridades russas, residia precisamente em Vladimir. Detido na segunda-feira, nos arredores de Moscovo, Azimov admitiu o envolvimento na preparação do atentado, mas negou ser o principal mentor.
Os serviços de segurança russos têm multiplicado, nos últimos anos, operações de contraterrorismo no Cáucaso, perseguindo organizações tidas como extremistas islâmicas. Tais ações são menos comuns nas porções ditas “europeias” do território do país de Vladimir Putin.
Em outubro do ano passado, durante uma operação policial de rotina em Nijni Novgorod, antiga Gorky, as autoridades russas abateram duas pessoas que estariam na posse de explosivos. O autoproclamado Estado Islâmico afirmaria posteriormente que um dos suspeitos integrava as suas fileiras.
A Ação da força tarefa foi parabenizada pelo presidente russo, Vladimir Putin
Fonte: RTP Notícias

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Trump fala que relações com a Rússia estão em “ponto baixo”


Trump destacou que ele quer "se dar bem com todo o mundo", mas disse que é preciso considerar que atualmente o planeta "é um desastre"
Washington – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que as relações de seu país com a Rússia “podem estar em seu ponto mais baixo de todos os tempos”, e disse que “verá” como vai se desenvolver o diálogo com o presidente russo, Vladimir Putin.
“Agora mesmo não estamos nos dando bem com a Rússia em nada. Podemos estar em um dos pontos mais baixos de todos os tempos. Isto vem sendo construído em um longo período de tempo”, disse Trump em entrevista coletiva ao lado do secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, na Casa Branca.
O governante americano destacou que ele quer “se dar bem com todo o mundo”, mas disse que é preciso considerar que atualmente o planeta “é um desastre”, em alusão aos conflitos internacionais e às ameaças terroristas.
Perguntado pelos jornalistas sobre a Síria, Trump afirmou que gostaria de acreditar que a Rússia não sabia sobre o ataque químico ocorrido na semana passada no norte do país árabe, mas ressaltou que “é possível” que esse país tivesse conhecimento.
O governo de Trump atribuiu ao regime de Bashar al Assad a autoria do ataque, presumivelmente executado com gás sarin e que matou mais de 80 pessoas no norte do país.
Após dois dias de conversações infrutuosas nas Nações Unidas, Trump tomou a decisão unilateral de bombardear com 59 mísseis de cruzeiro a base aérea das forças sírias na cidade de Homs, de onde as autoridades americanas acreditam que foi lançado o ataque químico.
A decisão dos EUA foi duramente criticada pela Rússia, assunto sobre o qual precisamente hoje ambos países tentaram aparar arestas durante um encontro entre Putin e o secretário de Estado americano, Rex Tillerson.

domingo, 9 de abril de 2017

Rússia e Irã firmam união por Assad após ataque de Trump


Os chefes das estruturas militares russa e iraniana falaram este sábado ao telefone sobre o bombardeamento norte-americano contra uma base aérea das forças de Bashar al-Assad na Síria, prometendo “continuar o combate” aos “terroristas”. E voltaram a acusar a Administração Trump de ter ordenado “uma agressão contra um país independente”.
Os generais Mohammad Bagheri, chefe das Forças
Armadas do Irão, e Valery Gerasimov, responsável pela máquina de guerra russa, “condenaram a operação americana contra uma base aérea síria”, que avaliaram como “uma agressão contra um país independente”, resumiu nas últimas horas a agência estatal iraniana Irna.
O ataque desencadeado pelo dispositivo naval dos Estados Unidos, consideraram os dois generais, veio “retardar as vitórias do exército sírio e dos seus aliados e reforçar os grupos terroristas”.
Perante a aparente inflexão de estratégia da nova Administração norte-americana, que até há pouco tempo deixara de encarar o derrube do regime de Assad como uma prioridade, as forças militares russas e iranianas declaram-se dispostas a reforçar a cooperação bilateral em apoio do Presidente sírio: “Até à derrota total dos terroristas e daqueles que os apoiam”.
Pouco antes desta conversa telefónica, também o Presidente iraniano criticara Donald Trump.
“Esse senhor que tomou o poder nos Estados Unidos pretendia querer combater o terrorismo, mas hoje todos os grupos terroristas na Síria fizeram a festa depois do ataque americano”, falou Hassan Rohani.
Fonte: RTP News

