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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Drone 'desconhecido' mata 8 combatentes do Hezbollah na Síria

Oito combatentes do Hezbollah libanês, aliado ao regime do regime de Damasco, morreram em um ataque aéreo de um drono no centro da Síria, infomrou o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH).
O OSDH, que não conseguiu identificar o drone, indicou que o ataque foi contra uma posição do movimento armado perto da cidade de Al Sujna, no deserto sírio.
Oito dos combatentes do Hezbollah morreram e 20 ficaram feridos.
O estranho é que nenhum grupo terrorista reivindicou o ataque.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Separatismo curdo na Síria e no Iraque é estimulado pelos EUA


O espírito separatista dos curdos no Iraque, bem com a atividade dos curdos na Síria, representados pelas Forças Democráticas Sírias (SDF, sigla em inglês), estão relacionados com o apoio dos EUA e não refletem a posição geral do povo curdo, declarou o porta-voz interino do parlamento sírio, Najat Anzor.
Hoje (25), nas províncias curdas do Iraque tem lugar um referendo sobre a independência. Bagdá e muitos outros países do Oriente Médio expressaram a sua discordância frente à decisão unilateral das autoridades curdas.
"É uma iniciativa muito perigosa [o referendo no Curdistão] e, em primeiro lugar, prejudica o povo da região. Dispomos de informação verificada de que ele [o espírito separatista] não reflete a atitude geral dos nossos irmãos curdos no Iraque. Isso acontece simultaneamente com a influência estadunidense que tem lugar na Síria, onde os EUA apoiam as chamadas SDF", destacou.
Washington está apoiando as operações contra o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia), destinadas a libertar as cidades de Raqqa e Deir ez-Zor. Estas operações não são autorizadas por Damasco.
As SDF foram estabelecidas na Síria em 2015 e são compostas por foças de autodefesa e alguns destacamentos árabes.
Anteriormente, Washington tinha declarado que não apoia a realização do referendo dos curdos e chama o Curdistão iraquiano autônomo e o governo de Bagdá a dialogarem.
Fonte: SPUTNIK

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Israel intercepta um drone do Hezbollah nas Colinas de Golã


As Forças Armadas israelenses interceptaram um drone do Hezbollah libanês, de fabricação iraniana e que realizava uma missão de reconhecimento na parte do Golã anexada por Israel, indica um comunicado oficial.
Um porta-voz militar disse que o drone decolou de um aeroporto militar perto de Damasco, na Síria, e foi derrubado na zona desmilitarizada que divide o Golã, entre a parte ocupada por Israel e a que é controlada pela Síria.
"Enviamos caças, mas não interceptaram o drone", afirmou o porta-voz Jonathan Conricus. "Foi, em compensação, derrubado por mísseis Patriot", acrescentou.
O porta-voz disse que ainda estavam analisando os restos do aparelho para determinar se estava armado.
Israel e Síria continuam tecnicamente em guerra. Durante décadas, nos limites das Colinas de Golã, não têm sido registrados episódios de violência, até que explodiu a guerra na Síria, em 2011.
Desde a guerra dos Seis Dias, em 1967, Israel ocupa 1.200 km2 das Colinas de Golã pertencentes à Síria, que depois anexou, o que a comunidade internacional nunca reconheceu.
Fonte: AFP

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

CIA retira suas forças do sudeste da Síria


A CIA exigiu que dois dos grupos armados que fazem parte do chamado Exército Livre da Síria (ELS) parassem os combates no sudeste da Síria, informou a agência Reuters. A agência, citando representantes dos grupos Martyr Ahmad Abdo e Usud al-Sharqiya, informou que tanto a CIA como as agências de inteligência da Jordânia e Arábia Saudita lhes pediram para abandonarem o território sírio e se refugiarem na Jordânia.
"Existe um pedido oficial para que deixemos a área", citou a Reuters as palavras de Badr Din Salamahm, um dos líderes do grupo Usud al-Sharqiya.
De acordo com a agência, os dois grupos, que têm centenas de combatentes, devem entregar a artilharia pesada e dezenas de mísseis antitanque fabricados nos EUA.
As fontes diplomáticas citadas pela Reuters apontaram que a exigência de abandonar o sudeste da Síria se deve à decisão da administração do presidente norte-americano, Donald Trump, de cortar o programa da CIA de apoio aos grupos armados no país árabe.
No fim de agosto, fontes militares pró-governamentais sírias informaram à Sputnik que o Exército sírio e suas tropas aliadas tinham recuperado cinco postos de controle na fronteira com a Jordânia. Mais tarde, o Ministério da Defesa russo anunciou a maior vitória sobre o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia) nos últimos três anos.
Fonte: SPUTNIK

