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quarta-feira, 27 de julho de 2016

ONU denuncia Forças de Kiev por possíveis crimes de guerra


A ONU denunciou na última quinta-feira(21) um relatório sobre execuções sumárias de civis e bombardeios indiscriminados em bairros residenciais no leste da Ucrânia, executados pelas "Forças de Kiev", atos que poderiam constituir "crimes de guerra".
Os atos examinados pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (OACDH) foram cometidos entre janeiro de 2014 e maio de 2016 no leste ucraniano, onde a guerra já deixou mais de 9.400 mortos em dois anos e meio.
No relatório, o OACDH reporta a "execução de soldados rendidos pelas Forças Armadas ucranianas". Também cita "um número considerável de supostas execuções sumárias e assassinatos de civis que não participavam nas hostilidades".
"O assassinato de civis, de trabalhadores da área de saúde ou religiosos, ou de qualquer pessoas que não participe ativamente nas hostilidades, é reconhecido como um crime de guerra", recordou a ONU.
O relatório da ONU também acusa os lados beligerantes de bombardeios contra zonas residenciais com foguetes e obuses altamente imprecisos, cujo uso em áreas urbanas é particularmente destrutivo.
Agora, com a ajuda da ONU, talvez o mundo enxergue as aberrações que as forças de Kiev fazem na Ucrânia.  

domingo, 5 de junho de 2016

Família de português morto pelo ISIS arrecada fundos para levar corpo à Portugal


  O pedido é feito em nome do pai do primeiro português a viajar para a Síria para combater o auto-proclamado Estado Islâmico, o militar da GNR que partilha também o nome com o filho, Mário Nunes. É depois disponibilizado um NIB da Caixa Geral de Depósitos para onde podem ser feitas as transferências.
A família informa ainda que, caso o montante recolhido ultrapasse as despesas realizadas com a transladação, "o excedente será doado a uma instituição de solidariedade social".
Em Janeiro de 2015 Mário Nunes tornou-se o primeiro português a alistar-se nas Unidades de Protecção Popular, YPG em curdo, as milícias que combatem o EI no norte da Siria. Nessa altura desertou da Força Aérea Portuguesa, onde era soldado há quase três anos. Estava colocado na Base Aérea de Beja.
Esteve na Síria cerca de quatro meses. Regressou à Europa em Junho, numa altura em que os combates tinham praticamente parado naquela zona. Após alguns meses, deu uma entrevista à  onde explicou os motivos que o levaram a decidir combater o grupo terrorista. "Eu e os outros voluntários preferíamos morrer ou sermos feridos a não fazer nada [contra o Estado Islâmico]", disse.

Em Janeiro deste ano voltou à região de Rojava, novamente para se alistar nas YPG. Morreu no início do mês passado, em circunstâncias que ainda estão por esclarecer. No comunicado enviado à família, a 28 de Maio, o comando das YPG escreveu que "nas horas negras de 3 de Maio" Mário "suicidou-se". No entanto, na passada quinta-feira, a organização divulgou um comunicado em que apontou como causa da morte um "acidente". Contudo, não explicou as circunstâncias da morte nem o motivo de ter demorado tanto tempo a contactar a família, algo que, por norma, é feito imediatamente. Dúvidas que poderão ser esclarecidas com a chegada do corpo a Portugal.
Para já, a família conta com o apoio do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Uma fonte oficial garantiu esta semana à SÁBADO que tudo será feito para ajudar a trazer o corpo do português para Portugal. Ao que a SÁBADO também apurou, a embaixada de Portugal em Nicósia, no Chipre, já está na posse do certificado de óbito autenticado. O documento seguirá agora para a representação portuguesa nos Emirados Árabes Unidos, que está acreditada no Iraque. Será essa embaixada a emitir o alvará de transladação, o documento que permitirá o transporte aéreo do corpo do aeroporto de Sulaymaniyah, na Região Autónoma do Curdistão iraquiano, para Portugal.
Não sabemos como os brasileiros possam depositar algum valor, mas caso há algum português lendo a postagem é só seguir:
 A conta bancária para onde poderão ser feitos os donativos é:
Caixa Geral de Depósitos
IBAN PT50003506420005802480056

