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quinta-feira, 20 de abril de 2017

VÍDEO: Soldados israelenses agridem criança palestina


VEJA O VÍDEO:

 
2 soldados israelenses agridem criança palestina que corria na rua, as agressões de soldados israelenses são diárias na Palestina, seus principais alvos são crianças, mulheres e idosos, pois contra homens eles tem medo que sejam soldados do Hamas.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

A situação atual e estratégias em Aleppo (AGOSTO 2016)


A situação de uma das maiores cidades da Síria, Aleppo, tomou um rumo dramático nos últimos meses, como as tropas do governo em muitos bairros da cidade e as forças rebeldes ainda conseguem aproveitar a rota de abastecimento, esta rota de fornecimento de outra forma está em vigor desde 2013.
Aleppo foi apelidado de "a mãe de todas as batalhas" com boa razão" - cerca de 5.000 a 12.000 combatentes foram alinhados por Jaish al-Fateh e Fatah Halab para a ofensiva Aleppo sudoeste, completamente esmagadora do Exército Árabe Sírio (SAA).
Embora facções extremistas islamistas definitivamente sofreram grandes baixas através da linha defensiva do Exército Sírio no sudoeste de Aleppo, os terroristas ainda estão para garantir um caminho seguro o suficiente para eles para chegar em areas "seguras" no lado oriental de Aleppo, os rebeldes islâmicos a cruzam os distritos de Aleppo através de túneis e portas improvisadas no distrito Ramouseh que é inteiramente sob controle dos grupos terroristas Jaish al-Fateh e Fatah Halab..
Enquanto isso, o exército sírio criou uma via de abastecimento ao longo do eixo Castello-Bani Zaid, que fica no norte de Aleppo. Aonde caminhões de abastecimento agora são capazes de passar; No entanto, a linha de alimentação em si permanece perigosamente estreita.
Enquanto na necessidade urgente de alargar a sua própria linha de abastecimento do norte, os comandantes do exército sírio em Aleppo também deve priorizar recapturar áreas perdidas no sudoeste de Aleppo que efetivamente assediam as forças rebeldes de Aleppo mais uma vez.
Para facções islâmicas, a batalha por Aleppo representa uma importante zona estratégic. Se o exército sírio capturar inteiramente Aleppo, isso levaria a uma ofensiva do governo inevitável para o oeste através do continente Jaish al-Fateh.

Fonte: al-Masdar News um dos sites sírios reconhecidos pelo governo sírio. Link: https://www.almasdarnews.com/article/understanding-battle-supply-lines-aleppo-city-map-update/ 

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Israel ataca marcha palestina contra fechamento de uma igreja



Israel ataca marcha palestina contra a confiscação de uma igreja
Militares israelenses atacaram no último sábado(6) manifestantes palestinos que protestavam contra a confiscação de uma igreja, os soldados deixaram ativistas feridos.
Enquanto isso, dezenas de palestinos se reuniram pacificamente no sul da Cisjordânia (que é ocupada por Israel), a fim de condenar os planos de Israel de construir assentamentos nas imediações da igreja Bayt al-Baraka. 
Segundo Israel o motivo do "ataque" foi por causa que os manifestantes ultrapassam limite imposto pelos soldados.  
A igreja mencionada situa-se no campo de refugiados do norte de Al-Arroub, entre as cidades de Al-Khalil (Hebron) e Beit Lahm (Belém).
Fonte: Hispan TV.

domingo, 7 de agosto de 2016

Ataque israelense em Gaza deixa 408 crianças mortas, diz Unicef

Os bombardeios do Exército de Israel em Gaza deixaram 408 crianças mortas e 2.500 feridas, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), que calcula em 370 mil o número de menores que necessitam urgentemente de ajuda psicológica.
"O número de crianças assassinadas durante a operação militar superou o de crianças mortas durante a operação Chumbo Fundido", a última ofensiva israelense em Gaza, entre 2008 e 2009, na qual 350 menores morreram, afirmou Pernille Ironside, chefe do Unicef em Gaza.
"A ofensiva teve um impacto catastrófico e trágico nas crianças. Se levarmos em conta o que esses números representam para a população de Gaza, é como se tivessem morrido 200 mil crianças nos Estados Unidos",
Ironside ressaltou que não há eletricidade e que os sistemas de água potável e saneamento não funcionam, por isso o perigo de doenças transmissíveis e de diarreia -- que pode ser fatal em menores de cinco anos -- é iminente.
"É preciso se levar em conta o tamanho da faixa de Gaza, são 45 km de comprimento por entre 6 km e 14 km de largura. Não há uma só família que não tenha sido diretamente afetada por alguma perda", disse.
"A destruição é total. Usaram armamentos horríveis que provocam terríveis amputações. E isso se passou na frente dos olhos das crianças, que viram morrer seus amigos e seus pais", afirmou a funcionária.
Por isso o Unicef calcula que 370 mil crianças necessitarão ajuda psicológica para superar o trauma.
"Levemos em conta que uma criança que tem sete anos já passou por três ofensivas, a de 2008-2009, a de 2012 e a de agora. Imaginem o impacto que isso pode ter tanto nas crianças menores como nas quais já entendem o que isso significa", afirmou.
A Unicef, ONU e outros  defensores dos direitos humanos já afirmaram as atrocidades que Israel faz em Gaza, mas nenhuma medida foi tomada. Até quando isso durará?  