sábado, 25 de março de 2017

Marine Le Pen visita Vladimir Putin na Rússia

Presidente russo, Vladimir Putin e a Marine Le Pen 

O encontro foi feito ontem, dia 24/03/2017, com o atual presidente russo e a figura da 'extrema-direita francesa' e também futura candidata e a presidente da França, Marine Le Pen. É algo muito importante para geopolítica, atualmente a França está ao lado dos EUA, e suas políticas imperialistas no Oriente, já a Rússia está ao lado Oriental, apoiando Assad, Le Pen apoia Assad e se caso seja eleita como presidente da França já demostra simpatia com a Rússia e seus valores.
Le Pen divulgou o encontro em seu Facebook, com as seguintes palavras: "Com o presidente russo, Vladimir Putin, temos evocado longamente a situação internacional e o terrorismo. Também temos trocado sobre o destino dos cristãos do oriente, ameaçados diariamente pelos fundamentalistas islâmicos. "

Mais fotos do Encontro: 


quinta-feira, 16 de março de 2017

Depois da Síria, a Líbia? Rússia planeja engajar na guerra da Líbia


Tanto no ponto de vista político como militar, a Rússia reforça seu engajamento na Líbia. Princípio declarado de Putin é colaborar com regimes fortes - como o de Assad na Síria -, por mais inescrupulosos que sejam.O desmentido veio rápido, depois de a agência de notícias Reuters ter noticiado a presença de 22 militares da Rússia numa base no Egito, perto da fronteira com a Líbia. "Não há forças especiais russas em Sidi Barrani, no Egito", declarou o Ministério da Defesa em Moscou.
A resposta do porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, foi semelhante: ele disse não ter "quaisquer informações" sobre tropas de seu país que tenham sido mobilizadas para o país árabe. A notícia original fora também confirmada por militares dos Estados Unidos.
Contudo, é inquestionável que o engajamento de Moscou na Líbia tem se reforçado nas últimas semanas. Por exemplo, dezenas de funcionários armados de uma empresa de segurança russa estiveram, até o fim de fevereiro, em territórios controlados por tropas do general líbio Khalifa Haftar.
Segundo o jornal Arab News, o proprietário da empresa de segurança confirmou a presença de soldados russos, mas se negou a revelar quem contratara seus funcionários e onde estes operavam.
Haftar combate os rebeldes jihadistas por conta própria e sem qualquer legitimação democrática, sobretudo os da milícia terrorista do "Estado Islâmico" (EI). Sabe-se que, na primeira metade de janeiro, ele visitou o porta-aviões russo Almirante Kusnetsov, que retornava das águas costeiras da Líbia para a Rússia. De lá, o general teria também realizado uma videoconferência com o ministro russo da Defesa, Serguei Shoigu.
Em meados de março, o consultor de Haftar, Abdelbasset Al-Basdi, encontrou-se em Moscou com o vice-ministro russo da Defesa, Mikhail Bogdanov. Segundo o ministério em Moscou, ambos teriam "concordado sobre a necessidade de iniciar um diálogo coletivo, do qual participem representantes de todos os grupos, tanto políticos como tribais".
Sem Assad, nada
Já no terceiro trimestre de 2016, num esboço estratégico da política externa russa, Moscou afirmava a intenção de seguir contribuindo para a estabilidade na região do Oriente Médio e Norte da África, dirigindo o foco "à superação político-diplomática de conflitos". Paralelamente, o documento sugeria uma estratégia bem diversa em outras regiões do planeta. "Hoje, dado o significativo aumento da dependência recíproca entre povos e Estados, as tentativas de promover segurança e estabilidade num território estrangeiro não têm qualquer futuro."
O engajamento na Síria, do lado do presidente Bashar al-Assad, mostra que consequências a Rússia tira dessa abordagem. O país tem uma concepção bem concreta do futuro direcionamento político da Síria. No entanto só ao lado de um parceiro é possível seguir essa estratégia: Assad. A ele somam-se outros aliados, em especial o Irã e o Hisbolá, que é comandado por Teerã. Aqui não se trata necessariamente de alianças duradouras. O esboço estratégico sugere, antes, coalizões de conveniência, delimitadas temporalmente, que também podem se desfazer assim que se alcancem as metas estipuladas.
"Colaborar com os fortes, por mais inescrupulosos que sejam"
Com esse posicionamento, Moscou está igualmente tirando uma lição da invasão do Iraque pelos Estados Unidos, em 2003. O governo do presidente George W. Bush a iniciou sem antes procurar um parceiro político in loco que o pudesse respaldar na futura reordenação do país. A fase pós-guerra transcorreu consequentemente caótica, e os efeitos das intervenções se fazem sentir até hoje.
O Kremlin vê com olhos igualmente críticos a política para o Oriente Médio do governo do presidente Barack Obama. Segundo Leonid Slutsky, presidente da comissão do Parlamento russo para assuntos externos, ela foi fracassada, "a impotência e a ausência de resultados são patentes".
Tudo indica que os russos pretendem ter aprendido com tais erros. Estados estrangeiros devem colaborar com regimes fortes, por mais inescrupulosos que estes sejam, teria declarado o presidente Vladimir Putin ao apresentar o esboço estratégico. De outro modo, o mundo presenciará "a destruição dos sistemas estatais e a ascensão do terrorismo".
Como na URSS
Ao mesmo tempo, contudo, após a queda da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. a Rússia também almeja se reafirmar como potência mundial. E nesse ponto vem alcançando êxito: segundo a revista americana Newsweek, nos últimos dois anos Putin teve 25 encontros com líderes políticos de nações árabes - cinco vezes mais do que Obama.
Grande parte desse balanço se deve ao engajamento na Síria, onde os russos testaram sua nova estratégia, afirma a analista política Randa Slim, do Middle East Institute, de Washington. As consequências são óbvias: "Todo líder político vai dizer: 'Talvez esteja na hora de reavaliar nossas relações com a Rússia'."
Os sinais são de que a Rússia está apenas começando com sua nova política para o Oriente Médio. De um estudo do think tank Stratfor consta que a expansão em direção à Líbia seria "apenas um elemento da estratégia muito mais ampla da Rússia de reforçar suas atividades no Mar Mediterrâneo meridional, criando uma zona de influência como nos tempos soviéticos".



