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terça-feira, 3 de outubro de 2017

Comandantes russos na Síria estão se tornando alvos dos terroristas


O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que o coronel russo Valery Fedyatin, que foi ferido na Síria, faleceu em Moscou. O analista militar Aleksei Leonkov expressou ao serviço russo da Rádio Sputnik a opinião de que os terroristas mudaram a tática de guerra.
O coronel Valery Fedyanin, comandante da 61ª brigada da Frota do Norte, anteriormente era vice-comandante da 155ª brigada de infantaria naval da Frota do Pacífico, informou o serviço de imprensa da Frota do Pacífico.
"Os médicos militares lutaram pela vida de Valery Fedyanin até o fim, mas não conseguiram salvá-lo", informou o Ministério da Defesa russo.
A unidade militar russa comunicou no domingo que Fedyanin efetuava a entrega de apoio humanitário na província síria de Hama, quando o automóvel onde seguia foi atingido por um explosivo caseiro de controlo remoto, tendo o oficial ficado gravemente ferido. Depois disso, o oficial foi transportado para o hospital militar principal de Moscou, onde veio a falecer.
"Infelizmente não pode haver guerra sem perdas, Deir ez-Zor é uma área muito complicada, com muitos campos minados. Foi aí que o nosso oficial foi gravemente ferido e, infelizmente, os médicos não conseguiram salvá-lo", comunicou o analista russo Aleksei Leonkov ao serviço russo da Rádio Sputnik. De acordo com ele, os terroristas estão alterando a tática de guerra. O caráter dos combates com os grupos do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e nos outros países) e Frente al-Nusra agora mudou. Se anteriormente era uma guerra de posições – libertação de cidades, bairros, etc., agora está sendo levada a cabo uma luta por determinados pontos estratégicos como, por exemplo, por Deir ez-Zor que surge como a passagem através do rio Eufrates.
"Entretanto se alterou mesmo o caráter do comportamento dos terroristas: se antes atacavam massivamente as posições sírias, agora surge a impressão de que desencadearam uma 'caça' aos comandantes que chefiam as subdivisões que lutam contra os terroristas", sublinhou ele.
O caso de Valery Astapov mostra que os terroristas tentam eliminar os comandantes russos que apoiam o exército sírio, disse.
Fonte: Sputnik

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Exército Nacional da Líbia pede ajuda militar à Rússia


O comandante do Exército Nacional da Líbia, Khalifa Haftar, discutiu, durante seu encontro com o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, a possibilidade de Moscou prestar ajuda militar à Líbia.

"Sim, nós discutimo-lo [a possibilidade de ajuda militar]. Temos certeza que a Rússia continua sendo nosso bom amigo e não nos negará ajuda", disse Khalifa Haftar aos jornalistas.
Ele também sublinhou que está disposto a desenvolver relações com a Rússia em todas as áreas, agradecendo a Sergei Lavrov pela posição que a Rússia mantém em relação à Líbia na arena internacional.
O chefe militar líbio afirmou que o Exército nacional libertou pelo menos 90% do país dos terroristas e controla todos os campos petrolíferos e bases militares.
A Líbia está passando por uma crise profunda desde 2011, o ano em que foi derrubado e assassinado seu líder Muammar Kadhafi, o que levou à dualidade de poder.
Atualmente, em Trípoli funciona o Governo do Acordo Nacional, criado com apoio da ONU e da União Europeia, enquanto as autoridades da parte oriental do país agem independentemente de Trípoli e cooperam com o Exército Nacional da Líbia, liderado por Khalifa Haftar.
Khalifa Belqasim Hafter é um militar líbio, tendo se destacado como um dos comandantes militares do Conselho Nacional de Transição (CNT) durante a Guerra Civil Líbia.
Fonte: SPUTNIK

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Kiev inaugura monumento com espada cravada no mapa da Rússia(VÍDEO)


Em Kiev foi inaugurado um monumento aos militares das Forças Armadas da Ucrânia mortos durante a operação militar em Donbass.
O monumento foi criado com donativos de voluntários. Ele representa uma espada cravada no mapa da Federação da Rússia, informou o canal de televisão russo RT. No pedestal do monumento está a imagem de um militar com asas pintadas com as cores da bandeira ucraniana.
Segundo os organizadores do evento, o monumento foi instalado no oeste da cidade porque as autoridades proibiram a sua instalação nos bairros centrais da cidade. As autoridades da Ucrânia estão realizando, desde abril de 2014, uma operação militar contra as repúblicas autoproclamadas de Donetsk e Lugansk, que declararam sua independência após o golpe de Estado realizado em fevereiro de 2014. Segundos os últimos dados da ONU, mais de 10 mil pessoas foram vítimas do conflito.
A resolução do conflito em Donbass está sendo discutida também no decurso de encontros do grupo de contato em Minsk que, desde setembro de 2014, assinou três documentos estabelecendo os passos para a desescalada da crise. Entretanto, mesmo após os acordos de cessar-fogo, continuam os tiroteios entre as partes em conflito.
Kiev vem acusando Moscou, reiteradamente, de interferência nos assuntos internos da Ucrânia. Rússia nega as acusações, que considera inadmissíveis. A Rússia sempre declarou não ser parte no conflito interno da Ucrânia e demonstra seu interesse na normalização da situação política e econômica no país vizinho.


