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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Judeus da França estão se juntando ao ISIS, afirma oficial francês


De acordo com um oficial do governo francês, cerca de mil homens e mulheres da França se juntaram ao grupo terrorista Estado Islâmico, o surpreendente é que um punhado desses "voluntários" vem da comunidade judaica da França.
Referindo-se a estatísticas recolhidas pelo Ministério do Interior francês, o governante apontou que alguns judeus franceses que se juntaram ao ISIS tinham, no momento, convertido ao Islã em algum momento. Nenhum comentário foi feito sobre outros judeus que são conhecidos por terem aderido à organização jihadista e cujos registros de censos não mostram que eles são muçulmanos (embora provavelmente seria o caso que eles declarassem ser muçulmanos aos seus recrutadores, considerando a Absolubilidade teocrática do Estado Islâmico).
O funcionário salientou que, embora possa ser visto que os judeus franceses estavam se juntando ao grupo terrorista, não há tendência aparente.
A França é uma das maiores fontes entre as nações ocidentais, das quais o Estado Islâmico recruta lutadores estrangeiros para combater a jihad na Síria, Iraque, Líbia e em todo o mundo. Muitos recrutas ocidentais são muçulmanos, muçulmanos recentes que foram convertidos para o Islã Sunita.
A França, em particular, tem muitas infra-estruturas que ajudam na radicalização da sua comunidade islâmica, nomeadamente sob a forma de mesquitas financiadas pela Arábia Saudita que são conhecidas por empurrar a ideologia do wahhabismo(islamismo radical) para os seus participantes. Em última análise, é o governo francês que continua a conceder árabes saudáveis ​​vetados islâmicos e instituições de caridade na França o direito de promover tal agenda. Esta realidade foi apontada antes por jornalistas europeus, esta revelação mais recente demonstra que mesmo aqueles de nascimento judaico (mesmo os judeus aparentemente sendo um dos inimigos religiosos mais odiados do jihadismo wahhabi) são elegíveis para se juntar ao grupo terrorista.
Fonte: al-Masdar News

terça-feira, 25 de abril de 2017

18 propostas de Marine Le Pen, a candidata nacionalista francesa


Diversas críticas vinculadas a Marine Le Pen estão circulando nas redes sociais nos últimos dias, pelo fato das eleições francesas muitas críticas vindo de grupos de Esquerda, e até mesmo de grupos nacionalistas de outros países a comparando com o presidente norteamericano Donald Trump, que fez belas promessas nacionalistas e antiterroristas, mas ao chegar no poder mudou sua postura e voltou a colaborar com o terrorismo e assim com sionismo.

Muitos que criticam não sabem as principais propostas de Le Pen, e muitas das propostas até se comparam com propostas Socialistas e não capitalistas, algo que a esquerda com suas críticas desenfreadas não enxergam deveriam parar e repensar, aqui estou deixando algumas das propostas de Le Pen para análise do leitor:

1 Criar o "Programa de Aceleração do Crescimento" para a Agricultura.
2 Proteger produtores agrícolas e indústrias para combater o “capital financeiro especulativo” e a “competição desleal”;
3 Aumentar tarifas de importação e criar cotas máximas para produtos estrangeiros;
4 Impedir a privatização de edifícios culturais estatais;
5 Manter a jornada de trabalho em 35 horas semanais mas limitar as possibilidades de horas extras(com as atuais leis trabalhistas da França a carga horária pode subir para até 60 horas em circunstâncias excepcionais. Empresas ganham a chance de criar jornadas alternativas, com semanas de até 48 horas e turnos de 12 horas. Os trabalhadores poderiam ultrapassar 35 horas semanais sem direito a hora extra ou folgas)
6 Reduzir o preço do gás, da energia elétrica e dos trens na canetada.
7 Praticamente acabar com a exploração de gás de xisto para não prejudicar o meio ambiente;
8 Abaixar os preços das universidades;
9 Aumentar o poder do governo central no controle das pesquisas científicas;
10 Permitir que o Tesouro francês seja financiado pelo Banco Central Francês.
11 Criar um imposto de renda progressivo onde “os ricos pagam mais”;
12 Criar cotas para idosos nas contratações estatais;
13 Aumentar os gastos com a Justiça em 25%;
14 Ampliar o programa de subsídios para construção de casas populares
15 Criar um "Auxílio familiar" para os pais que tenham filhos em idade escolar e desejem deixar de trabalhar para viver às custas do governo, recebendo 80% do salário mínimo.
16 Garantir que todos os franceses tenham Previdência Social estatal;
17 Barrar a reforma da previdência e reduzir a idade de aposentadoria para 60 anos(desde 2010 a idade para aposentadoria é de 62 anos);
18 Não promover qualquer mudança nas leis de aborto francesas (O aborto na França é permitido até as doze semanas a pedido da mulher caso não tenha condições para ser mãe; por razões sociais ou economias. É exigido o aconselhamento da mulher. Permitida após as 12 semanas em caso de risco de morte ou saúde física da mulher, risco de malformação do feto. É necessária a certificação de dois médicos da situação)