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Investigador da Euro-Atlântica debocha de brasileiro preso na Ucrânia

O investigador da Euro-Atlântica(na Ucrânia) Anton Shekhovtsov, fez hoje uma publicação em seu facebook debochando da situação do brasileiro Rafael Lusvarghi, preso em outubro de 2016, na Ucrânia por lutar junto aos grupos pró-russos no leste da Ucrânia contra o exército ucraniano e milícias financiadas pelo governo ucraniano. 


Anton Shekhovtsov postou ''Parece que as prisões ucranianas podem realmente ter um efeito 'positivo sobre as pessoas', pelo menos no caso de cripto-fascista brasileiro Rafael Lusvarghi.

Na esquerda: Lusvarghi lutando contra ucranianos no lado Ocupado-russo no leste da Ucrânia. Na Direita: Lusvarghi em uma prisão ucraniana.'' 

   


O ex-combatente brasileiro no leste da Ucrânia, Rafael Lusvarghi, foi condenado a treze anos de prisão e confisco de propriedade por ter lutado ao lado das forças rebeldes do leste do país contra o exército ucraniano.
Formalmente, Rafael foi enquadrado nos artigos 258-3 e 260 do código criminal ucraniano; por participação em um grupo ou organização terrorista e participação em atividades ilegais em formação armada, respectivamente. Ele admitiu os crimes, e solicitou que fosse condenado à pena mínima.


sábado, 25 de fevereiro de 2017

Putin assina decreto que valida documentos emitidos pela República Popular de Donetsk