domingo, 13 de agosto de 2017

Áreas livres de terrorismo na Síria aumentaram em 2,5 vezes graças à Rússia


O ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, disse que o tamanho das áreas libertadas dos terroristas pelo exército do país na Síria, com apoio das Forças Aeroespaciais russas, mais que duplicou nos últimos dois meses. "Nos últimos dois meses, o território liberado [das mãos dos terroristas] foi maior do que aquele que estava sob o controle do governo sírio [antes do apoio das forças russas]. De fato, tornamos o território [sob controle do governo] 2,5 vezes maior, do que era. O exército sírio [liberou os territórios] com o nosso apoio", disse Shoigu em entrevista à emissora Rossiya 1 na noite deste sábado.
O ministro da Defesa acrescentou que a luta contra os terroristas continua na Síria.
"Hoje já podemos dizer que todos estão decididos e prontos para combater o Daesh", observou Shoigu.
Desde o início do conflito militar na Síria, em 2011, a Rússia tem ajudado o governo sírio a combater os diversos grupos terroristas que operam no país, incluindo o Daesh.
Fonte> SPUTNIK

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Aviação e drones da coalizão serão acompanhados pelas unidades antiaéreas russa


Militares russos, depois do incidente com o avião da Força Aérea síria derrubado por um caça-bombardeiro dos EUA, suspenderam a cooperação com o Pentágono que visava evitar incidentes no espaço aéreo sírio.
A partir de agora, a aviação e drones da coalizão internacional serão acompanhados pelas unidades da defesa antiaérea russa, declarou o Ministério da Defesa da Rússia que traçou a "linha vermelha" ao longo do rio Eufrates.
Em um comentário para a Sputnik Japão, o analista militar Konstantin Sivkov expressou a opinião que o Su-22 derrubado é mais um sinal de a guerra na Síria estar passando para uma nova fase.
"O Su-22 derrubado pelos norte-americanos é uma ação muito grave. De fato, é mais um sinal de que a guerra na Síria está passando para uma nova fase, a fase da intervenção militar dos EUA contra a Síria. É grave e é perigoso", explica Sivkov.
Ele prevê o que pode acontecer depois deste incidente. A Rússia poderia desistir de apoiar a Síria, mas isto significaria o fim da autoridade de Putin, o que pode criar o risco de perturbações no país, opina o analista. Ou então a Rússia teria que entrar numa guerra com os Estados Unidos.
"O bombardeio da base área de Shayrat, o ataque contra tropas sírias perto da fronteira com a Jordânia e, agora, a derrubada do Su-22. Os EUA começaram sua agressão gradualmente. Isto é muito perigoso", resumiu o analista militar russo.
A coalizão internacional liderada pelos EUA confirmou que tinha derrubado um avião sírio Su-22 na província de Raqqa após este ter supostamente lançado bombas próximo das posições das SDF (Forças Democráticas Sírias).
Damasco, por sua vez, declarou que, no momento, o caça sírio estava participando de uma operação contra o agrupamento terrorista Daesh.

Fonte: SPUTNIK

domingo, 28 de maio de 2017

Rússia destruiu comboio com mais de 120 terroristas

   
   O Ministério da Defesa russo anunciou este sábado ter destruído um comboio com mais de 120 jiadistas que se dirigia da cidade de Al Raqa para a histórica cidade de Palmira, recentemente recuperada pelo exército sírio.
"Como resultado do bombardeio, as perdas do Estado Islâmico (EI) são estimadas em 32 veículos equipados com metralhadoras pesadas, além de mais de 120 terroristas", lê-se no comunicado.
Segundo a nota, o ataque foi efetuado na quinta-feira e deixou ilesos sete dos veículos dos 'jihadistas', tendo sido concretizado por aviões, helicópteros e forças especiais, para evitar a todo custo que o EI recuperasse posições na cidade de Palmira, no deserto.
"Após a receção desta informação, as medidas para impedir a saída dos guerrilheiros em direção a sul de EI foram aprovadas. Qualquer tentativa do EI de se aproximar de Palmira e expandir a sua presença na área será firmemente cortada pela raiz", acrescenta o ministério.
Al Raga é um bastião do autoproclamado EI em território sírio.
Desde o início da sua intervenção militar na Síria, a 30 de setembro de 2015, a Rússia, uma aliada tradicional do regime de Damasco, foi ameaçada de represálias por parte do EI e pelo ex-núcleo sírio da Al-Qaida, Jabhat Fateh al-Sham (anteriormente designada como Frente Al-Nosra).
Perto de 7.000 cidadãos de países que pertenciam à antiga União Soviética juntaram-se a grupos 'jihadistas' na Síria e no Iraque, de acordo com os serviços de segurança russos.