segunda-feira, 23 de maio de 2016

Suicídio de Rudolf Hess é mais uma mentira sionista



A Scotland Yard deu os nomes dos agentes britânicos que supostamente assassinaram o ex-deputado do Reich e vice de Adolf Hitler, Rudolf Hess, na infame prisão de Spandau, mas foram aconselhados pelo Ministério Público a não prosseguir com suas investigações, de acordo com relatório recentemente lançado pela própria organização policial.
Escrito dois anos após a morte de Hess em 1987, o documento classificado esboça um inquérito altamente sensível sobre as reivindicações de um cirurgião britânico que já havia tratado o vice de Adolf Hitler que, ao invés de tirar a própria vida, foi morto por ordens britânicas para preservar segredos de guerra.
Lançado sob o Freedom of Information Act, o relatório redigido parcialmente pelo detetive superintendente-chefe Howard Jones revelou que o cirurgião - Hugh Thomas - tinha fornecido por um "funcionário do governo" responsável pela formação de agentes secretos os nomes de dois suspeitos.
Retido por quase 25 anos, o relatório foi divulgado pelo comando da Scotland Yard antiterrorista após consulta com "outros departamentos governamentais e de governos estrangeiros".
A morte de Hess em Berlim com a idade de 93 anos depois de ter aparentemente se enforcado com um fio flexível em uma casa de veraneio no terreno de Spandau tem sido controverso, com alegações de que ele estava muito fraco para cometer suicídio e um bilhete de despedida para sua família tinha de fato sido escrito 20 anos antes.
A The Yard foi chamada, em 1989, depois que o Sr. Thomas, um ex-cirurgião militar eminente anteriormente com base em Spandau, afirmou em um livro que "Hess" era na verdade um impostor enviado pelos "nazis" para a Grã-Bretanha em 1941 e seu assassinato foi realizado por dois assassinos britânicos disfarçados de militares americanos.
Em seu relatório posterior de 11 páginas, o Sr. Jones disse que o cirurgião tinha " transmitido confidencialmente" os nomes de dois supostos suspeitos passados a ele por um informante, que era um ex-membro da S.A.S e desde então assumiu um papel de "treinamento de pessoas para operações de espionagem ".
Antes de sua morte, a especulação tinha sido crescente de que Hess deveria ser liberado se não fosse um longo veto por parte da União Soviética, que durante décadas tinha insistido em um regime severo para Hess, inclusive obrigando-o a lavar as mãos no vaso sanitário, que podia ter sido revertido pelo então ministro Mikhail Gorbachev.
Mr Jones escreveu: "[Thomas] tinha recebido informações de que dois assassinos tinha m sido ordenados em nome do governo britânico para matar Hess, a fim de que ele não pode-se ser liberado e ficasse livre para expor os segredos sobre a conspiração para derrubar o governo Churchill."
O oficio não encontrou "muita substância" às reivindicações do Sr. Thomas de assassinato, mas sugeriu que deviam ser feitos esforços para encontrar e entrevistar os supostos assassinos junto com outras testemunhas para assegurar que o assunto fosse "exaustivamente julgado" para poder ser fechado.
Não se sabe se os dois suspeitos foram rastreados depois que o relatório foi submetido ao Crown Prosecution Service em maio de 1989.
Mas, dentro de seis meses, a investigação foi encerrada após o então Diretor da Promotoria, Sir Allan Green Q.C, julgar-se ciente de que novas investigações não eram necessárias.
Em novembro de 1989, Sir Nicholas Lyell, o procurador-geral, disse ao Parlamento: "Os inquéritos realizados pelo detetive superintendente Jones produziram nenhuma evidência convincente para sugerir que Rudolf Hess foi assassinado; nem, na visão do Diretor do Ministério Público, não há qualquer base para uma investigação mais aprofundada
A chegada sem aviso prévio de Hess na Grã-Bretanha foi um dos incidentes mais estranhos da Segunda Guerra Mundial e continua a ser objeto de um amplo debate sobre a sua motivação, incluindo se foi uma tentativa mal-julgada para destituir Winston Churchill alistando aristocratas com "simpatias nazis".
Depois de voar para a Escócia, em 1941, ele foi de pára-quedas para o chão e, depois de ser levado em custódia, declarou sua intenção de negociar a paz com a Grã-Bretanha para formar uma aliança contra a União Soviética de Stalin.

Hess foi condenado à prisão perpétua "como um criminoso de guerra" nos Julgamentos de Nuremberg e encarcerado em Spandau, juntamente com outros líderes alemães, incluindo Albert Speer. A partir de 1966, o vice de Hitler - cujas guardas aliados foram obrigados a só se dirigem a ele como "prisioneiro sete"- foi o único preso na prisão de 600 celas!
lém disso, foi reivindicado sobre as circunstâncias do suicídio de Hess quando surgiram fotos da casa de verão onde morreu, mostrando a curta distância - 5 pés - entre o cabo a partir do qual ele foi encontrado pendurado e o chão.
Seu filho, Wolf, já havia insistido que a altura não era suficiente para seu pai, aleijado pela artrite, para se enforcar e deixando evidências de morte sugerindo um laço completo em volta do pescoço.
Em seu relatório, o Sr. Jones rejeitou tais preocupações, alegando "conselhos de especialistas" que apresentaram lesões de Hess que foram consistentes com uma "situação de suspensão incomum".