Presidente russo, Vladimir Putin 
O gabinete de imprensa do Kremlin divulgou uma declaração dizendo que Putin assinou um decreto que valida documentos de identidade, certidões de nascimento e placas de matrícula de veículos, entre outros documentos emitidos pela Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk, no leste da Ucrânia, o decreto permite agora que moradores locais possam residir em território russo.
Hoje o soldado pró-russo Zak Novak, falou com a Radio Sputnik sobre esta decisão:
"O reconhecimento de todos os documentos foi uma mensagem para o Ocidente, para a Ucrânia e todos estes que são agora nosso povo e temos todo o direito de defendê-los", disse Novak.
No entanto, o decreto não dá aos cidadãos que vivem em Donetsk, Lugansk e Donbass cidadania russa, eles são apenas dada uma oportunidade legal de atravessar para o território russo, se quiserem e isso dá às pessoas uma oportunidade de encontrar proteção na Rússia.
Em resposta a este decreto, Kiev reagiu com um decreto dizendo que isso é "uma violação do direito internacionais"
"Nós todos sabemos muito bem o que significa e é Poroshenko agora teme que a Rússia está aqui para nos proteger. Isso vai colocar pressão sobre a UE e Poroshenko para parar o bombardeio, parar o terrorismo, parar de matar nossos filhos e implementar o acordo de Minsk que todos vocês assinaram ", disse Novak.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse que "o decreto declarou claramente que isso foi feito por questões humanitárias ... até que os acordos de Minsk tenham sido cumpridos. O decreto presidencial validou identificações de residentes de Donbass para que eles pudessem entrar na Rússia legalmente e usar o transporte ferroviário russo e as transportadoras aéreas ", explicou.
Após a erupção da crise na Ucrânia em 2014, mais de um milhão de residentes Donbass pediu o estatuto de refugiado e abrigo temporário na Rússia. De acordo com o Serviço Federal de Migração da Rússia, mais de 1 milhão de pessoas fugiram para a Rússia após a eclosão da guerra civil na Ucrânia, dos quais cerca de 600.000 decidiram estabelecer-se lá permanentemente.
Kiev lançou uma operação militar especial no sudeste da Ucrânia em abril de 2014, depois que os moradores locais se recusaram a reconhecer as novas autoridades ucranianas, que chegaram ao poder como resultado de um golpe.
FONTE: SPUTNIK INTERNATIONAL

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Rússia exige que Israel prove transferência de armas russas ao Hezbollah


O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, pediu a Tel Aviv que apresente provas de que armas russas entregues à Síria chegaram ao Hezbollah, no Líbano, tal como afirma Israel.
"Temos que olhar para fatos concretos. Quando dizem (os nossos colegas de Israel) que as armas que a Rússia fornece à Síria caem nas mãos do Hezbollah no Líbano e que eles as vão usar para atacar Israel, nós sempre respondemos que somos categoricamente contra a violação das condições de nossos contratos", declarou o ministro do Exterior russo em uma entrevista para o canal NTV.
Ele explicou que esses contratos proíbem que o país destinatário entregue as armas a terceiras partes, por isso Moscou exige provas concretas.
Voltando ao assunto da Síria, Sergei Lavrov frisou que é muito importante que os EUA compreendam com quem e contra quem eles estão lutando.
"[…] Se para o presidente Donald Trump a maior prioridade no palco internacional é a luta contra o terrorismo, então é necessário reconhecer que, por exemplo, na Síria quem luta em primeiro lugar contra o Daesh é o exército sírio com apoio da Força Aeroespacial russa. Mas vários outros destacamentos, inclusive o Hezbollah apoiado pelo Irã, também participam desta luta", explicou Lavrov.
O chanceler russo sublinhou que sabe da deterioração de relações entre EUA e Irã depois da tomada de posse de Donald Trump. Entretanto, Lavrov acredita que ainda é muito cedo excluir o Irã da coalizão antiterrorista.
Se há suspeitas [de que o Irã apoia terroristas], vamos analisa-las, mas assim, sem provas, excluir simplesmente o Irã da coalizão antiterrorista não é pragmático", disse chanceler o russo.
Ele também informou que Irã, Turquia e Rússia acordaram os detalhes do monitoramento do regime de cessar-fogo na Síria, e que em breve vão ser implementados os mecanismos da regulação elaborados no âmbito da colaboração trilateral.
O chanceler russo assinalou que a Rússia está preparando mais um encontro entre o governo sírio e a oposição armada.
Fonte: Sputnik

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Novorossiya e Junta de Kiev devem cessar fogo em Setembro


"Pedimos aos dois grupos em conflito que declarem um completo cessar-fogo para o início do ano letivo", declarou Boris Gryzlov, representante russo nas negociações de Minsk, segundo veículos de imprensa locais.

Na mesma linha, a Ucrânia chamou os insurgentes a cessar as hostilidades ao longo da linha de separação nas regiões de Donetsk e Lugansk.
"Todas as crianças de Donetsk e Lugansk, independentemente de seu lugar de residência, devem ter direito à proteção e segurança. É preciso deixar de disparar a partir de 1º de setembro", disse Daria Olifer, porta-voz da delegação ucraniana.