domingo, 21 de maio de 2017

Ataque aéreo dos EUA atinge base militar do Exército Sírio e causa mortes



BEIRUTE (Reuters) - Uma fonte militar do lado do governo sírio disse nesta sexta-feira(19) que um ataque aéreo dos Estados Unidos contra uma milícia apoiada por Damasco na véspera atingiu "um de nossos pontos militares", sem elaborar, informaram meios de comunicação do Estado.
O ataque aéreo na noite de quinta-feira deixou diversos mortos e causou danos materiais, segundo a fonte, que acrescentou que o incidente dificultou esforços do Exército sírio e de aliados para combater o Estado Islâmico.
As forças armadas norte-americanas realizaram o ataque enquanto se dirigiam à base militar de al-Tanf, no sul da Síria, perto da fronteira Síria-Iraque-Jordânia, usada pelos Estados Unidos e pelas forças rebeldes que o país apoia.
Autoridades dos EUA disseram que o ataque foi estritamente uma medida de defesa.
A Rússia, aliada da Síria, disse nesta sexta-feira que o ataque atingiu civis e que é inaceitável, informaram agências de notícias russa.
Fonte: JORNAL EXTRA

terça-feira, 9 de maio de 2017

Estado Islâmico divulga vídeo que decapita suposto agente da Rússia

Trecho do vídeo aonde Estado Islâmico decapita suposto agente russo

  O grupo internacional terrorista Estado Islâmico divulgou um vídeo que mostra a decapitação do que descreveu como um agente de inteligência da Rússia capturado na Síria, relatou nesta terça-feira (9) o site de monitoramento SITE, sediado nos Estados Unidos.
Mas a notícia ainda não foi confirmada, o Ministério da Defesa russo e o serviço de segurança FSB não estavam disponíveis para comentar de imediato à Reuters, mas um senador russo disse que os militantes "irão pagar no inferno" se a gravação for comprovada como autêntica. À agências russas, o ministério afirmou que a informação é falsa, e que nenhum agente russo foi capturado e morto.
O vídeo de 12 minutos narrado em russo, divulgado no dia em que a Rússia comemora o aniversário da vitória sobre a Alemanha nazista em 1945 com paradas militares, mostrou o homem vestido com um macacão preto de joelhos em uma paisagem desértica e incentivando outros agentes russos a se renderem.
"Este idiota acreditou nas promessas de seu Estado de não abandoná-lo se fosse capturado", diz um narrador na gravação, antes de um homem barbado o decapitá-lo com uma faca.
A autenticidade da filmagem e a identidade da vítima não puderam ser verificadas de imediato, e tampouco ficou claro quando o assassinato ocorreu.
Forças da Rússia estão apoiando o presidente sírio, Bashar al-Assad, em sua guerra contra rebeldes e militantes que tentam derrubá-lo. O vídeo exibiu cenas do que descreveu como os resultados de bombardeios russos na Síria.
O Ministério da Defesa russo disse que cerca de 30 militares do país foram mortos desde o início da operação da Rússia na Síria, em setembro de 2015.
Fonte: G1 

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Rússia propõe que Brasil integre missão de paz na Síria