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

O regime turco reduz os salários para seus jihadistas na Síria


DAMASCO, SÍRIA (5:50 PM) - Em uma mudança notável de eventos, Ankara(Capital Turca) cortou salários para todos os grupos rebeldes sírios que estão ligados à chamada "Coalizão Nacional Síria".
A queda está relacionada à eleição de Riad Seif, uma figura curvada que se tornou o presidente da Coalizão Nacional Síria. O regime turco apoiou outros candidatos com simpatias islâmicas.
Após o resultado no início deste mês, as relações entre a Turquia e os jihadistas de apoio turco na Síria começaram a deteriorar-se com Ankara reduzindo o pagamento aos seus aliados jihadistas de longa data, citando "razões burocráticas".
Em 22 de agosto, uma delegação liderada pelo presidente Riad Seif reuniu-se em Istambul com representantes do Secretário dos Negócios Estrangeiros da Turquia. Na reunião, os problemas financeiros dos jihadistas
Na sequência das conversações, os pagamentos aos combatentes rebeldes apoiados por turcos foram cortados pela metade, causando muita preocupação com os comandantes islâmicos no norte de Aleppo e Idlib, que dependeram fortemente do dinheiro dos impostos turcos para financiar seus militantes.
Fonte: almasdarnews

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Estado Islâmico se rende e se retira da fronteira Líbano-Síria


Combatentes do Estado Islâmico (EI) e suas famílias começaram nesta segunda-feira (28) a deixar a área da fronteira entre o Líbano e a Síria em comboios, acompanhados pelo Exército sírio, entregando o controle de um enclave e indo para o leste da Síria após uma batalha que durou o fim de semana todo.
Uma fila de ambulâncias e ônibus foi vista, em imagens da televisão estatal síria, se movendo lentamente pela árida zona rural, à medida que o grupo partia.
A ação colocará fim à presença de militantes sunitas na fronteira, uma meta importante para o Líbano e para o grupo xiita Hezbollah, e representa a primeira vez em que o EI concordou publicamente com uma retirada forçada de um território que controlava na Síria.
O EI concordou com um cessar-fogo no domingo com o Exército do Líbano em uma frente e com o Exército sírio e o Hezbollah na outra, após perder grande parte de seu enclave montanhoso que se estende pela fronteira, preparando o caminho para sua retirada.
Tanto o Hezbollah como autoridades do Líbano anunciaram a retirada como uma rendição do grupo jihadista


Fonte: G1

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Assad: Ocidente é perdedor na Síria


  O presidente sírio Bashar al-Assad declara fracassados "planos de subversão" das potências ocidentais, cujas "conexões com o terror" o fazem descartar qualquer forma de cooperação. Observatório noticia mortes por míssil em Damasco.No discurso de abertura de uma conferência no Ministério do Exterior de Damasco, neste domingo (20/08), o presidente sírio, Bashar al-Assad, declarou rejeitar qualquer forma de cooperação com o Ocidente, enquanto este mantiver suas "conexões com o terrorismo".
Dirigindo-se a dezenas de diplomatas sírios, ele disse excluir tanto uma cooperação de segurança quanto a abertura de embaixadas. A Síria teria frustrado os planos de subversão do Ocidente e até mesmo alcançado êxitos no campo de batalha, com ajuda da Rússia, Irã e da milícia libanesa do Hisbolá.
"A luta continua", afirmou o presidente, na fala transmitida pela televisão. Uma outra coisa é aonde essa luta levará e quando se poderá falar de vitória, acrescentou, sem ser mais específico. Seu país combateu o terror desde o primeiro momento e seguirá derrotando-o em todos os lugares, com o apoio de seus amigos, prometeu.
Quase simultaneamente, o Observatório Sírio para os Direitos Humanos noticiava a morte de cinco pessoas em decorrência da queda de um míssil na Feira Internacional de Comércio em Damasco. Pelo menos outras 12 ficaram feridas. O projétil teria sido lançado a partir de Ghouta Leste, área controlada por rebeldes no extremo leste da capital síria.
Fonte: TERRA