Texto retirado do blog O Sentinela 


quinta-feira, 12 de maio de 2016

19 motivos para Bashar al-Assad continuar no poder


Bashar al-Assad recebendo apoio popular

1. Na Síria não há nenhum Banco Central Rothschild.
2. A Síria proibiu os alimentos geneticamente modificados o cultivo e a importação dos mesmos.
3. A Síria é o único país árabe que não tem dívidas para com o FMI-Fundo Monetário Internacional, com o Banco Mundial ou qualquer outra pessoa ou entidade. (Já na oposição, no lado anti-Assad já existe uma grande dívida, pois os grupos de oposição constantemente pedem empréstimos e armamento para o estrangeiro, assim criando uma dívida que será cobrada com o petróleo e as riquezas da Síria se caso Bashar al-Assad cair) 
4. A família Assad pertence à orientação Alawi do Islão, e mesmo sendo minoria dentro do Islão, mostrou ser justo e fraterno com todas as religiões, assim, visando os benefícios para o povo e não subdividindo por religião. Bashar apoia e tem o apoio dos cristãos, já reformou dezenas de igrejas.
5. As mulheres sírias têm os mesmos direitos que os homens tanto para estudar, como na saúde e na educação.
6. Na Síria, as mulheres não são obrigados a usar a burka. A Xária (lei islâmica) é inconstitucional.
7. A Síria é o único país árabe com uma Constituição secular e não tolera movimentos extremistas islâmicos.
8. Cerca de 10% da população síria pertence a uma das muitas denominações cristãs sempre presentes na vida política e social.
9. Em outros países árabes, a população cristã é inferior a 1%, devido ao assédio sofrido.
10. A Síria é o único país mediterrânico que ainda detém a empresa de petróleo, que não queriam privatizar.
11. A Síria tem uma abertura para a sociedade da cultura ocidental como nenhum outro país árabe.
12. Ao longo da história cinco papas eram de origem síria. A tolerância religiosa é única na área.
13. Antes da Conspiração Mundial, a Síria foi o único país na zona, sem guerras e conflitos internos.
14.Siria é o único país que reconheceu os refugiados iraquianos, sem qualquer discriminação social, política ou religiosa.
15. Bashar Al Assad tem uma aprovação extremamente popular.
16. Sabias que a Síria tem reservas de petróleo de 2.500 milhões de barris, cuja exploração está reservada para as empresas estatais?
17. Síria se opõe ao sionismo e ao criminoso apartheid israelita.
18. As pessoas estão bem informadas e muitas vezes falam e discutem sobre o estabelecimento da Nova Ordem Mundial.
19. A Síria é o último obstáculo para a escravidão da humanidade e da criação do Estado Talmúdico da Grande Israel.


Talvez com esses fatos vejam que a guerra tanto na Síria, na Líbia, Iraque e no mundo, foi e continua tendo como finalidade interesses econômicos para assim se manter no poder de todos os povos.
E aos que apoiam a "oposição" Síria saiba que se existe algum líder sanguinário e possessivo por poder, são seus líderes, EUA, Israel, Qatar, Arabia Saudita, Turquia e outros.


quinta-feira, 5 de maio de 2016

A imprensa e a democracia



  Uma pessoa física tem o direito de se exprimir, mesmo que de uma maneira incoerente. Uma pessoa moral também é livre de exprimir a sua personalidade moral. Mas a primeira apenas se representa a si própria enquanto a segunda representa o grupo de pessoas físicas que constituem a sua personalidade moral.
A sociedade compõe-se de muitas pessoas físicas e muitas pessoas morais: assim, quando uma pessoa física se exprime de uma maneira irracional, isso não significa que os outros membros da sociedade façam o mesmo. A opinião de uma pessoa física não compromete senão ela própria. A opinião de uma pessoa moral não exprime senão os interesses ou o ponto de vista dos indivíduos que constituem essa pessoa moral.
Uma empresa de produção e venda de tabaco não representa senão os interesses daqueles que constituem essa empresa, isto é, daqueles que tiram proveito da produção ou da venda do tabaco, mesmo que esse seja nocivo à saúde dos outros.
  A Imprensa é um meio de expressão da sociedade e não o meio de expressão de uma pessoa física ou moral. Logo, democraticamente, não pode ser a propriedade nem de uma nem de outra. No caso de um particular, proprietário de um jornal, o jornal é dele e exprime unicamente o ponto de vista dele. Pretender que seja o jornal da opinião pública é falso e sem qualquer fundamento, porque, na realidade, ele não exprime senão o ponto de vista de uma pessoa física. Não é democraticamente admissível que uma pessoa física possua um meio de difusão ou de informação. Mas ela tem o seu direito natural de se exprimir, seja por que meio for, mesmo que este seja irracional. Por exemplo, o jornal publicado por um sindicato de comerciantes ou por uma câmara de comércio é somente o meio de expressão dessa categoria social particular, exprimindo somente o seu ponto de vista e não o ponto de vista da opinião pública. O mesmo se pode dizer para as outras pessoas morais e físicas da sociedade.
  A Imprensa democrática é a publicada por um comitê popular composto por todas as categorias sociais, isto é, por associações de operários, de mulheres, de estudantes, de camponeses, de trabalhadores, de funcionários, de artesãos etc. Neste caso e somente neste caso, a Imprensa, ou qualquer outro meio de informação, é a expressão da sociedade no seu todo e reflete a sua concepção geral — será então uma Imprensa democrática.
Se a Ordem dos Médicos publica uma revista, esta não deve ser senão uma revista médica, para que seja realmente a expressão daqueles que a publicam. Se a Ordem dos Advogados publica um jornal, ele não deve ser senão jurídico, para que exprima realmente o ponto de vista daqueles que o publicam. O mesmo se deve dizer dos outros grupos sociais.
Uma pessoa física tem o direito de exprimir o seu próprio ponto de vista, mas democraticamente ela não se pode exprimir em nome das outras.
Assim pode ser resolvido, definitiva e democraticamente, o que se chama no mundo “o problema da liberdade de imprensa”
Essa questão, que ainda não acabou de ser debatida, nasceu do problema geral da democracia. Não poderá ser solucionada enquanto subsistir a crise da democracia.
Não há senão uma via para resolver este complicado problema da democracia: é a via da Terceira Teoria Universal.