Moscou, Teerã e Ancara tentarão criar zonas de exclusão monitoradas por outros países; grupos rebeldes são contra
Rússia, Irã e Turquia assinaram um acordo para criar zonas de exclusão na Síria e, assim, isolar grupos terroristas no país afetado pela guerra. Moscou propõe colocar países não envolvidos diretamente no conflito para fazer parte de operações de paz e o Brasil foi mencionado como alternativa, uma vez que a missão do País no Haiti está chegando ao fim. Além das tropas brasileiras, foram mencionadas como possibilidades as da Índia e de países do ex-bloco soviético, como o Casaquistão.
Pelo projeto elaborado em Astana, no Casaquistão, apoiado pelo governo de Bashar Assad, quatro “zonas desmilitarizadas” seriam criadas e monitoradas por soldados de uma missão internacional.
Um fator que impede a concretização desse acordo é sua rejeição pela oposição síria. Os rebeldes alegam que as zonas de exclusão seriam indícios de que o país poderia ser dividido em zonas de influência entre iranianos, turcos e russos. As áreas estariam na província de Idlib, em Ghouta, no norte de Homs e na fronteira entre a Síria e a Jordânia. Atividades militares nessas áreas apenas poderiam ocorrer contra grupos considerados terroristas.
Staffan de Mistura, o mediador das Nações Unidas para a questão da Síria, declarou que o acordo era “um passo na direção certa” e que anúncio era “de extrema importância”. As zonas de exclusão seriam usadas para permitir que pessoas possam se refugiar de conflitos e receber ajuda humanitária. A esperança do mediador da ONU é de que os primeiros passos comecem a ser tomados antes de meados do ano. Embora De Mistura tenha manifestado apoio ao acordo, qualquer envio de tropas ainda teria de passar pelo crivo do Conselho de Segurança da organização.
O presidente da Turquia, Recep Erdogan, indicou hoje que as zonas de exclusão teriam potencial para “resolver 50% da guerra”. O presidente dos EUA, Donald Trump, chegou a mencionar a possibilidade.

Rússia e Turquia defendem 'zonas de desescalada'Um dos problemas a ser superado se refere a quem monitoraria essas zonas. Assad rejeitaria qualquer envolvimento turco ou dos europeus, enquanto a oposição se recusa a aceitar tropas russas ou iranianas. Por isso, segundo fontes russas, a proposta de trazer tropas de países que, ao longo dos anos, adotaram uma posição de menor envolvimento na guerra síria, entre elas a do Brasil.
O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que não houve nenhum comunicado ao País nesse sentido, mas que a tradição brasileira é “só participar dessas missões sob a égide da ONU”. Jungmann reforçou ainda que “essa decisão, caso se confirme a notícia, é do presidente Michel Temer”. Fontes no ministério da Defesa disseram ao Estado que há disposição para participar de operações internacionais.
Tropas. As Forças Armadas brasileiras mantêm cerca de 1.500 militares em dez diferentes missões da ONU. O maior grupo, com cerca de 850 soldados, está no Haiti. Equipes menores atuam em Chipre, Libéria, Timor Leste, Saara Ocidental, Costa do Marfim, Líbano, Colômbia, Equador e Peru. Ao longo dos últimos 70 anos, a participação do Brasil em mandatos armados das Nações Unidas mobilizou cerca de 68 mil homens e mulheres.
De acordo com um oficial do Exército, veterano das operações no Haiti, há um ano o governo fez saber à ONU da disposição de, após o encerramento do trabalho no Haiti, no segundo semestre, manter o envolvimento de tropas e recursos em novas missões de manutenção de paz e estabilização regional.
Segundo o militar ouvido pelo Estado, o País não recusaria o envio de pessoal para o Líbano, onde a Marinha mantém um navio liderando a força-tarefa internacional que garante a segurança do Mediterrâneo na área sob jurisdição libanesa. O time participa da qualificação dos quadros navais locais e apoia ações de repressão ao tráfico de armas e de pessoas.
Caso pudesse escolher a missão, no entanto, a opção seria por um encargo no oeste da África, considerado estratégico. O cenário mais atraente seria a participação na Missão Multidimensional de Estabilização do Mali (Minusma), criada em 2013 pelo Conselho de Segurança para garantir a recuperação do país, devastado por conflitos externos e pela ação de dois violentos grupos jihadistas, o Ansar Dine, ligado ao Estado Islâmico (EI), e a Al-Qaeda no Magreb Islâmico. As Forças do Brasil ainda não têm experiência operacional nesse tipo de ambiente.

sábado, 22 de abril de 2017

Ucrânia acolhe e falsifica documentos de terroristas do Estado Islâmico

Terroristas apoiam terroristas, falsos nazis apoiados por judeus que apoiam a Ucrânia