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Forças ucranianas se concentram perto da Crimeia



  O jornal Sputnik divulgou uma nota anunciando que no território limítrofe no norte da Crimeia nos últimos dias aumentou o número de milicianos, militares e blindados ucranianos, disse à RIA Novosti uma fonte das forças de segurança locais.
"Nos últimos dias perto da fronteira russo-ucraniana no norte da Crimeia se observa uma concentração de unidades militares e o reforço de blindados. Na região de Kherson (cidade ucraniana) perto da cidade de Armyansk e do Estreito de Chongar surgem praças fortes protegidas”, disse o interlocutor da agência.
Segundo a fonte, o aumento dos blindados ucranianos ocorreu literalmente em poucos dias.
“Há dezenas de tanques enterrados, aumentou a quantidade dos veículos de transporte blindados, se construindo uma linha de apoio de fogo”, disse ele.
O serviço de imprensa da Frota do mar Negro da Rússia não comenta esta informação.
Com as movimentações de forças ucranianas e pró-Kiev na região, aumenta as tenções entre as Forças armadas da Novorossiya(FAN) que protegem os civis da República Popular de Donetsk e Lugansk, assim, a qualquer momento podendo retomar conflitos entre as duas forças. 

quinta-feira, 12 de maio de 2016

19 motivos para Bashar al-Assad continuar no poder


Bashar al-Assad recebendo apoio popular

1. Na Síria não há nenhum Banco Central Rothschild.
2. A Síria proibiu os alimentos geneticamente modificados o cultivo e a importação dos mesmos.
3. A Síria é o único país árabe que não tem dívidas para com o FMI-Fundo Monetário Internacional, com o Banco Mundial ou qualquer outra pessoa ou entidade. (Já na oposição, no lado anti-Assad já existe uma grande dívida, pois os grupos de oposição constantemente pedem empréstimos e armamento para o estrangeiro, assim criando uma dívida que será cobrada com o petróleo e as riquezas da Síria se caso Bashar al-Assad cair) 
4. A família Assad pertence à orientação Alawi do Islão, e mesmo sendo minoria dentro do Islão, mostrou ser justo e fraterno com todas as religiões, assim, visando os benefícios para o povo e não subdividindo por religião. Bashar apoia e tem o apoio dos cristãos, já reformou dezenas de igrejas.
5. As mulheres sírias têm os mesmos direitos que os homens tanto para estudar, como na saúde e na educação.
6. Na Síria, as mulheres não são obrigados a usar a burka. A Xária (lei islâmica) é inconstitucional.
7. A Síria é o único país árabe com uma Constituição secular e não tolera movimentos extremistas islâmicos.
8. Cerca de 10% da população síria pertence a uma das muitas denominações cristãs sempre presentes na vida política e social.
9. Em outros países árabes, a população cristã é inferior a 1%, devido ao assédio sofrido.
10. A Síria é o único país mediterrânico que ainda detém a empresa de petróleo, que não queriam privatizar.
11. A Síria tem uma abertura para a sociedade da cultura ocidental como nenhum outro país árabe.
12. Ao longo da história cinco papas eram de origem síria. A tolerância religiosa é única na área.
13. Antes da Conspiração Mundial, a Síria foi o único país na zona, sem guerras e conflitos internos.
14.Siria é o único país que reconheceu os refugiados iraquianos, sem qualquer discriminação social, política ou religiosa.
15. Bashar Al Assad tem uma aprovação extremamente popular.
16. Sabias que a Síria tem reservas de petróleo de 2.500 milhões de barris, cuja exploração está reservada para as empresas estatais?
17. Síria se opõe ao sionismo e ao criminoso apartheid israelita.
18. As pessoas estão bem informadas e muitas vezes falam e discutem sobre o estabelecimento da Nova Ordem Mundial.
19. A Síria é o último obstáculo para a escravidão da humanidade e da criação do Estado Talmúdico da Grande Israel.