sábado, 25 de março de 2017

Marine Le Pen visita Vladimir Putin na Rússia

Presidente russo, Vladimir Putin e a Marine Le Pen 

O encontro foi feito ontem, dia 24/03/2017, com o atual presidente russo e a figura da 'extrema-direita francesa' e também futura candidata e a presidente da França, Marine Le Pen. É algo muito importante para geopolítica, atualmente a França está ao lado dos EUA, e suas políticas imperialistas no Oriente, já a Rússia está ao lado Oriental, apoiando Assad, Le Pen apoia Assad e se caso seja eleita como presidente da França já demostra simpatia com a Rússia e seus valores.
Le Pen divulgou o encontro em seu Facebook, com as seguintes palavras: "Com o presidente russo, Vladimir Putin, temos evocado longamente a situação internacional e o terrorismo. Também temos trocado sobre o destino dos cristãos do oriente, ameaçados diariamente pelos fundamentalistas islâmicos. "

Mais fotos do Encontro: 


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Candidata presidencial francesa expressa seu apoio por Assad


A candidata presidencial e nacionalista francesa. Marine Le Pen, expressou seu apoio pró-Assad e pontos de vista pró-cristãos em sua recente visita ao Líbano na segunda-feira.
Chefe do partido Frente Nacional falou que apoiaria o presidente sírio, Bashar Assad e falou "é mais tranquilizador para solução da França" e sublinhou que "erradicar" o ISIS é a melhor maneira de proteger a minoria cristã, não transformando-os em refugiados.
Primeiro-ministro libanês Saad Hariri foi dito desde o pré-candidato presidencial que não há "nenhuma solução viável e inviável" para a guerra síria além de escolher Entre Assad e ISIS.
"Claramente explicado no quadro político da má opção menos é o politicamente realista. Parece que Bashar al Assad é hoje evidente que o mais reconfortante solução para a França ".

segunda-feira, 25 de julho de 2016

(+18) Síria oficializa morte de mais de 100 civis vítimas do bombardeio francês +FOTOS

Foto do bombardeio francês

Na última semana aconteceu o ataque horrendo na cidade francesa de Nice e na Síria um atentado vinda da Força Aérea Francesa , um país membro da coalizão anti- ISIS intensificou o bombardeio do território controlado por ISIS .
A campanha de bombardeio de retaliação resultou em um alto número de vítimas civis em Manbij densamente povoada . Estimativas mais baixas indicam o número de vítimas civis chegam a mais de 100 , enquanto as mais altas estimativas fornecidas por fontes locais deram uma figura de 300, a maioria dos quais eram mulheres e crianças .
Enquanto as mortes de civis não são alheias às guerras urbanas , a Força Aérea Francesa não é estranho à natureza vingativa. Após os ataques terríveis reivindicadas pelo ISIS em Paris , a Força Aérea Francesa bombardeou uma escola iraquiana em Nínive massacrando 36 crianças , de acordo com fontes locais.
A seguir vemos fotos das vítimas da Força Aérea Francesa na Síria:
(+18)







terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

A opressão judaica ás mulheres em Israel


Mulheres judias em Israel

Israel junto aos seus parceiros Ocidentais entram em todos os países com uma forte propaganda de igualdade e democratização, mas algo que não é noticiado em tais países é a opressão que as mulheres judias sofrem. Por exemplo, as constantes críticas ás mulheres islâmicas, propagandas insinuando que elas são oprimidas por sua religião e pelos homens que com elas são casados, esse tipo de propaganda circula pelo mundo inteiro, mas o que a imprensa manipulada pelos sionistas não divulgam é o sofrimento que as mulheres judias passam com os judeus ortodoxos, apesar de restrito a grupos específicos, complementa o machismo secular israelense e serve aos propósitos do projeto sionista. Ele procura contribuir para desconstruir a falsa ideia inabalável da democracia judaica. Contudo, apesar de não discorrer sobre o assunto, parto do pressuposto de que qualquer corrente política que prega a eliminação de outro povo não poderia ser menos excludente. Se as mulheres judias são, por vezes, sexualmente reprimidas, elas podem também representar o agente opressor: as mulheres palestinas são duas, três, quatro vezes menos privilegiadas. Elas sofrem por serem mulheres, por serem muçulmanas, por serem palestinas, por serem pobres. Me ative ao judaísmo porque sou judia e não pretendo falar sobre uma aflição que me é tão distante. Mas aproveito o espaço para prestar solidariedade às mulheres palestinas.