A Ucrânia se tornou um local de trânsito e um país conveniente para a legalização de militantes do Daesh, indica o canal de televisão ucraniano Vesti citando fontes nos serviços de segurança.
 Segundo os jornalistas, os terroristas são atraídos pelas brechas na legislação migratória ucraniana e pela ausência de uma lista de organizações terroristas e extremistas, o que faz com que não sejam expulsos do país.
"O estatuto de refugiado é uma cobertura perfeita para residir na Ucrânia ou chegar à União Europeia. Em seguida, ao fluxo de refugiados reais, juntam-se pessoas que eram membros de grupos terroristas. Eles penetram na Ucrânia em pequenos grupos através a Rússia e da Turquia. Suas portas principais de entrada são Odessa, Kiev e Carcóvia, onde eles são recebidos por seus colegas, que alugam apartamentos onde ficam até obterem documentos falsos por 5 ou 7 mil dólares", comunicam os serviços da ordem.
Além disso, a Ucrânia se tornou o país onde o Daesh recruta seus combatentes pela Internet. A informação foi confirmada por imãs locais. ​Andrei Buzarov, analista político em questões dos assuntos internacionais, precisou que os terroristas e os extremistas islâmicos se aproveitam da pouco clara legislação ucraniana. Veja abaixo:


"No que diz respeito ao fato de a Ucrânia se ter tornado um ponto de trânsito, isso é explicado pelas condições de entrada livre: todo o mundo pode entrar. E não existe uma lista de organizações terroristas que seriam especialmente controladas", concluiu ele. Esta é mais uma razão de Ucrânia estar na lista dos países mais perigosos para visitar, elaborada pelo Fórum Econômico Mundial em abril.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Major russo morre repelindo ataque terrorista na Síria

Major russo Sergei Bordov,

O militar russo, Sergei Bordov, morreu na Síria após repelir ataque de terroristas do Exército Livre da Síria(FSA) contra as forças do governo.
Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Defesa da Rússia, o major Sergei Bordov impediu os terroristas de entrarem nas instalações das forças governamentais sírias e será condecorado postumamente.
"Em decorrência de um ataque terrorista à guarnição militar das forças do governo na Síria, morreu o conselheiro militar major Sergei Bordov. O militar fazia parte do grupo de conselheiros militares russos, realizando a tarefa de preparar uma das unidades do exército sírio", diz o comunicado do ministério.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Força Tarefa Russa mata 2 suspeitos de preparar atentado terrorista na Rússia


Dois homens oriundos da Ásia Central, suspeitos de preparar atentados em território russo, foram abatidos em Vladimir, uma localidade turística a 200 quilómetros a leste de Moscovo, revelou esta quarta-feira o FSB, serviço herdeiro do soviético KGB.
“Os agentes do FSB eliminaram, durante uma tentativa de detenção à qual resistiram, dois naturais da Ásia Central nascidos em 1987 e 1991”, avançaram em comunicado os denominados serviços especiais russos.
Foram encontrados explosivos, munições, um fuzil automático AK-47 e uma pistola no local visado pelas forças de segurança. Um vídeo difundido pelo próprio FSB mostra os corpos dos dois suspeitos num quarto. Um deles estava aparentemente armado com uma Kalacnhikov.
O FSB não esclarece se esta operação em Vladimir está ou não associada ao atentado de 3 de abril no metro de São Petersburgo, que provocou 14 mortos e cujo autor, um quirguiz com nacionalidade russa, morreu na explosão.
Os meios de comunicação social da Rússia adiantam, ainda assim, que um dos presumíveis cérebros do ataque do início de abril, Abror Azimov, sob custódia das autoridades russas, residia precisamente em Vladimir. Detido na segunda-feira, nos arredores de Moscovo, Azimov admitiu o envolvimento na preparação do atentado, mas negou ser o principal mentor.
Os serviços de segurança russos têm multiplicado, nos últimos anos, operações de contraterrorismo no Cáucaso, perseguindo organizações tidas como extremistas islâmicas. Tais ações são menos comuns nas porções ditas “europeias” do território do país de Vladimir Putin.
Em outubro do ano passado, durante uma operação policial de rotina em Nijni Novgorod, antiga Gorky, as autoridades russas abateram duas pessoas que estariam na posse de explosivos. O autoproclamado Estado Islâmico afirmaria posteriormente que um dos suspeitos integrava as suas fileiras.
A Ação da força tarefa foi parabenizada pelo presidente russo, Vladimir Putin
Fonte: RTP Notícias

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Trump fala que relações com a Rússia estão em “ponto baixo”