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Coalizão mata 21 crianças e 38 civis em bombardeio, diz Observatório Sírio dos Direitos Humanos


Pelo menos 59 civis, entre os quais numerosas crianças, morreram desde segunda-feira em Raqa, na Síria, em bombardeamentos da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos, informou hoje o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). A coligação formada por dezenas de países fornece um apoio aéreo essencial às Forças Democráticas Sírias (FDS), uma aliança árabe-curda que luta para afastar os 'jihadistas' do grupo Estado Islâmico de Raqa, o seu principal feudo na Síria, situada no norte do país.
Os combates em Raqa centram-se hoje na cidade velha, da qual as FDS já controlam 70%, e nos bairros de Al-Dariya (oeste), Al-Barid (noroeste) e Al-Mourour (centro), afirmou o OSDH.
Desde segunda-feira, os bombardeamentos da coligação causaram um total de 59 mortos entre os civis, dos quais 21 crianças, precisou o observatório.
A coligação internacional diz tomar medidas para evitar vítimas civis, mas desde 2014 reconheceu ter sido responsável pela morte de 624 civis nos ataques aéreos.
Algumas organizações considerem que este número é bastante subestimado.
Capturada pelos 'jihadistas' em 2014, a cidade de Raqa tornou-se o símbolo das atrocidades do Estado Islâmico, assim como uma base para a planificação de atentados realizados no estrangeiro.
As FDS iniciaram em novembro de 2016 a ofensiva para a reconquista de Raqa, onde entraram a 6 de junho.
Segundo a ONU, existirão ainda entre 10.000 e 25.000 habitantes "aprisionados" na cidade.
Fonte: Diário de Notícias - Lisboa

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Hezbollah: A oposição síria começa a aceitar que Assad não vai cair


O líder do movimento libanês Hezbollah afirmou, este domingo(13), que os líderes políticos internacionais começam a aceitar que o governo sírio do presidente Bashar al-Assad sobreviveu. Hassan Nasrallah falava durante as celebrações dos 11 anos passados sobre o fim da guerra contra Israel:
“O mundo já percebeu que o regime sírio está cá para ficar, o exército sírio, o Estado sírio e as suas instituições estão cá para ficar. A oposição está dizendo entre quatro paredes que é preciso aceitar que o presidente Bashar al-Assad não vai a lugar nenhum”, afirmou Hassan Nasrallah, líder do Hezbollah.
No mês passado, o presidente dos Estados Unidos, disse que o Hezbollah é uma “ameaça” para o povo libanês e toda a região. Nasrallah responde que a administração Trump não tem como prejudicá-lo.
Fonte: EURONEWS

domingo, 13 de agosto de 2017

Áreas livres de terrorismo na Síria aumentaram em 2,5 vezes graças à Rússia


O ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, disse que o tamanho das áreas libertadas dos terroristas pelo exército do país na Síria, com apoio das Forças Aeroespaciais russas, mais que duplicou nos últimos dois meses. "Nos últimos dois meses, o território liberado [das mãos dos terroristas] foi maior do que aquele que estava sob o controle do governo sírio [antes do apoio das forças russas]. De fato, tornamos o território [sob controle do governo] 2,5 vezes maior, do que era. O exército sírio [liberou os territórios] com o nosso apoio", disse Shoigu em entrevista à emissora Rossiya 1 na noite deste sábado.
O ministro da Defesa acrescentou que a luta contra os terroristas continua na Síria.
"Hoje já podemos dizer que todos estão decididos e prontos para combater o Daesh", observou Shoigu.
Desde o início do conflito militar na Síria, em 2011, a Rússia tem ajudado o governo sírio a combater os diversos grupos terroristas que operam no país, incluindo o Daesh.
Fonte> SPUTNIK

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Oposição síria nega existência de 'exército' LGBT em Raqqa