  Segundo esta teoria, o regime democrático é uma construção coerente que assenta sobre os congressos populares de base, os comitês populares e as uniões profissionais, que se reúnem em conjunto no Congresso Geral do Povo.
Não existe absolutamente nenhuma outra concepção da sociedade democrática autêntica fora desta.
Finalmente, depois da época das repúblicas, a era das massas aproxima-se rapidamente de nós, inflamando os sentimentos e encandeando os olhos. Mas tanto mais esta nova era anuncia a verdadeira e a ruptura das cadeias das “máquinas de governar”, tanto mais ela pode ser acompanhada por uma era de anarquia e demagogia. A menos, ainda, que a democracia nova não volte a cair, transformando-se no poder de um indivíduo, de uma classe, de uma seita, de uma tribo ou de um partido.
Assim, é a verdadeira democracia, do ponto de vista teórico, mas, na prática, são sempre os mais fortes que governam.

domingo, 10 de abril de 2016

15 fatos sobre o governo de Kadafi





A conceituada revista suiça "Schweizmagazin" publicou um artigo enumerando as "crueldades" de Muammar Kadhafi para com o seu povo.


Eis alguns dos "sofrimentos" que o tirano (segundo a mídia) infligia ao seu pobre Povo:

01. Não havia conta de luz na Líbia, porque a electricidade era gratuita para todos. 

02. Créditos bancários, dos bancos estatais, eram sem juros, para todos, por lei expressa.

03. Casa própria era considerada direito humano, universal, e o governo fornecia uma casa ou apartamento para cada família. 

04. Recém casados recebiam 44.830€ para comprar casa e iniciar a vida familiar.

05. Educação e saúde eram gratuitas, da pré-escola à universidade. Antes de Kadhafi, apenas 25% dos líbios eram alfabetizados. Até ao ano de 2010 esse número passou a ser de 83%.

06. Agricultores iniciantes recebiam terra, casa, equipamentos, sementes e gado gratuitamente.

07. Quem não encontrava formação ou tratamento desejados recebia financiamento para ir ao exterior, adicionalmente 2.060€ mensais para moradia e carro.

08. Na compra de automóvel, o estado contribuia com uma subvenção de 50%.

09. O preço de gasolina era de 0,10 Euros o litro 

10. Faltando emprego após a formação profissional, o estado pagava salário médio da classe até conseguir a vaga desejada.

11. A Líbia não tinha dívida externa e apresentava reservas de €134.48 biliões. Após a ocupação os valores foram retidos ou desviados pelos bancos estrangeiros, incluindo investimentos em bancos estrangeiros e reservas em ouro.

12. Parte de toda a venda de petróleo era directamente creditada na conta de cada cidadão.

13. Mãe que dava a luz, recebia 4.480€.

14. 25 % da população líbia tinha um curso superior. (No Brasil apenas 16% dos trabalhadores têm ensino superior segundo a pesquisa realizada pela Exame.com)

15. Kadhafi construiu o projecto GMMR (O Grande Rio Artificial), que transportava água dos lençóis subterrâneos do Rio Nilo para as cidades e agricultura, irrigando as principais cidades do País e parte do deserto.

Eis aqui os 15 fatos sobre o regime do líder sanguinário Muammar al-Gadaffi. Hoje a Líbia se encontra em uma guerra civil, dividida em grupos radicais islamicos, inclusive o Estado Islâmico. Com 30% da população passando fome. Agora eu pergunto aos líbios que aceitaram a proposta dos EUA, Qatar, Israel e outros membros da cúpula sionista, valeu a pena? é essa a revolução que o povo líbio necessitava? 

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Muçulmanos na Noruega formam proteção simbólica à sinagoga



Mais de mil muçulmanos formaram um escudo humano em volta de uma sinagoga de Oslo, neste sábado (21), oferecendo proteção simbólica para a comunidade judaica da cidade e condenando o ataque à sinagoga da vizinha Dinamarca, no último final de semana.
Cantando "Não ao antisemitismo, não à islamofobia", os muçulmanos noruegueses formaram o que eles chamaram de anel da paz, uma semana depois que Abdel Hamid El-Hussein, um filho dinamarquês de imigrantes palestinos, matar duas pessoas em uma sinagoga e em um evento que promovia a liberdade de expressão em Copenhagen, no último final de semana.
"A humanidade é uma só e estamos aqui para demonstrar isso", disse Zeeshan Abdullah, um dos organizadores do protesto à multidão de imigrantes muçulmanos e noruegueses que lotaram a pequena rua em volta da única sinagoga em funcionamento em Oslo.