Trump destacou que ele quer "se dar bem com todo o mundo", mas disse que é preciso considerar que atualmente o planeta "é um desastre"
Washington – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que as relações de seu país com a Rússia “podem estar em seu ponto mais baixo de todos os tempos”, e disse que “verá” como vai se desenvolver o diálogo com o presidente russo, Vladimir Putin.
“Agora mesmo não estamos nos dando bem com a Rússia em nada. Podemos estar em um dos pontos mais baixos de todos os tempos. Isto vem sendo construído em um longo período de tempo”, disse Trump em entrevista coletiva ao lado do secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, na Casa Branca.
O governante americano destacou que ele quer “se dar bem com todo o mundo”, mas disse que é preciso considerar que atualmente o planeta “é um desastre”, em alusão aos conflitos internacionais e às ameaças terroristas.
Perguntado pelos jornalistas sobre a Síria, Trump afirmou que gostaria de acreditar que a Rússia não sabia sobre o ataque químico ocorrido na semana passada no norte do país árabe, mas ressaltou que “é possível” que esse país tivesse conhecimento.
O governo de Trump atribuiu ao regime de Bashar al Assad a autoria do ataque, presumivelmente executado com gás sarin e que matou mais de 80 pessoas no norte do país.
Após dois dias de conversações infrutuosas nas Nações Unidas, Trump tomou a decisão unilateral de bombardear com 59 mísseis de cruzeiro a base aérea das forças sírias na cidade de Homs, de onde as autoridades americanas acreditam que foi lançado o ataque químico.
A decisão dos EUA foi duramente criticada pela Rússia, assunto sobre o qual precisamente hoje ambos países tentaram aparar arestas durante um encontro entre Putin e o secretário de Estado americano, Rex Tillerson.

domingo, 9 de abril de 2017

Rússia e Irã firmam união por Assad após ataque de Trump


Os chefes das estruturas militares russa e iraniana falaram este sábado ao telefone sobre o bombardeamento norte-americano contra uma base aérea das forças de Bashar al-Assad na Síria, prometendo “continuar o combate” aos “terroristas”. E voltaram a acusar a Administração Trump de ter ordenado “uma agressão contra um país independente”.
Os generais Mohammad Bagheri, chefe das Forças
Armadas do Irão, e Valery Gerasimov, responsável pela máquina de guerra russa, “condenaram a operação americana contra uma base aérea síria”, que avaliaram como “uma agressão contra um país independente”, resumiu nas últimas horas a agência estatal iraniana Irna.
O ataque desencadeado pelo dispositivo naval dos Estados Unidos, consideraram os dois generais, veio “retardar as vitórias do exército sírio e dos seus aliados e reforçar os grupos terroristas”.
Perante a aparente inflexão de estratégia da nova Administração norte-americana, que até há pouco tempo deixara de encarar o derrube do regime de Assad como uma prioridade, as forças militares russas e iranianas declaram-se dispostas a reforçar a cooperação bilateral em apoio do Presidente sírio: “Até à derrota total dos terroristas e daqueles que os apoiam”.
Pouco antes desta conversa telefónica, também o Presidente iraniano criticara Donald Trump.
“Esse senhor que tomou o poder nos Estados Unidos pretendia querer combater o terrorismo, mas hoje todos os grupos terroristas na Síria fizeram a festa depois do ataque americano”, falou Hassan Rohani.
Fonte: RTP News

terça-feira, 4 de abril de 2017

Telespectadores da Al-Jazeera reagem com ''haha'' ataque no metrô de São Petersburgo


Durante a transmissão ao vivo do ataque ao metrô de São Petersburgo transmitida pela rede Al-Jazeera, seus Telespectadores expressam felicidade e celebram a tragédia. Apesar de não ser nenhuma surpresa, não deixa de ser deplorável. Muitos dos seus Telespectadores são islâmicos radicais, apoiadores do Estado Islâmico e atentados terroristas, sem contar que Al-Jazeera é uma das poucas mídias que tem acesso ''livre'' com o Estado Islâmico, assim fazendo vídeos e documentários com muita frequência, ela é conhecida como "porta-voz do EI internacional''. 

domingo, 2 de abril de 2017

Rússia viola espaço aéreo turco para atacar terroristas na fronteira do país

Ataque russo na fronteira turca.
No dia 1 de Abril, a aviação russa fez grandes ataques em uma base militar de terroristas localizada bem na fronteira sírio-turca,  os terroristas estão relatando que os aviões russos usaram o espaço aéreo turco para bombardeá-los, mas até o momento, tais relatos ainda não foram confirmados por autoridades.
Dados divulgados em algumas mídias russas, mostram que os caças apenas fazer uma manobra de 180º. 