O representante das Forças Democráticas Sírias, Mustafa Bali, rechaçou as informações de que teriam sido criadas tropas de ativistas LGBT para combater o agrupamento terrorista Daesh (proibido na Rússia e em vários outros países), comunica uma agência síria. Mais anteriormente, a Newsweek afirmou que os ativistas da comunidade LGBT teriam criado as suas próprias tropas para combater os jihadistas na Síria. De acordo com a mídia, as tropas recém-formadas se denominam como Exército Homossexual de Insurreição e Libertação (The Queer Insurrection and Liberation Army ou TQILA, em inglês) e combatem ao lado do Batalhão de Liberdade Internacional (BLI).
"As redes sociais hoje em dia divulgam informações sobre a criação de um batalhão de homossexuais no âmbito das Forças Democráticas Sírias em Raqqa. Nós, as Forças Democráticas Sírias, expressando nosso profundo respeito aos direitos humanos, inclusive aos das pessoas LGBT, mas negamos as informações sobre [a criação do] batalhão dentro das nossas forças e consideramos que estas notícias tenham sido intentadas", afirmou Bali, citado pela agência ARA News.
​A edição Newsweek comunicou que os homossexuais, segundo se afirma, uniram-se para combater "fascismo, tirania e opressão", adiantando que o número concreto de combatentes era desconhecido. O representante do TQUILA, Heval Rojhilat, por sua vez, assegurou que o grupo já estava participando dos combates no território sírio, em Raqqa.
Fonte: Sputnik

domingo, 9 de julho de 2017

Israel pede para que cessar-fogo não beneficie aliados do Irão


O presidente advertiu que Israel mantém "firmemente as linhas vermelhas" que passam por prevenir o fortalecimento de (a milícia xiita) Hezbollah na Síria
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, saudou hoje o cessar-fogo na Síria, mas advertiu "não dever permitir a consolidação de uma presença militar do Irão e seus aliados na Síria, em geral, e no sul, em particular ".
"Na semana passada tive conversas profundas com o secretário de Estado norte-americano [Rex] Tillerson e o presidente russo, Vladimir Putin, que disseram entender a posição de Israel e ter em conta as nossas exigências", disse Benjamin Netanyahu na reunião semanal do Governo.
O presidente advertiu que Israel mantém "firmemente as linhas vermelhas" que passam por "prevenir o fortalecimento de (a milícia xiita) Hezbollah na Síria, com ênfase na aquisição de armas de precisão."
Prevenir que Hezbollah - ou forças iranianas - assentem presença terrestre ao longo das nossas fronteiras e impedir o estabelecimento de uma presença militar iraniana na Síria" são as linhas vermelhas, explicou.
Israel e Jordânia manifestaram preocupação com o risco de propagação da violência entre as forças aliadas do Presidente sírio Assad Bacharal, como Irã e Hezbollah, com outras fações em áreas próximas às suas áreas de fronteira.
Na sexta-feira, os Estados Unidos e a Rússia chegaram a um acordo para o cessar-fogo no sudoeste na Síria, depois da reunião entre os líderes dos dois países, Donald Trump e Vladimir Putin, à margem da cimeira das 20 maiores economias mundiais, o G20, que terminou no sábado em Hamburgo, na Alemanha.


quinta-feira, 29 de junho de 2017

Curdos vão ceder base aérea na Síria para os EUA

Curdos em cima de caça sírio abatido

Os EUA obterão acesso à base de Tabqa da Força Aérea da Síria, que está localizada a 60 km a oeste de Raqqa, informaram fontes do jornal russo Izvestia nas Forças Democráticas da Síria (FDS), que são formadas principalmente por curdos.
O acordo sobre o uso da base aérea de Tabqa foi concluído durante as conversações entre militares americanos e representantes das FDS. "Os americanos vão instalar seus aviões lá", disse um dos interlocutores citado pelo Izvestia.
Uma fonte do jornal no Ministério da Defesa da Rússia afirmou que a base está em funcionamento e que atualmente não alberga militares dos EUA.
No entanto, os representantes do Comando Central das Forças Armadas dos EUA, cujo raio de atuação inclui a Síria, afirmam que "por razões de confidencialidade não se pode falar sobre a localização das forças de vanguarda".
Fontes do jornal Izvestia no Parlamento sírio explicaram por sua vez que o aumento da presença de forças norte-americanas no país pode significar preparativos para uma operação para acabar com o governo sírio.
Representantes do Conselho da Federação (câmara alta do Parlamento da Rússia), entrevistados pelo Izvestia, dizem que tais ações devem ser inicialmente aprovadas pelo governo da Síria.
Até março de 2017, a base de Tabqa estava sob controle do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e muitos outros países). As FDS conseguiram expulsar os terroristas do local durante uma operação para libertar a cidade de Tabqa.
De acordo com testemunhas entrevistadas por Izvestia, o Exército dos EUA está restaurando o aeródromo e helicópteros norte-americanos já aterrissaram na base.