Apesar do "belo ato" em solidariedade com o outro povo, a frase "Não ao antisemitismo, não à islamofobia" é hipócrita, para começo de história os judeus que começaram á propagar o anti-islâmismo usando a mídia, sem contar que isso é uma total falta de respeito com os seus irmãos muçulmanos que sofrem diariamente    na Palestina pelos ataques de Israel, isso que o jovem Abdel Hamid El-Hussein fez foi apenas a mínima demostração do que os israelenses fazem na Palestina, todos os dias vemos casos de crianças, homens, mulheres e idosos que são mortos pelos soldados israelenses,  mesmo que exista, pouquíssima voz é dado aos judeus que são pró-Palestina. Mesmo sem fontes seguras, isso é apenas uma confirmação que os muçulmanos e judeus no Ocidente estão mais que unidos e pouco ligando para seus irmãos que estão morrendo no Oriente, ou sequer os jihadistas que a cada dia que se passa suja mais ainda a imagem do islã.

Essa "união" também é suspeita pela localidade, Oslo é uma das  capital na Europa que está tendo suas ruas patrulhadas pelos Soldados de Odin (CLIQUE PRA LER), ou seja, mais uma reafirmação que essa união e parceria entre judaísmo e islamismo estão lutando ou fornecendo ajuda de um ao outro para lutar contra os reais nativos, nacionalistas de no caso, da Noruega. Afirmações, fontes seguras e claras nós não temos, é apenas uma opinião, mas para aqueles que seguem o mesmo pensamento ideológico ou vem acompanhando os conflitos, imigração para a Europa saberá e entenderá muito bem o que estou falando.     

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Oficial russo é morto na Síria

Soldados russos em Latakia, Síria.
O Ministério da Defesa russo confirmou na quarta-feira (03/02) que um instrutor militar russo foi morto na Síria por um bombardeio lançado pelo grupo Estado Islâmico.
De acordo com o Ministério da Defesa, o instrutor foi morto quando estava treinando soldados sírios, e ajudando no manuseio de novas armas russas recém-chegados quando a guarnição militar foi fortemente atingida por morteiros.
O local deste incidente não foi oficialmente especificado,mas o ocorrido foi perto de Homs. O oficial será postumamente condecorado com a medalha Estado de prestígio.
"Um instrutor na Síria estava carregando tarefas de ajudar o exército sírio com as novas armas fornecidas no âmbito de agir contra os terroristas", disse o ministério.
A morte do instrutor militar é a terceira vez que a campanha militar russa começou cerca de 4 meses atrás. O primeiro caso foi um piloto de um SU-24 foi derrubado por um caça turco F-16 perto da fronteira Síria -Turquia, em 24 de novembro, ele conseguiu se ejetar mas foi morto a tiros por militantes islâmicos quando chegou ao solo, um fuzileiro naval russo foi morto na missão de resgate. 
A Rússia tem bombardeado as bases dos terroristas, infra-estrutura e campos de treinamento usados por ISIS, al-Nusra e outros grupos extremistas na Síria.
A identidade do oficial morto não foi revelado, mas a família já está recebendo os benefícios e ajuda do governo.
Mesmo com as perdas, a Rússia ainda não deu um prazo para interromper as ações na Síria, os ataques russos estão sendo de grande ajuda para os sírios.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

A opressão judaica ás mulheres em Israel


Mulheres judias em Israel

Israel junto aos seus parceiros Ocidentais entram em todos os países com uma forte propaganda de igualdade e democratização, mas algo que não é noticiado em tais países é a opressão que as mulheres judias sofrem. Por exemplo, as constantes críticas ás mulheres islâmicas, propagandas insinuando que elas são oprimidas por sua religião e pelos homens que com elas são casados, esse tipo de propaganda circula pelo mundo inteiro, mas o que a imprensa manipulada pelos sionistas não divulgam é o sofrimento que as mulheres judias passam com os judeus ortodoxos, apesar de restrito a grupos específicos, complementa o machismo secular israelense e serve aos propósitos do projeto sionista. Ele procura contribuir para desconstruir a falsa ideia inabalável da democracia judaica. Contudo, apesar de não discorrer sobre o assunto, parto do pressuposto de que qualquer corrente política que prega a eliminação de outro povo não poderia ser menos excludente. Se as mulheres judias são, por vezes, sexualmente reprimidas, elas podem também representar o agente opressor: as mulheres palestinas são duas, três, quatro vezes menos privilegiadas. Elas sofrem por serem mulheres, por serem muçulmanas, por serem palestinas, por serem pobres. Me ative ao judaísmo porque sou judia e não pretendo falar sobre uma aflição que me é tão distante. Mas aproveito o espaço para prestar solidariedade às mulheres palestinas.