Mais imagens: 

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sábado, 25 de março de 2017

Marine Le Pen visita Vladimir Putin na Rússia

Presidente russo, Vladimir Putin e a Marine Le Pen 

O encontro foi feito ontem, dia 24/03/2017, com o atual presidente russo e a figura da 'extrema-direita francesa' e também futura candidata e a presidente da França, Marine Le Pen. É algo muito importante para geopolítica, atualmente a França está ao lado dos EUA, e suas políticas imperialistas no Oriente, já a Rússia está ao lado Oriental, apoiando Assad, Le Pen apoia Assad e se caso seja eleita como presidente da França já demostra simpatia com a Rússia e seus valores.
Le Pen divulgou o encontro em seu Facebook, com as seguintes palavras: "Com o presidente russo, Vladimir Putin, temos evocado longamente a situação internacional e o terrorismo. Também temos trocado sobre o destino dos cristãos do oriente, ameaçados diariamente pelos fundamentalistas islâmicos. "

Mais fotos do Encontro: 


quinta-feira, 16 de março de 2017

Depois da Síria, a Líbia? Rússia planeja engajar na guerra da Líbia


Tanto no ponto de vista político como militar, a Rússia reforça seu engajamento na Líbia. Princípio declarado de Putin é colaborar com regimes fortes - como o de Assad na Síria -, por mais inescrupulosos que sejam.O desmentido veio rápido, depois de a agência de notícias Reuters ter noticiado a presença de 22 militares da Rússia numa base no Egito, perto da fronteira com a Líbia. "Não há forças especiais russas em Sidi Barrani, no Egito", declarou o Ministério da Defesa em Moscou.
A resposta do porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, foi semelhante: ele disse não ter "quaisquer informações" sobre tropas de seu país que tenham sido mobilizadas para o país árabe. A notícia original fora também confirmada por militares dos Estados Unidos.
Contudo, é inquestionável que o engajamento de Moscou na Líbia tem se reforçado nas últimas semanas. Por exemplo, dezenas de funcionários armados de uma empresa de segurança russa estiveram, até o fim de fevereiro, em territórios controlados por tropas do general líbio Khalifa Haftar.
Segundo o jornal Arab News, o proprietário da empresa de segurança confirmou a presença de soldados russos, mas se negou a revelar quem contratara seus funcionários e onde estes operavam.
Haftar combate os rebeldes jihadistas por conta própria e sem qualquer legitimação democrática, sobretudo os da milícia terrorista do "Estado Islâmico" (EI). Sabe-se que, na primeira metade de janeiro, ele visitou o porta-aviões russo Almirante Kusnetsov, que retornava das águas costeiras da Líbia para a Rússia. De lá, o general teria também realizado uma videoconferência com o ministro russo da Defesa, Serguei Shoigu.
Em meados de março, o consultor de Haftar, Abdelbasset Al-Basdi, encontrou-se em Moscou com o vice-ministro russo da Defesa, Mikhail Bogdanov. Segundo o ministério em Moscou, ambos teriam "concordado sobre a necessidade de iniciar um diálogo coletivo, do qual participem representantes de todos os grupos, tanto políticos como tribais".
Sem Assad, nada
Já no terceiro trimestre de 2016, num esboço estratégico da política externa russa, Moscou afirmava a intenção de seguir contribuindo para a estabilidade na região do Oriente Médio e Norte da África, dirigindo o foco "à superação político-diplomática de conflitos". Paralelamente, o documento sugeria uma estratégia bem diversa em outras regiões do planeta. "Hoje, dado o significativo aumento da dependência recíproca entre povos e Estados, as tentativas de promover segurança e estabilidade num território estrangeiro não têm qualquer futuro."
O engajamento na Síria, do lado do presidente Bashar al-Assad, mostra que consequências a Rússia tira dessa abordagem. O país tem uma concepção bem concreta do futuro direcionamento político da Síria. No entanto só ao lado de um parceiro é possível seguir essa estratégia: Assad. A ele somam-se outros aliados, em especial o Irã e o Hisbolá, que é comandado por Teerã. Aqui não se trata necessariamente de alianças duradouras. O esboço estratégico sugere, antes, coalizões de conveniência, delimitadas temporalmente, que também podem se desfazer assim que se alcancem as metas estipuladas.
"Colaborar com os fortes, por mais inescrupulosos que sejam"
Com esse posicionamento, Moscou está igualmente tirando uma lição da invasão do Iraque pelos Estados Unidos, em 2003. O governo do presidente George W. Bush a iniciou sem antes procurar um parceiro político in loco que o pudesse respaldar na futura reordenação do país. A fase pós-guerra transcorreu consequentemente caótica, e os efeitos das intervenções se fazem sentir até hoje.
O Kremlin vê com olhos igualmente críticos a política para o Oriente Médio do governo do presidente Barack Obama. Segundo Leonid Slutsky, presidente da comissão do Parlamento russo para assuntos externos, ela foi fracassada, "a impotência e a ausência de resultados são patentes".
Tudo indica que os russos pretendem ter aprendido com tais erros. Estados estrangeiros devem colaborar com regimes fortes, por mais inescrupulosos que estes sejam, teria declarado o presidente Vladimir Putin ao apresentar o esboço estratégico. De outro modo, o mundo presenciará "a destruição dos sistemas estatais e a ascensão do terrorismo".
Como na URSS
Ao mesmo tempo, contudo, após a queda da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. a Rússia também almeja se reafirmar como potência mundial. E nesse ponto vem alcançando êxito: segundo a revista americana Newsweek, nos últimos dois anos Putin teve 25 encontros com líderes políticos de nações árabes - cinco vezes mais do que Obama.
Grande parte desse balanço se deve ao engajamento na Síria, onde os russos testaram sua nova estratégia, afirma a analista política Randa Slim, do Middle East Institute, de Washington. As consequências são óbvias: "Todo líder político vai dizer: 'Talvez esteja na hora de reavaliar nossas relações com a Rússia'."
Os sinais são de que a Rússia está apenas começando com sua nova política para o Oriente Médio. De um estudo do think tank Stratfor consta que a expansão em direção à Líbia seria "apenas um elemento da estratégia muito mais ampla da Rússia de reforçar suas atividades no Mar Mediterrâneo meridional, criando uma zona de influência como nos tempos soviéticos".