Fonte: SPUTNIK

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Após as ameaças dos EUA à Síria, Assad visita tropas russas


Após as ameaças dos EUA à Síria, Assad visita a base aérea de Hmaymim, em Latakia, onde se encontrou com os militares e conselheiros russos.




quarta-feira, 21 de junho de 2017

Aviação e drones da coalizão serão acompanhados pelas unidades antiaéreas russa


Militares russos, depois do incidente com o avião da Força Aérea síria derrubado por um caça-bombardeiro dos EUA, suspenderam a cooperação com o Pentágono que visava evitar incidentes no espaço aéreo sírio.
A partir de agora, a aviação e drones da coalizão internacional serão acompanhados pelas unidades da defesa antiaérea russa, declarou o Ministério da Defesa da Rússia que traçou a "linha vermelha" ao longo do rio Eufrates.
Em um comentário para a Sputnik Japão, o analista militar Konstantin Sivkov expressou a opinião que o Su-22 derrubado é mais um sinal de a guerra na Síria estar passando para uma nova fase.
"O Su-22 derrubado pelos norte-americanos é uma ação muito grave. De fato, é mais um sinal de que a guerra na Síria está passando para uma nova fase, a fase da intervenção militar dos EUA contra a Síria. É grave e é perigoso", explica Sivkov.
Ele prevê o que pode acontecer depois deste incidente. A Rússia poderia desistir de apoiar a Síria, mas isto significaria o fim da autoridade de Putin, o que pode criar o risco de perturbações no país, opina o analista. Ou então a Rússia teria que entrar numa guerra com os Estados Unidos.
"O bombardeio da base área de Shayrat, o ataque contra tropas sírias perto da fronteira com a Jordânia e, agora, a derrubada do Su-22. Os EUA começaram sua agressão gradualmente. Isto é muito perigoso", resumiu o analista militar russo.
A coalizão internacional liderada pelos EUA confirmou que tinha derrubado um avião sírio Su-22 na província de Raqqa após este ter supostamente lançado bombas próximo das posições das SDF (Forças Democráticas Sírias).
Damasco, por sua vez, declarou que, no momento, o caça sírio estava participando de uma operação contra o agrupamento terrorista Daesh.

Fonte: SPUTNIK

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Judeus da França estão se juntando ao ISIS, afirma oficial francês


De acordo com um oficial do governo francês, cerca de mil homens e mulheres da França se juntaram ao grupo terrorista Estado Islâmico, o surpreendente é que um punhado desses "voluntários" vem da comunidade judaica da França.
Referindo-se a estatísticas recolhidas pelo Ministério do Interior francês, o governante apontou que alguns judeus franceses que se juntaram ao ISIS tinham, no momento, convertido ao Islã em algum momento. Nenhum comentário foi feito sobre outros judeus que são conhecidos por terem aderido à organização jihadista e cujos registros de censos não mostram que eles são muçulmanos (embora provavelmente seria o caso que eles declarassem ser muçulmanos aos seus recrutadores, considerando a Absolubilidade teocrática do Estado Islâmico).
O funcionário salientou que, embora possa ser visto que os judeus franceses estavam se juntando ao grupo terrorista, não há tendência aparente.
A França é uma das maiores fontes entre as nações ocidentais, das quais o Estado Islâmico recruta lutadores estrangeiros para combater a jihad na Síria, Iraque, Líbia e em todo o mundo. Muitos recrutas ocidentais são muçulmanos, muçulmanos recentes que foram convertidos para o Islã Sunita.
A França, em particular, tem muitas infra-estruturas que ajudam na radicalização da sua comunidade islâmica, nomeadamente sob a forma de mesquitas financiadas pela Arábia Saudita que são conhecidas por empurrar a ideologia do wahhabismo(islamismo radical) para os seus participantes. Em última análise, é o governo francês que continua a conceder árabes saudáveis ​​vetados islâmicos e instituições de caridade na França o direito de promover tal agenda. Esta realidade foi apontada antes por jornalistas europeus, esta revelação mais recente demonstra que mesmo aqueles de nascimento judaico (mesmo os judeus aparentemente sendo um dos inimigos religiosos mais odiados do jihadismo wahhabi) são elegíveis para se juntar ao grupo terrorista.
Fonte: al-Masdar News