Texto feito por Elena Judensnaider
"Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D-us, Rei do Universo, que não me fez mulher.''
Este trecho faz parte da benção matinal judaica, que é recitada todas as manhãs por judeus, enquanto judias terminam a reza substituindo a parte destacada por que me fez conforme Sua vontade.
Eu cresci em um ambiente judaico praticante que, apesar de não ortodoxo, compartilhava espaços sagrados com famílias mais religiosas. Quando criança, me disseram para recitar a frase acima sempre ao acordar. Vi minha mãe ir ao mikvé, local em que acontece um ritual para purificação da mulher após cada menstruação e o nascimento de um filho. Vi minha avó usar peruca, porque judias religiosas não podem mostrar seu cabelo natural para qualquer homem que não seja da família. Fui convidada para casamentos de garotas de menos de 20 anos. Ouvi de professoras de escolas judaicas que as garotas não precisavam aprender tanto – afinal, logo casariam e teriam filhos e suas vidas se resumiriam a isso. Ouvi que os rabinos acompanhavam o ciclo menstrual das mulheres e as orientavam a ter relações conjugais com seus maridos nos dias férteis. Fui a sinagogas em que as mulheres se sentavam de um lado e os homens de outro. Em algumas, os homens ficaram no andar inferior, de frente à Torá (livro sagrado judaico), enquanto às mulheres ficavam reservadas poucas cadeiras, no andar superior, de onde mal se conseguia assistir às rezas.
Quando ia à sinagoga, eu tirava a roupa cotidiana e me vestia de acordo com a ocasião: precisava cobrir meu corpo entre os joelhos e os cotovelos, e pra isso tinha separados camisas três-quartos, saias que iam até depois do joelho e sapatos fechados. Eram as “roupas de sinagoga” e eu não questionava a mudança das vestimentas, considerando que se tratava de algo relacionado à etiqueta daquele lugar tão diferente da minha casa. Mas me deixava muito chateada que uma amiga ortodoxa da minha idade não pudesse assistir televisão comigo, e eu achava estranho que conhecidas mais velhas estivessem em vias de se casar com quem não conheciam.
Uma vez, ainda criança, reclamei para minha tia que tudo aquilo não era justo. Ela me respondeu firme, sem perceber a grande lição que estava me dando sobre relativismo cultural: “para elas, isso é felicidade”. Não pensei mais no assunto nos anos seguintes, procurando acreditar que minha tia estava certa.
Mas ela, que é mulher e judia, vai lutar pela Palestina?
Um familiar contou que ouviu essa frase, relacionada a mim, vinda de um funcionário de uma instituição judaica (não sei qual), quando teve conhecimento de que eu estava começando a militar a favor da Palestina. Imagino que ele não soubesse que, assim como eu estava me introduzindo e engajando na causa palestina, também me aproximava do feminismo.
A verdade é que foi ótimo ter ouvido essa frase, pois ela me deu muito mais clareza para entender a necessidade de lutas transversais, ou seja: não adianta lutar contra o sionismo sem lutar contra o machismo; não adianta lutar contra o machismo sem lutar contra o racismo e por aí vai. As lutas se complementam. Percebi que por ser mulher eu tinha ainda menos direito de me posicionar contra o sionismo e suas políticas fascistas. Isso se deve, além de ao machismo estrutural do qual os judeus não escapam, ao machismo particular reproduzido pelo judaísmo – principalmente o ortodoxo.
Mas não é exatamente sobre isso que quero falar.
Os grupos políticos ligados ao judaísmo costumam se colocar no campo ideológico oposto ao do islamismo, destacando principalmente os perigos que o extremismo islâmico pode representar para mulheres. Talvez, por isso, seja surpreendente que o judaísmo não seja isento de práticas religiosas e culturais que segregam as mulheres. A questão é: o julgamento de um grupo sobre religiões alheias é determinado pelo poder de que o grupo dispõe. Não, não se trata de campo ideológico. Trata-se de poder: ainda que a maior parte das religiões monoteístas seja patriarcal, quem tem poder, tem legitimidade pra exercer o machismo; quem tem mais poder ainda, pode exercer o machismo sem ser condenado internacionalmente.
Não estou, aqui, querendo comparar qualitativamente as obscenidades perpetradas pelo Estado Islâmico com aquelas cometidas pelos Haredim (judeus ortodoxos) ou ainda com o que pregam alguns líderes evangélicos no Brasil. Minha intenção é apenas a de demonstrar que os crimes à humanidade praticados por grupos religiosos não devem ser analisados na chave cultural (ou, ainda, moral), e sim na chave do poder. Porque eles existem em todos os grupos, mas o desenvolvimento ou a divulgação dos atos é proporcional ao seu poder, seja ele econômico, social, político ou militar.
É difícil nos distanciarmos dos paradigmas que o relativismo cultural nos impõe para discutir política, e isso inclusive dentro da esquerda: muito se confunde a defesa do oprimido com a defesa da cultura ou religião do oprimido, perdendo de vista as motivações de fato da opressão. É a condição social de origem dos imigrantes que determina a quem a xenofobia será dirigida. Na Europa, por exemplo, os russos que imigraram no início do século XX não sofreram o preconceito que os armênios sofreram em seguida e que os árabes sofrem hoje, justamente por conta de terem pertencido à elite em seu país de origem[2]. Ou seja: poder.
Os Haredim
Em Israel, por exemplo, os ortodoxos judeus têm muito poder.
Ainda que haja grande oposição ao extremismo religioso judaico dentro do país, a situação é especialmente preocupante devido ao interesse sionista nesse setor da sociedade.
Para que o governo tenha legitimidade para reivindicar o território é importante que haja uma população predominante na região. Se formos considerar Israel e os territórios ocupados, a população judaica não chega a metade. Essa é uma questão que existe desde a partilha da Palestina: apesar de o plano conceder 53% do território aos judeus, havia, à época, 600 mil judeus e 1,3 milhão de árabes na região. De lá para cá, a questão demográfica passou a ter muita importância. Para resolvê-la, o governo israelense promove campanhas de Aliá, ou seja, a imigração de judeus para Israel, baseadas na Lei do Retorno, que permite a concessão de cidadania israelense a qualquer judeu do mundo.
E é aí que entram os ortodoxos: com uma média de 6 a 7 filhos por família, os ortodoxos respondem a uma demanda urgente do Estado sionista de povoar e, consequentemente, controlar a região. Nesse contexto, e levando em consideração que, para o judaísmo, só é judeu quem tem a mãe judia, a mulher serve meramente como procriadora. Para isso, como incentivo ao estabelecimento e procriação dos ortodoxos, o governo oferece a eles isenção de impostos; dispensa do exército e subsídios financeiros.
Com isso, os ortodoxos têm muito poder. E, por ter poder, fazem mulheres serem detidas[3] por rezar “como os homens”. Proíbem as mulheres de cantar publicamente, de aparecer em outdoors ou de ser premiadas[4]. Colocam em circulação ônibus com divisórias[5], para que as mulheres se sentem na parte de trás e segregam as mulheres até nas calçadas[6]. Agridem e chamam uma garota de oito anos de prostituta[7] por não usar roupas “corretas”. Segregam as mulheres nas ruas. Apagam[8] lideranças políticas mulheres de fotografias de grande repercussão mundial. Se recusam a sentar[9] ao lado de mulheres em voos internacionais.
Sim, alguns desses casos são pontuais e não devemos generalizar a conduta de todo um setor da sociedade. Mas é importante notar duas coisas com relação aos ortodoxos judeus: a proteção institucional vinda do governo e a blindagem internacional vinda da mídia. Por que economizar a condenação moral, sempre tão bem-vinda à grande mídia, e ignorar uma problemática que é objeto de preocupação crescente entre os próprios israelenses?