Olifer estimou em 150 mil as crianças que irão às escolas e creches só na zona controlada pelas forças governamentais ucranianas.
"A parte ucraniana cumpre com os Acordos de Minsk e pede à Federação Russa e aos separatistas  da Novorossiya que não descumpram seus compromissos e deixem de disparar a partir dessa data", acrescentou.
Nas últimas semanas, dezenas de soldados e milicianos rebeldes morreram em combates entre ambos os lados, em sua maioria nos arredores de Donetsk, principal reduto rebelde.
Só na última semana morreram 11 insurgentes, segundo admitiram hoje nesta sexta-feira representantes da autoproclamada república popular de Donetsk, que computaram em três as baixas civis na região sob seu controle.
Há algumas semanas, o pró-Rússia Igor Plotnitski, líder separatista de Lugansk, ficou ferido em um atentado com bomba, no qual Kiev negou envolvimento.
À atual escalada tensão contribuiram, sem dúvida, as acusações do presidente russo, Vladimir Putin, de que Kiev preparava uma campanha de atentados terroristas na Crimeia, península ucraniana anexada por Moscou em março de 2014.
Em resposta, o líder ucraniano, Petro Poroshenko, pôs em "máxima alerta de combate" as tropas ucranianas na fronteira administrativa com a península e na linha de separação em Donetsk e Lugansk.
As negociações de paz estão estagnadas, entre outras coisas, pela falta de acordo sobre as eleições nas zonas controladas pelos separatistas, já que Kiev exige garantias de segurança e a presença de observadores internacionais.
Além disso, a Ucrânia reivindica o controle da fronteira entre as regiões de Donetsk e Lugansk e o território russo, enquanto Moscou pede a Kiev que aprove antes uma lei que outorgue um status especial às zonas separatistas.


terça-feira, 23 de agosto de 2016

Bombardeio russo é feito em homenagem ao russo morto na Síria

Russos prestando suas homenagens ao piloto russo Oleg, morto na Síria.  

  Um bombardeiro Su-34 foi batizado em homenagem ao tenente-coronel Oleg Peshkov, o piloto russo que foi morto por terroristas na Síria depois de seu avião ter sido abatido por um caça turco em novembro de 2015, informa a agência Novosti.
"Vejo isso como um sinal de respeito por um homem verdadeiro, um patriota que amou o seu país e cumpriu honestamente o seu dever como militar e cidadão" – disse o antigo comandante de Oleg Peshkov, coronel Yuri Gritsaenko, que pilotará o recém-batizado Su-34.

Dez caças Su-34 atacam forças terrestres e aeródromos.
Na quinta-feira, os militares entregaram um presente (arma de distinção) à viúva de Oleg Peshkov, bem como a Ordem da Dedicação, postumamente concedida ao piloto pelo governo sírio.
Em 24 de novembro passado, um bombardeiro Su-34 russo foi abatido por um caça turco F-16 quando realizava uma missão antiterrorista na Síria.
Ambos os pilotos conseguiram se salvar, mas o comandante do avião, Oleg Peshkov, foi morto a partir do solo por militantes terroristas quando descia de paraquedas.
O segundo piloto Konstantin Murakhtin sobreviveu à descida e mais tarde foi salvo por uma equipe de resgate.
Oleg Peshkov foi condecorado postumamente com a Estrela de Ouro de Herói da Federação Russa.

Fonte: Sputnik Brasil: http://br.sputniknews.com/russia/20160819/6084551/peshkov-su-34-heroi.html 

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

China pretende enviar 10.000 soldados para Síria

Exército chinês em treinamento

Dada a crescente ameaça terrorista, a China pretende endurecer a presença militar no conturbado Oriente Médio, com a implantação de 10.000 soldados na Síria ao lado das tropas de Bashar al-Assad e forças russas.