Texto feito por Elena Judensnaider
"Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D-us, Rei do Universo, que não me fez mulher.''
Este trecho faz parte da benção matinal judaica, que é recitada todas as manhãs por judeus, enquanto judias terminam a reza substituindo a parte destacada por que me fez conforme Sua vontade.
Eu cresci em um ambiente judaico praticante que, apesar de não ortodoxo, compartilhava espaços sagrados com famílias mais religiosas. Quando criança, me disseram para recitar a frase acima sempre ao acordar. Vi minha mãe ir ao mikvé, local em que acontece um ritual para purificação da mulher após cada menstruação e o nascimento de um filho. Vi minha avó usar peruca, porque judias religiosas não podem mostrar seu cabelo natural para qualquer homem que não seja da família. Fui convidada para casamentos de garotas de menos de 20 anos. Ouvi de professoras de escolas judaicas que as garotas não precisavam aprender tanto – afinal, logo casariam e teriam filhos e suas vidas se resumiriam a isso. Ouvi que os rabinos acompanhavam o ciclo menstrual das mulheres e as orientavam a ter relações conjugais com seus maridos nos dias férteis. Fui a sinagogas em que as mulheres se sentavam de um lado e os homens de outro. Em algumas, os homens ficaram no andar inferior, de frente à Torá (livro sagrado judaico), enquanto às mulheres ficavam reservadas poucas cadeiras, no andar superior, de onde mal se conseguia assistir às rezas.
Quando ia à sinagoga, eu tirava a roupa cotidiana e me vestia de acordo com a ocasião: precisava cobrir meu corpo entre os joelhos e os cotovelos, e pra isso tinha separados camisas três-quartos, saias que iam até depois do joelho e sapatos fechados. Eram as “roupas de sinagoga” e eu não questionava a mudança das vestimentas, considerando que se tratava de algo relacionado à etiqueta daquele lugar tão diferente da minha casa. Mas me deixava muito chateada que uma amiga ortodoxa da minha idade não pudesse assistir televisão comigo, e eu achava estranho que conhecidas mais velhas estivessem em vias de se casar com quem não conheciam.
Uma vez, ainda criança, reclamei para minha tia que tudo aquilo não era justo. Ela me respondeu firme, sem perceber a grande lição que estava me dando sobre relativismo cultural: “para elas, isso é felicidade”. Não pensei mais no assunto nos anos seguintes, procurando acreditar que minha tia estava certa.
Mas ela, que é mulher e judia, vai lutar pela Palestina?
Um familiar contou que ouviu essa frase, relacionada a mim, vinda de um funcionário de uma instituição judaica (não sei qual), quando teve conhecimento de que eu estava começando a militar a favor da Palestina. Imagino que ele não soubesse que, assim como eu estava me introduzindo e engajando na causa palestina, também me aproximava do feminismo.
A verdade é que foi ótimo ter ouvido essa frase, pois ela me deu muito mais clareza para entender a necessidade de lutas transversais, ou seja: não adianta lutar contra o sionismo sem lutar contra o machismo; não adianta lutar contra o machismo sem lutar contra o racismo e por aí vai. As lutas se complementam. Percebi que por ser mulher eu tinha ainda menos direito de me posicionar contra o sionismo e suas políticas fascistas. Isso se deve, além de ao machismo estrutural do qual os judeus não escapam, ao machismo particular reproduzido pelo judaísmo – principalmente o ortodoxo.
Mas não é exatamente sobre isso que quero falar.
Os grupos políticos ligados ao judaísmo costumam se colocar no campo ideológico oposto ao do islamismo, destacando principalmente os perigos que o extremismo islâmico pode representar para mulheres. Talvez, por isso, seja surpreendente que o judaísmo não seja isento de práticas religiosas e culturais que segregam as mulheres. A questão é: o julgamento de um grupo sobre religiões alheias é determinado pelo poder de que o grupo dispõe. Não, não se trata de campo ideológico. Trata-se de poder: ainda que a maior parte das religiões monoteístas seja patriarcal, quem tem poder, tem legitimidade pra exercer o machismo; quem tem mais poder ainda, pode exercer o machismo sem ser condenado internacionalmente.
Não estou, aqui, querendo comparar qualitativamente as obscenidades perpetradas pelo Estado Islâmico com aquelas cometidas pelos Haredim (judeus ortodoxos) ou ainda com o que pregam alguns líderes evangélicos no Brasil. Minha intenção é apenas a de demonstrar que os crimes à humanidade praticados por grupos religiosos não devem ser analisados na chave cultural (ou, ainda, moral), e sim na chave do poder. Porque eles existem em todos os grupos, mas o desenvolvimento ou a divulgação dos atos é proporcional ao seu poder, seja ele econômico, social, político ou militar.
É difícil nos distanciarmos dos paradigmas que o relativismo cultural nos impõe para discutir política, e isso inclusive dentro da esquerda: muito se confunde a defesa do oprimido com a defesa da cultura ou religião do oprimido, perdendo de vista as motivações de fato da opressão. É a condição social de origem dos imigrantes que determina a quem a xenofobia será dirigida. Na Europa, por exemplo, os russos que imigraram no início do século XX não sofreram o preconceito que os armênios sofreram em seguida e que os árabes sofrem hoje, justamente por conta de terem pertencido à elite em seu país de origem[2]. Ou seja: poder.
Os Haredim
Em Israel, por exemplo, os ortodoxos judeus têm muito poder.
Ainda que haja grande oposição ao extremismo religioso judaico dentro do país, a situação é especialmente preocupante devido ao interesse sionista nesse setor da sociedade.
Para que o governo tenha legitimidade para reivindicar o território é importante que haja uma população predominante na região. Se formos considerar Israel e os territórios ocupados, a população judaica não chega a metade. Essa é uma questão que existe desde a partilha da Palestina: apesar de o plano conceder 53% do território aos judeus, havia, à época, 600 mil judeus e 1,3 milhão de árabes na região. De lá para cá, a questão demográfica passou a ter muita importância. Para resolvê-la, o governo israelense promove campanhas de Aliá, ou seja, a imigração de judeus para Israel, baseadas na Lei do Retorno, que permite a concessão de cidadania israelense a qualquer judeu do mundo.
E é aí que entram os ortodoxos: com uma média de 6 a 7 filhos por família, os ortodoxos respondem a uma demanda urgente do Estado sionista de povoar e, consequentemente, controlar a região. Nesse contexto, e levando em consideração que, para o judaísmo, só é judeu quem tem a mãe judia, a mulher serve meramente como procriadora. Para isso, como incentivo ao estabelecimento e procriação dos ortodoxos, o governo oferece a eles isenção de impostos; dispensa do exército e subsídios financeiros.
Com isso, os ortodoxos têm muito poder. E, por ter poder, fazem mulheres serem detidas[3] por rezar “como os homens”. Proíbem as mulheres de cantar publicamente, de aparecer em outdoors ou de ser premiadas[4]. Colocam em circulação ônibus com divisórias[5], para que as mulheres se sentem na parte de trás e segregam as mulheres até nas calçadas[6]. Agridem e chamam uma garota de oito anos de prostituta[7] por não usar roupas “corretas”. Segregam as mulheres nas ruas. Apagam[8] lideranças políticas mulheres de fotografias de grande repercussão mundial. Se recusam a sentar[9] ao lado de mulheres em voos internacionais.
Sim, alguns desses casos são pontuais e não devemos generalizar a conduta de todo um setor da sociedade. Mas é importante notar duas coisas com relação aos ortodoxos judeus: a proteção institucional vinda do governo e a blindagem internacional vinda da mídia. Por que economizar a condenação moral, sempre tão bem-vinda à grande mídia, e ignorar uma problemática que é objeto de preocupação crescente entre os próprios israelenses? 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Como os EUA criou o Estado Islâmico e se recusa a combate-lo