Talvez com esses fatos vejam que a guerra tanto na Síria, na Líbia, Iraque e no mundo, foi e continua tendo como finalidade interesses econômicos para assim se manter no poder de todos os povos.
E aos que apoiam a "oposição" Síria saiba que se existe algum líder sanguinário e possessivo por poder, são seus líderes, EUA, Israel, Qatar, Arabia Saudita, Turquia e outros.


quinta-feira, 5 de maio de 2016

A imprensa e a democracia



  Uma pessoa física tem o direito de se exprimir, mesmo que de uma maneira incoerente. Uma pessoa moral também é livre de exprimir a sua personalidade moral. Mas a primeira apenas se representa a si própria enquanto a segunda representa o grupo de pessoas físicas que constituem a sua personalidade moral.
A sociedade compõe-se de muitas pessoas físicas e muitas pessoas morais: assim, quando uma pessoa física se exprime de uma maneira irracional, isso não significa que os outros membros da sociedade façam o mesmo. A opinião de uma pessoa física não compromete senão ela própria. A opinião de uma pessoa moral não exprime senão os interesses ou o ponto de vista dos indivíduos que constituem essa pessoa moral.
Uma empresa de produção e venda de tabaco não representa senão os interesses daqueles que constituem essa empresa, isto é, daqueles que tiram proveito da produção ou da venda do tabaco, mesmo que esse seja nocivo à saúde dos outros.
  A Imprensa é um meio de expressão da sociedade e não o meio de expressão de uma pessoa física ou moral. Logo, democraticamente, não pode ser a propriedade nem de uma nem de outra. No caso de um particular, proprietário de um jornal, o jornal é dele e exprime unicamente o ponto de vista dele. Pretender que seja o jornal da opinião pública é falso e sem qualquer fundamento, porque, na realidade, ele não exprime senão o ponto de vista de uma pessoa física. Não é democraticamente admissível que uma pessoa física possua um meio de difusão ou de informação. Mas ela tem o seu direito natural de se exprimir, seja por que meio for, mesmo que este seja irracional. Por exemplo, o jornal publicado por um sindicato de comerciantes ou por uma câmara de comércio é somente o meio de expressão dessa categoria social particular, exprimindo somente o seu ponto de vista e não o ponto de vista da opinião pública. O mesmo se pode dizer para as outras pessoas morais e físicas da sociedade.
  A Imprensa democrática é a publicada por um comitê popular composto por todas as categorias sociais, isto é, por associações de operários, de mulheres, de estudantes, de camponeses, de trabalhadores, de funcionários, de artesãos etc. Neste caso e somente neste caso, a Imprensa, ou qualquer outro meio de informação, é a expressão da sociedade no seu todo e reflete a sua concepção geral — será então uma Imprensa democrática.
Se a Ordem dos Médicos publica uma revista, esta não deve ser senão uma revista médica, para que seja realmente a expressão daqueles que a publicam. Se a Ordem dos Advogados publica um jornal, ele não deve ser senão jurídico, para que exprima realmente o ponto de vista daqueles que o publicam. O mesmo se deve dizer dos outros grupos sociais.
Uma pessoa física tem o direito de exprimir o seu próprio ponto de vista, mas democraticamente ela não se pode exprimir em nome das outras.
Assim pode ser resolvido, definitiva e democraticamente, o que se chama no mundo “o problema da liberdade de imprensa”
Essa questão, que ainda não acabou de ser debatida, nasceu do problema geral da democracia. Não poderá ser solucionada enquanto subsistir a crise da democracia.
Não há senão uma via para resolver este complicado problema da democracia: é a via da Terceira Teoria Universal.

  Segundo esta teoria, o regime democrático é uma construção coerente que assenta sobre os congressos populares de base, os comitês populares e as uniões profissionais, que se reúnem em conjunto no Congresso Geral do Povo.
Não existe absolutamente nenhuma outra concepção da sociedade democrática autêntica fora desta.
Finalmente, depois da época das repúblicas, a era das massas aproxima-se rapidamente de nós, inflamando os sentimentos e encandeando os olhos. Mas tanto mais esta nova era anuncia a verdadeira e a ruptura das cadeias das “máquinas de governar”, tanto mais ela pode ser acompanhada por uma era de anarquia e demagogia. A menos, ainda, que a democracia nova não volte a cair, transformando-se no poder de um indivíduo, de uma classe, de uma seita, de uma tribo ou de um partido.
Assim, é a verdadeira democracia, do ponto de vista teórico, mas, na prática, são sempre os mais fortes que governam.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Oficial russo é morto na Síria