A questão do terrorismo marcou a agenda da cúpula de líderes da Organização de Cooperação de Xangai (SCO), compreendendo a Rússia, China, Cazaquistão, Tadjiquistão e Uzbequistão, realizada no final de junho, em Tashkent, a capital uzbeque.
” Especialistas chineses acreditam que a situação na Síria requer uma atenção especial dos Estados-membros da SCO, dada a grande ameaça representada pelo grupo terrorista EIIL (Daesh, em árabe) para a segurança do Paquistão, Afeganistão, China e Rússia , “informou o site web Southfront em um relatório publicado no domingo.
Nesta conjuntura, ” a liderança chinesa espera implantar a 10.000 soldados no Oriente Médio, enquanto aguarda a conclusão da construção da base chinesa em Djibuti , “disse o site.
No final de fevereiro, o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, coronel Wu Qian, anunciou o início da construção de infra-estrutura para uma base naval em Djibouti , o que seria o primeiro gigante asiático no exterior.
Esta base pode acomodar até aos 5.000 soldados chineses, que iria participar em operações em o Oriente Médio e Norte da África. Southfront estimou que se o Irã adere à SCO, China pode acessar bases logísticas adicionais na região.
Atualmente, Pequim implementou até 2.500 soldados nas missões de manutenção da paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Líbano, Sudão do Sul e Mali. “É claro que a China está se preparando para projetar seu poder militar na região”, disse a fonte.
Nos últimos anos, Pequim alinhou -se com Moscou e Teerã na crise síria, primeiro vetou as sanções da Organização das Nações Unidas (ONU) contra o presidente sírio, Bashar al-Assad, e mais tarde apoiando-o abertamente contra as operações de terrorismo junto com Rússia em solo sírio.


quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Assad: A coalizão anti-ISIS não quer que o Estado Islâmico acabe

Bashar al-Assad, presidente legítimo da Síria

A aliança de 60 países que declararam seus planos para derrotar o Estado Islâmica “não é séria” – disse o presidente sírio Bashar al-Assad a jornalistas russos. Vários daqueles países preferem manter por lá a força terrorista, para continuar a chantagear países da região – disse ele.
O volume de ataques aéreos feitos por estados membros da tal “coalizão anti-ISIS”, alguns dos quais são países “ricos e avançados”, não passa de dez raids por dia sobre territórios da Síria e do Iraque – disse Assad em entrevista publicada na 6ª-feira (27/3/2015).
A Força Aérea da Síria, que é muito pequena se comparada à tal “coalizão”, faz, num único dia, de cinco a dez vezes mais ataques aéreos contra o ISIS, que a “coalizão” que reúne forças armadas de 60 países – disse Assad.
Não faz sentido. Só mostra seriedade zero – disse o presidente sírio. – E mostra também que a “coalizão” não quer acabar completamente com o ISIS.
Não se vê nenhum esforço sério na luta contra o terrorismo. O que as forças sírias conseguem em campo num dia, é mais do que a tal “coalizão” de 60 países consegue em semanas! disse Assad. Que sentido haveria numa coalizão antiterrorismo, formada de países que, eles mesmos, financiam e apoiam terroristas?!
O Presidente da Síria também alertou que a decisão de mandar para a Síria tropas “mantenedoras” da paz é inaceitável e poderá ter consequências perigosas. Se essa medida chegar a ser implementada, significará reconhecer o Estado Islâmico.
Forças para manter a paz são enviadas para regiões entre países que estejam em guerra. Quando alguém fala de enviar tropas “de paz” para lidar com o Estado Islâmico, equivale a reconhecer que o EI seria um estado, em guerra com outro estado. Essa retórica é inadmissível e muito perigosa – disse o presidente Assad.
O presidente sírio disse que o ocidente não tem solução política a oferecer para a crise na Síria. O único interesse do ocidente naquela região é derrubar o governo sírio.
Querem nos converter em fantoches, em vassalos. Minha opinião é o ocidente não tem qualquer solução política a oferecer. Não tem nem quer ter. E quando digo “ocidente”, refiro-me basicamente aos EUA, à França e à Grã-Bretanha. Todos os demais países são acessórios.
Para pôr fim ao conflito armado em curso na Síria, entre o exército sírio e militantes internacionais, países como a Turquia, a Arábia Saudita, o Qatar e alguns países europeus deveriam parar de fornecer armas para terroristas – disse o presidente da Síria.
O presidente sírio disse a jornalistas russos que Damasco não tem qualquer contato direto com os EUA nem está participando de qualquer tipo de discussões.
Recebemos algumas ideias passadas até nós por terceiros, mas nada que se possa considerar como diálogo sério – disse Assad, acrescentando que a única opção que resta ao seu país é esperar que mudem as políticas norte-americanas.
Na análise do presidente sírio, há dois grandes campos políticos nos EUA – um grupo que deseja a paz e outro, mais radical e agressivo. O primeiro é “uma minoria”, e o outro é quem manda na política externa do país.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Em vídeo membro do ISIS ameaça matar Vladimir Putin


Um vídeo gravado na Síria por jihadistas do Estado Islâmico foi postado ontem nas redes sociais, com ameaças ao líder russo, Vladimir Putin, dizendo: "Ouça Putin iremos para a Rússia matá-lo em sua casa. Se Deus quiser!
Irmãos matá-los e combatê-los (se refere o terrorista aos russos)!"