Os Estados Unidos se recusaram a ajudar o governo da Síria a combater grupos radicais islâmicos como a Al-Qaeda e o ISIS (Exército Islâmico do Iraque e da Síria, que recentemente mudou de nome para Estado Islâmico). Além disso, segundo revelações feitas pelo site Wikileaks, o governo norte-americano armou grupos como o ISIS. Os quase 3 mil documentos sobre essa questão foram vazados pelo site dirigido por Julian Assange na última sexta-feira (08/08).
Em 18 de fevereiro de 2010, o chefe da inteligência síria, general Ali Mamlouk, apareceu de surpresa em uma reunião entre diplomatas norte-americanos e Faisal a-Miqad, vice-ministro das relações exteriores da Síria. A visita de Mamlouk foi uma decisão pessoal de Bashar al-Assad, presidente sírio, em mostrar empenho no combate ao terrorismo e aos grupos radicais islâmicos no Oriente Médio, assinala o documento.
Neste encontro com Daniel Benjamin, coordenador das ações de contra-terrorismo dos EUA, “o general Mamlouk enfatizou a ligação entre a melhoria das relações EUA-Síria e a cooperação nas áreas de inteligência e segurança”, afirmam os diplomatas norte-americanos em telegrama destinado à CIA, ao Departamento de Estado e às embaixadas dos EUA em Líbano, Jordânia, Arábia Saudita e Inglaterra.
Para Miqad e Mamlouk, essa estratégia passava por três pontos: com o apoio dos EUA, a Síria deveria ter maior papel na região, a política seria um aspecto fundamental para ações de cooperação contra o terrorismo e a população síria deveria ser convencida dessa estratégia com a suspensão dos embargos econômicos contra o país. Para Imad Mustapha, embaixador sírio em Washington, “os EUA deveriam retirar a Síria da lista negra”. Nas palavras de George W. Bush, o país fazia parte do “eixo do mal”, junto com Coreia do Norte e Afeganistão.
Apesar da discordância entre EUA e Síria quanto ao apoio de Assad a grupos como Hezbollah e Hamas, os dois países concordavam quanto à necessidade de interromper o fluxo de guerrilheiros estrangeiros para o Iraque e impedir a proliferação de grupos radicais, como a Al-Qaeda, o ISIS e o Junjalat, uma facção palestina com a mesma orientação política. Para Benjamin, as armas chegavam ao Iraque e ao Líbano contrabandeadas pelo território sírio.
Mamlouk reforçou a “experiência síria em combater grupos terorristas”. “Nós não ficamos na teoria, tomamos atitudes práticas”, foram as palavras do chefe de inteligência de Assad. Segundo o general, o governo sírio não mata ou ataca imediatamente esses grupos. “Primeiro, nós nos infiltramos nessas organizações e entendemos o funcionamento delas”. De acordo com Damasco, “essa complexa estratégia impediu centenas de terroristas de entrarem no Iraque”.
Guerra do Iraque e surgimento do Estado Islâmico
No entanto, apesar de afirmarem cooperar com a Síria para combater o terrorismo, os EUA também trabalharam para armar os opositores sírios e isso causaria um problema maior na região: a criação do atual Estado Islâmico. Segundo documentos obtidos pelo jornal britânico Guardian, grande parte do armamento utilizado pelo ISIS (antigo nome do Estado Islâmico) veio de grupos armados pelos EUA e cooptados por Abu Bakr al-Baghdadi, líder do Califado Islâmico, que hoje controla territórios na Síria e no Iraque.
Armados pelos EUA, militantes do Estado Islâmico conseguiram lutar em cinco frentes concomitantemente
Apesar da discordância entre EUA e Síria quanto ao apoio de Assad a grupos como Hezbollah e Hamas, os dois países concordavam quanto à necessidade de interromper o fluxo de guerrilheiros estrangeiros para o Iraque e impedir a proliferação de grupos radicais, como a Al-Qaeda, o ISIS e o Junjalat, uma facção palestina com a mesma orientação política. Para Benjamin, as armas chegavam ao Iraque e ao Líbano contrabandeadas pelo território sírio.
Mamlouk reforçou a “experiência síria em combater grupos terorristas”. “Nós não ficamos na teoria, tomamos atitudes práticas”, foram as palavras do chefe de inteligência de Assad. Segundo o general, o governo sírio não mata ou ataca imediatamente esses grupos. “Primeiro, nós nos infiltramos nessas organizações e entendemos o funcionamento delas”. De acordo com Damasco, “essa complexa estratégia impediu centenas de terroristas de entrarem no Iraque”.
Guerra do Iraque e surgimento do Estado Islâmico
No entanto, apesar de afirmarem cooperar com a Síria para combater o terrorismo, os EUA também trabalharam para armar os opositores sírios e isso causaria um problema maior na região: a criação do atual Estado Islâmico. Segundo documentos obtidos pelo jornal britânico Guardian, grande parte do armamento utilizado pelo ISIS (antigo nome do Estado Islâmico) veio de grupos armados pelos EUA e cooptados por Abu Bakr al-Baghdadi, líder do Califado Islâmico, que hoje controla territórios na Síria e no Iraque.
Economista francês, Thomas Piketty vive dia de celebridade na USP
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Saddam al-Jammal, líder do Exército de Libertação da Síria, outro grupo anti-Assad, também jurou lealdade ao Estado Islâmico desde novembro de 2013. Para garantir tal apoio, o ISIS mudou a sua estratégia de controle: dava autonomia a essas autoridades locais em vez de controlar diretamente a governança das cidades. Como resultado, o ISIS se expandiu e conseguiu lutar em cinco frentes: contra o governo e os opositores sírios, contra o governo iraquiano, contra o Exército libanês e milícias curdas.
O armamento começou a ser enviado para os opositores sírios em setembro de 2013. Na época, analistas davam o ISIS como terminado e a alegação para fortalecer esses grupos era a de que o governo Assad havia usado armas químicas. Para enviar as armas, o governo Obama usou bases clandestinas na Jordânia e na Turquia. Aliados dos EUA na região, como Arábia Saudita e Catar, também forneceram ajuda financeira e militar.
Ironicamente, os EUA sabem inclusive a real identidade do líder do Califado. Durante um ataque à cidade iraquiana de Falluja em 2004, os norte-americanos prenderam alguns dos militantes pelos quais procuravam. Entre eles, estava um homem de 30 e poucos anos e pouco importante na organização: Ibrahim Awad Ibrahim al-Badry. 10 anos depois, ele se tornaria líder da mais radical insurgência islâmica contra o Ocidente, segundo informações de um oficial do Pentágono.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

