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sexta-feira, 17 de março de 2017

"Não quero mais lutar" diz Rafael Lusvarghi, condenado a 13 anos de prisão na Ucrânia.


A entrevista foi realizada pelo programa da radio "Радио Свобода"(Radio Liberty).

De acordo Lusvargi, ele foi lutar em Donbass, porque desde a infância era um grande fã da Rússia, e pretendia estudar lá.

"Pela imprensa li que Donbass foi atacado por vários batalhões nazistas como "Aidar","Azov" e outros, então fui convidado por amigos para participar da defesa", disse 
Lusvargi.  
Rafael disse que as pessoas que lutaram contra a Ucrânia também cometeram crimes contra civis:
"Por exemplo, há um grupo do qual eu estou muito triste em ter conhecido, o batalhão "Viknig", Eu trabalhei com eles, quando eu estava nas primeiras Brigadas da "RPD". Eles estavam muito orgulhosos do que fizeram no aeroporto de Lugansk, mas foi bárbaro, Quando nós vencemos nossos inimigos, nós temos que respeitá-los."
Lusvargi também falou sobre a corrupção de alguns dos chamados "comandantes", acrescentando que eles vendiam não só armas ou ajuda humanitária, eles estavam vendendo a informação. "Quando fomos várias vezes para atacar o posto de controle da Ucrânia, eles já sabiam onde e como iriamos realizar o ataque"
Por sua vez, o brasileiro diz que não quer mais lutar: "Eu não quero participar das lutas, eu sou contra a guerra. É um desperdício de tempo e dinheiro"

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sábado, 11 de março de 2017

Embaixador de Israel não encontrou fascismo ou anti-semitismo na Ucrânia


O embaixador israelense na Ucrânia Eli Byelotserkovski afirmou que há pouco anti-semitismo e fascismo na Ucrânia. O correspondente UNIANrelata o embaixador disse aos repórteres antes do início da Conferência das Organizações Judaicas da Ucrânia, "Nós, naturalmente, cuidadosamente monitorar através da embaixada e organizações judaicas o que está acontecendo na Ucrânia, e devo dizer que não observam quaisquer manifestações específicas De anti-semitismo ou fascismo ".
O Embaixador também observou que a situação na Ucrânia é monitorada regularmente.
O antissemitismo e o nazismo na Ucrânia foram os principais temas da propaganda russa durante o ano passado.
Fonte: Ukrainian Jewish Encounter

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Investigador da Euro-Atlântica debocha de brasileiro preso na Ucrânia

O investigador da Euro-Atlântica(na Ucrânia) Anton Shekhovtsov, fez hoje uma publicação em seu facebook debochando da situação do brasileiro Rafael Lusvarghi, preso em outubro de 2016, na Ucrânia por lutar junto aos grupos pró-russos no leste da Ucrânia contra o exército ucraniano e milícias financiadas pelo governo ucraniano. 


Anton Shekhovtsov postou ''Parece que as prisões ucranianas podem realmente ter um efeito 'positivo sobre as pessoas', pelo menos no caso de cripto-fascista brasileiro Rafael Lusvarghi.

Na esquerda: Lusvarghi lutando contra ucranianos no lado Ocupado-russo no leste da Ucrânia. Na Direita: Lusvarghi em uma prisão ucraniana.'' 

   


O ex-combatente brasileiro no leste da Ucrânia, Rafael Lusvarghi, foi condenado a treze anos de prisão e confisco de propriedade por ter lutado ao lado das forças rebeldes do leste do país contra o exército ucraniano.
Formalmente, Rafael foi enquadrado nos artigos 258-3 e 260 do código criminal ucraniano; por participação em um grupo ou organização terrorista e participação em atividades ilegais em formação armada, respectivamente. Ele admitiu os crimes, e solicitou que fosse condenado à pena mínima.


sexta-feira, 27 de maio de 2016

Forças ucranianas se concentram perto da Crimeia



  O jornal Sputnik divulgou uma nota anunciando que no território limítrofe no norte da Crimeia nos últimos dias aumentou o número de milicianos, militares e blindados ucranianos, disse à RIA Novosti uma fonte das forças de segurança locais.
"Nos últimos dias perto da fronteira russo-ucraniana no norte da Crimeia se observa uma concentração de unidades militares e o reforço de blindados. Na região de Kherson (cidade ucraniana) perto da cidade de Armyansk e do Estreito de Chongar surgem praças fortes protegidas”, disse o interlocutor da agência.
Segundo a fonte, o aumento dos blindados ucranianos ocorreu literalmente em poucos dias.
“Há dezenas de tanques enterrados, aumentou a quantidade dos veículos de transporte blindados, se construindo uma linha de apoio de fogo”, disse ele.
O serviço de imprensa da Frota do mar Negro da Rússia não comenta esta informação.
Com as movimentações de forças ucranianas e pró-Kiev na região, aumenta as tenções entre as Forças armadas da Novorossiya(FAN) que protegem os civis da República Popular de Donetsk e Lugansk, assim, a qualquer momento podendo retomar conflitos entre as duas forças.