Nem Vladimir Putin, e nem as forças de seguranças da Rússia se pronunciaram sobre o vídeo até o momento.
O motivo do vídeo pode ser efeito das grandes baixas e perdas no Estado Islâmico causado pelos diversos ataques da Força Aérea Russa que atua na região com autorização do Governo Sírio desde 2015, e até o momento mostrou ser de grande eficiência e importância. 

ASSISTA AO VÍDEO:



terça-feira, 12 de abril de 2016

Helicóptero russo Mi-28N cai na Síria




3 Mi-28N sobrevoando Síria

Um helicóptero Mi-28N da Força Aeroespacial da Rússia cai perto de Homs na Síria, informou o Ministério da Defesa russo.
O helicóptero não foi abatido por Jihadistas, como vem sendo divulgado. 
"Um helicóptero Mi-28N da Força Aeroespacial da Rússia sofreu um acidente durante o voo perto de Homs, na Síria, esta madrugada (1h29 horário de Moscou) de 12 de abril, provocando a morte dos dois pilotos", diz o boletim do Ministério da Defesa russo.    
Os corpos dos militares foram retirados do local da catástrofe e levados à base aérea de Hmeymim, informa o Ministério.
De acordo com as informações adiantadas por peritos que trabalham no local do acidente, o motivo do desastre foi fogo inimigo. As razões da ocorrência serão apuradas durante a investigação.
Os helicópteros de ataque Mi-28N da Força Aeroespacial russa participaram da operação de libertação de Palmira. Em particular, foram utilizados para atacar carros blindados dos jihadistas com mísseis guiados antitanque.
O Mi-28N conhecido como "Caçador noturno" é um helicóptero de ataque destinado a detetar e destruir tanques e outros veículos militares, tanto blindados como ligeiros, assim como efetivos e alvos aéreos inimigos a baixa velocidade. O helicóptero pode ser operado tanto de dia, como de noite, qualquer que sejam condições meteorológicas e climáticas.

Foto divulgação e ilustrativa
Acidente durando o "Aviadarts" com um Mi-28N no dia 02/08/2015, na ´Rússia




quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Oficial russo é morto na Síria

Soldados russos em Latakia, Síria.
O Ministério da Defesa russo confirmou na quarta-feira (03/02) que um instrutor militar russo foi morto na Síria por um bombardeio lançado pelo grupo Estado Islâmico.
De acordo com o Ministério da Defesa, o instrutor foi morto quando estava treinando soldados sírios, e ajudando no manuseio de novas armas russas recém-chegados quando a guarnição militar foi fortemente atingida por morteiros.
O local deste incidente não foi oficialmente especificado,mas o ocorrido foi perto de Homs. O oficial será postumamente condecorado com a medalha Estado de prestígio.
"Um instrutor na Síria estava carregando tarefas de ajudar o exército sírio com as novas armas fornecidas no âmbito de agir contra os terroristas", disse o ministério.
A morte do instrutor militar é a terceira vez que a campanha militar russa começou cerca de 4 meses atrás. O primeiro caso foi um piloto de um SU-24 foi derrubado por um caça turco F-16 perto da fronteira Síria -Turquia, em 24 de novembro, ele conseguiu se ejetar mas foi morto a tiros por militantes islâmicos quando chegou ao solo, um fuzileiro naval russo foi morto na missão de resgate. 
A Rússia tem bombardeado as bases dos terroristas, infra-estrutura e campos de treinamento usados por ISIS, al-Nusra e outros grupos extremistas na Síria.
A identidade do oficial morto não foi revelado, mas a família já está recebendo os benefícios e ajuda do governo.
Mesmo com as perdas, a Rússia ainda não deu um prazo para interromper as ações na Síria, os ataques russos estão sendo de grande ajuda para os sírios.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Por que na Rússia o Natal não é dia 25 de dezembro?


Foto feita pelo brasileiro Cristiano Alves em São Petersburgo. 2015. 