O muro de Israel


Palestino erguendo a bandeira da Palestina no muro de Israel
O Muro da Cisjordânia ou Muro de Israel é uma barreira física que está sendo construída pelo Estado de Israel, passando em torno e por dentro dos Territórios Palestinos Ocupados (Cisjordânia e Jerusalém Oriental). A barreira tem uma extensão aproximada de 760 km, ou seja, duas vezes o comprimento da Linha do Armistício de 1949 (Green Line) entre a Cisjordânia e Israel. O muro é ladeado por uma faixa de 60 metros de largura (área de exclusão) em 90% da sua extensão, e a muralha de concreto chega a 8 metros de altura em 10% da sua extensão. A maior parte da barreira foi construída na Cisjordânia, e uma parte menor segue a Linha do Armistício de 1949. 12% da área da Cisjordânia ficaram no lado israelense da barreira. 
A barreira também é chamada de "Cerca de Separação" ou "Cerca de Segurança", pelo governo israelense, segundo o qual, o propósito da construção seria o de evitar a infiltração de terroristas em Israel. Enquanto os palestinos geralmente se referem à barreira como Muro de Segregação Racial, e alguns oponentes como Muro do Apartheid. Para a Autoridade Nacional Palestina, o muro visa criar fatos consumados na incorporação de partes dos Territórios Palestinos ao Estado Israel.
A existência e o traçado da construção, são contestados sob os aspectos políticos, humanitários e legais. O Tribunal Internacional de Justiça de Haia o declarou ilegal em 2004, pois a barreira corta terras palestinas e isola cerca de 450.000 pessoas. Israel não acatou o parecer da Corte Internacional, e a construção da barreira prossegue.
Segundo o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA - sigla em inglês), a maioria das barreiras físicas ou burocráticas impostas atualmente à mobilidade e acessibilidade dos palestinos visa proteger os 500 mil colonos judeus que ocupam assentamentos na Cisjordânia - em contravenção à lei internacional -, bem como garantir uma reserva de terras para a expansão futura desses assentamentos e melhorar as ligações viárias entre esses assentamentos e Israel. Duas outras barreiras do mesmo tipo, também construídas pelo governo israelense, são igualmente controversas: a que separa Israel e a Faixa de Gaza e a que separa a Faixa de Gaza e o Egito, atualmente sob controle egípcio.