Soldados russos em Latakia, Síria.
O Ministério da Defesa russo confirmou na quarta-feira (03/02) que um instrutor militar russo foi morto na Síria por um bombardeio lançado pelo grupo Estado Islâmico.
De acordo com o Ministério da Defesa, o instrutor foi morto quando estava treinando soldados sírios, e ajudando no manuseio de novas armas russas recém-chegados quando a guarnição militar foi fortemente atingida por morteiros.
O local deste incidente não foi oficialmente especificado,mas o ocorrido foi perto de Homs. O oficial será postumamente condecorado com a medalha Estado de prestígio.
"Um instrutor na Síria estava carregando tarefas de ajudar o exército sírio com as novas armas fornecidas no âmbito de agir contra os terroristas", disse o ministério.
A morte do instrutor militar é a terceira vez que a campanha militar russa começou cerca de 4 meses atrás. O primeiro caso foi um piloto de um SU-24 foi derrubado por um caça turco F-16 perto da fronteira Síria -Turquia, em 24 de novembro, ele conseguiu se ejetar mas foi morto a tiros por militantes islâmicos quando chegou ao solo, um fuzileiro naval russo foi morto na missão de resgate. 
A Rússia tem bombardeado as bases dos terroristas, infra-estrutura e campos de treinamento usados por ISIS, al-Nusra e outros grupos extremistas na Síria.
A identidade do oficial morto não foi revelado, mas a família já está recebendo os benefícios e ajuda do governo.
Mesmo com as perdas, a Rússia ainda não deu um prazo para interromper as ações na Síria, os ataques russos estão sendo de grande ajuda para os sírios.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Refugiados da Ucrânia são rejeitados na Alemanha



Refugiados do conflito na Ucrânia são negados na Alemanha em 95% dos casos (e, a partir de agora, todos serão negados) - enquanto o governo de Angela Merkel admite centenas de milhares de "refugiados de guerra", pessoas do Médio Oriente com a cultura totalmente oposta ao do Ocidente, ela nega abrigo ao próprio povo europeu.
A cada dia que se passa, podemos ver o propósito real da política de Merkel, que não é "ajudar os requerentes de asilo", mas sim substituir os europeus o mais rapidamente possível.
Segundo o jornal 'Frankfurter Rundschau', dos mais de 7.000 ucranianos que pediram asilo em 2014 e 2015, apenas 5% foram concedidos,, e todo o resto será enviado de volta para a Ucrânia, mesmo que tenha a guerra se mantenha apta, algo que acontece lá desde abril de 2014.
O jornal Frankfurter Rundschau afirmou que muitos dos refugiados vêm diretamente da zona de guerra região Donbass e Donetsk, onde suas casas e meios de subsistência foram destruídos (mesmos argumentos utilizados pelos "sírios", que atualmente entram na Alemanha).
Além disso, muitos fugiram em vez de serem chamado para o serviço militar, recusando-se a participar na guerra. O jornal citou um 'Hryhorii Demnychenko', um refugiado ucraniano na Alemanha disse: Meus amigos que se recusaram a servir no exército sofreram ataques físicos. Outros refugiados falam de discriminação após sua fuga de Donetsk.
Na semana passada, apesar do conflito em curso, a Ucrânia foi declarado um país "seguro" pelo governo alemão, segundo o jornal Frankfurter Rundschau. Isto significa que a partir de agora, ninguém daquela nação irá beneficiar de asilo na Alemanha.
As ideias governamentais alemãs ficam claras: Um conjunto de regras é aplicado aos ucranianos refugiados, onde existe uma verdadeira guerra e refugiados, mas são europeus; e outro padrão para as nações, do Oriente Médio, Norte da África e África subsaariana.
A xenofobia e traição aos europeus se prevalece principalmente na Alemanha, e alguns países que são membros da cúpula sionista, países mais dignos de irmandade como a Polônia e Rússia estão aceitando em massa os refugiados ucranianos. 

Ucranianos recém chegados no Aeroporto da Polônia.

Mulher e criança acolhidas na Ucrânia.