O Natal é conhecido mundialmente por ser um feriado e festival cristão comemorado dia 25 de dezembro, mas em alguns países eslavos e ortodoxos, por exemplo, na Rússia e na Geórgia o Natal não é comemorado em dezembro, mas sim em janeiro, no dia 7. Muitos cristãos ao saberem dessa notícia ficam sem entender o motivo dessa diferença, bom, vamos explicar, na verdade os ortodoxos celebram SIM o Natal em 25 de dezembro, mas os ortodoxos seguem um calendário diferente da maioria dos cristãos, então a festividade cai no dia 7 de janeiro, como já dito.
Explicando de maneira simplificada: A Igreja Ortodoxa não aceitou a reforma do calendário promovida pelo Papa católico Gregório, em 1582. A reforma corrigiu a defasagem de 13 dias que havia entre a data do calendário e a data real da mudança das estações – equinócios e solstícios. Assim sendo, os ortodoxos continuam celebrando o Natal em 25 de dezembro, só que pelo calendário Juliano, criado por Júlio César em 45 a.C, enquanto a maioria dos cristãos adotamos a reforma católica e utilizam o calendário Gregoriano. Vale lembrar que a Igreja Ortodoxa na Rússia tem 58,8 milhões de seguidores, ou seja, 41% da população é ortodoxa.
Foto feita pelo brasileiro Cristiano Alves em São Petersburgo. 2015. 
Podemos resumir que essa diferença das datas entre o cristianismo é culpa do calendário, mas isso significa que os  ortodoxos seguem um calendário totalmente diferente dos demais cristãos? Bom, sim e não. O calendário da Federação Russa passou a seguir o modelo gregoriano após a Revolução de Outubro de 1917. No entanto, a Igreja Ortodoxa Russa não aceitou a reforma e até hoje utiliza o calendário juliano, que tem 13 dias de diferença com o calendário gregoriano.
Assim, no calendário oficial do Estado, temos as mesmas datas, em Moscou, em Brasília, em Gibraltar, em Washington, em Paris e etc... Mas nas festas religiosas, que não fazem parte do calendário do Federação Russa, já que o mesmo é um Estado laico, as datas seguem o calendário juliano. Por isso, o Natal cai no dia 25 de dezembro, mas de um calendário diferente (7 de janeiro para os ortodoxos).
Tanto os dias 24 e 25 de dezembro (no calendário gregoriano) são dias laborais aqui na Rússia. O Natal ortodoxo (7 de janeiro) cai no meio de um feriado prolongado que os russos têm todo ano, entre 1 e 10 de janeiro.   
Mesmo que o Natal seja tradicionalmente um dia santificado cristão, o Natal é amplamente comemorado por muitos não-cristãos, sendo que alguns de seus costumes populares e temas comemorativos têm origens pré-cristãs ou seculares. Costumes populares modernos típicos do feriado incluem a troca de presentes e cartões, a Ceia de Natal, músicas natalinas, festas de igreja, uma refeição especial e a exibição de decorações diferentes; incluindo as árvores de Natal, pisca-piscas e guirlandas, visco, presépios e ilex. Além disso, o Papai Noel(conhecido como Pai Natal em Portugal) é uma figura mitológica popular em muitos países, associada com os presentes para crianças.
Como a troca de presentes e muitos outros aspectos da festa de Natal envolvem um aumento da atividade econômica entre cristãos e não-cristãos, a festa tornou-se um acontecimento significativo e um período chave de vendas para os varejistas e para as empresas. O impacto econômico da comemoração é um fator que tem crescido de forma constante ao longo dos últimos séculos em muitas regiões do mundo.


terça-feira, 24 de novembro de 2015

Momento que rebeldes explodem helicóptero russo



Um vídeo dos terroristas sírios, mais conhecidos como "Exército livre da Síria", ou FSA, explodindo um helicóptero da Rússia foi postado no YouTube em um canal associado a 1ª Brigada da Costa do FSA . O helicóptero estava em missão de busca aos pilotos do caça Su-24, que foi abatido pela Turquia na Síria ainda hoje (24/11/2015). Leia o caso: Turquia abate caça russo


Assista ao vídeo:

A data 24 de novembro de 2015 se tornou um dia significativo na luta internacional contra o terrorismo, em apenas um dia, dois ataques aos russos que estão na Síria para impedir a expansão do terrorismo sob o país e o mundo. 
Sobre os pilotos no helicóptero, não temos informações oficiais, até agora, foi confirmado a morte de um soldado russo, o soldado Sergei Rumyantsev foi martirizado hoje, ele era o piloto do caça Su-24.