terça-feira, 9 de maio de 2017

Estado Islâmico divulga vídeo que decapita suposto agente da Rússia

Trecho do vídeo aonde Estado Islâmico decapita suposto agente russo

  O grupo internacional terrorista Estado Islâmico divulgou um vídeo que mostra a decapitação do que descreveu como um agente de inteligência da Rússia capturado na Síria, relatou nesta terça-feira (9) o site de monitoramento SITE, sediado nos Estados Unidos.
Mas a notícia ainda não foi confirmada, o Ministério da Defesa russo e o serviço de segurança FSB não estavam disponíveis para comentar de imediato à Reuters, mas um senador russo disse que os militantes "irão pagar no inferno" se a gravação for comprovada como autêntica. À agências russas, o ministério afirmou que a informação é falsa, e que nenhum agente russo foi capturado e morto.
O vídeo de 12 minutos narrado em russo, divulgado no dia em que a Rússia comemora o aniversário da vitória sobre a Alemanha nazista em 1945 com paradas militares, mostrou o homem vestido com um macacão preto de joelhos em uma paisagem desértica e incentivando outros agentes russos a se renderem.
"Este idiota acreditou nas promessas de seu Estado de não abandoná-lo se fosse capturado", diz um narrador na gravação, antes de um homem barbado o decapitá-lo com uma faca.
A autenticidade da filmagem e a identidade da vítima não puderam ser verificadas de imediato, e tampouco ficou claro quando o assassinato ocorreu.
Forças da Rússia estão apoiando o presidente sírio, Bashar al-Assad, em sua guerra contra rebeldes e militantes que tentam derrubá-lo. O vídeo exibiu cenas do que descreveu como os resultados de bombardeios russos na Síria.
O Ministério da Defesa russo disse que cerca de 30 militares do país foram mortos desde o início da operação da Rússia na Síria, em setembro de 2015.
Fonte: G1 

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Major russo morre repelindo ataque terrorista na Síria

Major russo Sergei Bordov,

O militar russo, Sergei Bordov, morreu na Síria após repelir ataque de terroristas do Exército Livre da Síria(FSA) contra as forças do governo.
Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Defesa da Rússia, o major Sergei Bordov impediu os terroristas de entrarem nas instalações das forças governamentais sírias e será condecorado postumamente.
"Em decorrência de um ataque terrorista à guarnição militar das forças do governo na Síria, morreu o conselheiro militar major Sergei Bordov. O militar fazia parte do grupo de conselheiros militares russos, realizando a tarefa de preparar uma das unidades do exército sírio", diz o comunicado do ministério.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Apesar do medo dos terroristas, cristãos na Síria e Iraque celebram a Páscoa


Apesar de estarem apenas a 17 km das linhas de fogo dos terroristas do Daesh, os cristãos da cidade iraquiana de Alqosh celebraram com muita alegria a páscoa neste domingo.
Alqosh é uma pequena cidade cristã localizada no norte do Iraque e apenas a 44 km do centro de Mossul onde violentas batalhas estão ocorrendo entre as forças iraquianas e as forças terroristas.
Os cristãos esperam que em breve o seu país esteja completamente liberto do terrorismo.

Na Síria, em Aleppo, uma igreja foi reformada pelo governo sírio, e depois de anos nesse domingo voltou a celebrar a missa de Páscoa. 


Mais fotos do Iraque: 


Mais fotos na Síria: 

Sob proteção do Exercito sírio e aliados, centenas de cristãos puderam celebrar a páscoa em toda a Síria.



  

terça-feira, 11 de abril de 2017

Sírios protestam em frente a ONU contra ataque norteamericano em Damasco


Sírios protestam no dia de hoje em frente ao edifício da ONU em Damasco contra a agressão norte-americana à seu país.