sábado, 11 de março de 2017

Embaixador de Israel não encontrou fascismo ou anti-semitismo na Ucrânia


O embaixador israelense na Ucrânia Eli Byelotserkovski afirmou que há pouco anti-semitismo e fascismo na Ucrânia. O correspondente UNIANrelata o embaixador disse aos repórteres antes do início da Conferência das Organizações Judaicas da Ucrânia, "Nós, naturalmente, cuidadosamente monitorar através da embaixada e organizações judaicas o que está acontecendo na Ucrânia, e devo dizer que não observam quaisquer manifestações específicas De anti-semitismo ou fascismo ".
O Embaixador também observou que a situação na Ucrânia é monitorada regularmente.
O antissemitismo e o nazismo na Ucrânia foram os principais temas da propaganda russa durante o ano passado.
Fonte: Ukrainian Jewish Encounter

domingo, 5 de março de 2017

Israel quer que países árabes criem uma aliança militar contra seu inimigo, Irã


Israel propôs à comunidade árabe criar uma aliança militar similar à OTAN para poder fazer face a seu inimigo comum, ou seja, ao Irã. Porém, a ideia de tal bloco pode pôr em uma situação incómoda não só a Arábia Saudita, mas também a Rússia, escreve o jornal russo Vzglyad.
Em 28 de fevereiro, o Ministério da Defesa israelense apelou a Riad e aos outros países sunitas para instituírem uma aliança defensiva na região.
"Já chegou a hora de organizar uma aliança formal, uma coalizão de todas as forças moderadas do Oriente Médio, contra o terror", afirmou o ministro da Defesa do país, Avigdor Lieberman, à edição alemã Die Welt.
Segundo o titular da pasta israelense, "os países sunitas se dão conta de que a ameaça maior não provém de Israel e do sionismo, mas do Irã". Tal eventual aliança poderia integrar tanto muçulmanos como judeus e cristãos.
Na opinião de Lieberman, Israel poderia ajudar os países árabes com tecnologias militares e modernização dos seus exércitos.
"Para sobreviver, os países árabes moderados necessitam de Israel mais do que Israel necessita deles", indicou.
Mijail Feiguin, porta-voz do ministro da Defesa israelense, comentou ao Vzglyad que o mundo árabe entende que o Irã continua sendo o inimigo principal de todas as forças moderadas da região. Segundo disse o representante, existe a possibilidade de criar uma coalizão contra Teerã. Entretanto, por enquanto é difícil dizer que países poderiam integrar o bloco.
Segundo o especialista em problemas do Oriente Médio Konstantin Dudarev, a Arábia Saudita "se encontra em uma situação muito delicada frente à proposta de Israel". Ademais, indicou, embora "os interesses de Riad e Tel Aviv coincidam", ambos os países "continuam em condições de hostilidade".
Mijail Feiguin, porta-voz do ministro da Defesa israelense, comentou ao Vzglyad que o mundo árabe entende que o Irã continua sendo o inimigo principal de todas as forças moderadas da região. Segundo disse o representante, existe a possibilidade de criar uma coalizão contra Teerã. Entretanto, por enquanto é difícil dizer que países poderiam integrar o bloco.
o cientista político Tofik Abbasov, "houve notícias de que tinham sido conduzidas negociações a portas fechadas entre as agências de inteligência dos países do Golfo e de Israel". "Os países do Golfo têm cada vez mais medo do Irã. Apesar de não serem tão ricos, os iranianos dispõem de um exército mais eficiente e de maior capacidade de manobra no palco diplomático", sublinhou.
Fonte: Sputnik