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sábado, 20 de outubro de 2018

7 anos sem Muammar al-Kadafi

Hoje, 20 de outubro de 2018, lamentavelmente, faz 7 anos do assassinato do mártir General Muammar al-Gaddafi.
Com minhas palavras irei lembrando um pouco dos motivos de ele ter sido morto:

- Em 1951, a Líbia era considerado o país mais pobre do mundo, antes da invasão da OTAN em 2011, os líbios desfrutavam o mais alto padrão de vida na África.

- Durante o governo de Kadafi o IDH da Líbia estava na frente da Rússia, Brasil e Arábia Saudita.

- Na Líbia de Kadafi, o lar era considerado um dos direitos humanos, onde os recém-casados recebiam $50,000 para comprar sua própria moradia.

- Kadafi prometeu casa para todos os líbios antes de seus próprios pais, e ele cumpriu isso, seu pai morreu em 1985 e não tinha sua própria residência.

- A energia elétrica era 100% gratuita para todos.

- Antes de Kadafi, 1/5(0,20%) dos líbios eram alfabetizados, no fim do seu governo, 83% dos líbios estavam alfabetizados.

- A educação era gratuita, do fundamental ao superior.

- Saúde também era gratuita, se o civil líbio não encontrasse o serviço de saúde que necessitava dentro do território nacional, o governo pagava ao mesmo para ir ao estrangeiro se tratar.

- Todos os empréstimos eram sem juros, 0%, por lei cívica e religiosa.

- O valor da gasolina era de $0,14, (nos EUA o valor é $2,00.)

- Na Líbia de Kadafi existia o projeto de incentivo agrário e pecuário, aonde qualquer civil que tivesse interesse em se tornar fazendeiro, era dado pelo governo: terra, casa, equipamentos, animais e sementes.

- O Banco Central era estatal, contrário de quase todos os bancos do Ocidente(por coincidência, uma das primeiras atitudes dos "rebeldes líbios" foi criar um banco Central, pertencente a família judaica-sionista Rothschild.)

- Em 01 de julho de 2011, cerca de 1.7000.000 de pessoas se reuniram na praça de Tripoli, capital líbia, contra a invasão da OTAN na Líbia, isso represente quase 90% da população líbia.
Tem bastante coisa para escrever, mas esses são alguns dos pontos do real motivo de Muammar Kadafi ter sido assassinado.

VIVA ETERNO KADAFI! VIVA A LÍBIA VERDE!

quinta-feira, 16 de março de 2017

Depois da Síria, a Líbia? Rússia planeja engajar na guerra da Líbia


Tanto no ponto de vista político como militar, a Rússia reforça seu engajamento na Líbia. Princípio declarado de Putin é colaborar com regimes fortes - como o de Assad na Síria -, por mais inescrupulosos que sejam.O desmentido veio rápido, depois de a agência de notícias Reuters ter noticiado a presença de 22 militares da Rússia numa base no Egito, perto da fronteira com a Líbia. "Não há forças especiais russas em Sidi Barrani, no Egito", declarou o Ministério da Defesa em Moscou.
A resposta do porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, foi semelhante: ele disse não ter "quaisquer informações" sobre tropas de seu país que tenham sido mobilizadas para o país árabe. A notícia original fora também confirmada por militares dos Estados Unidos.
Contudo, é inquestionável que o engajamento de Moscou na Líbia tem se reforçado nas últimas semanas. Por exemplo, dezenas de funcionários armados de uma empresa de segurança russa estiveram, até o fim de fevereiro, em territórios controlados por tropas do general líbio Khalifa Haftar.
Segundo o jornal Arab News, o proprietário da empresa de segurança confirmou a presença de soldados russos, mas se negou a revelar quem contratara seus funcionários e onde estes operavam.
Haftar combate os rebeldes jihadistas por conta própria e sem qualquer legitimação democrática, sobretudo os da milícia terrorista do "Estado Islâmico" (EI). Sabe-se que, na primeira metade de janeiro, ele visitou o porta-aviões russo Almirante Kusnetsov, que retornava das águas costeiras da Líbia para a Rússia. De lá, o general teria também realizado uma videoconferência com o ministro russo da Defesa, Serguei Shoigu.
Em meados de março, o consultor de Haftar, Abdelbasset Al-Basdi, encontrou-se em Moscou com o vice-ministro russo da Defesa, Mikhail Bogdanov. Segundo o ministério em Moscou, ambos teriam "concordado sobre a necessidade de iniciar um diálogo coletivo, do qual participem representantes de todos os grupos, tanto políticos como tribais".
Sem Assad, nada
Já no terceiro trimestre de 2016, num esboço estratégico da política externa russa, Moscou afirmava a intenção de seguir contribuindo para a estabilidade na região do Oriente Médio e Norte da África, dirigindo o foco "à superação político-diplomática de conflitos". Paralelamente, o documento sugeria uma estratégia bem diversa em outras regiões do planeta. "Hoje, dado o significativo aumento da dependência recíproca entre povos e Estados, as tentativas de promover segurança e estabilidade num território estrangeiro não têm qualquer futuro."
O engajamento na Síria, do lado do presidente Bashar al-Assad, mostra que consequências a Rússia tira dessa abordagem. O país tem uma concepção bem concreta do futuro direcionamento político da Síria. No entanto só ao lado de um parceiro é possível seguir essa estratégia: Assad. A ele somam-se outros aliados, em especial o Irã e o Hisbolá, que é comandado por Teerã. Aqui não se trata necessariamente de alianças duradouras. O esboço estratégico sugere, antes, coalizões de conveniência, delimitadas temporalmente, que também podem se desfazer assim que se alcancem as metas estipuladas.
"Colaborar com os fortes, por mais inescrupulosos que sejam"
Com esse posicionamento, Moscou está igualmente tirando uma lição da invasão do Iraque pelos Estados Unidos, em 2003. O governo do presidente George W. Bush a iniciou sem antes procurar um parceiro político in loco que o pudesse respaldar na futura reordenação do país. A fase pós-guerra transcorreu consequentemente caótica, e os efeitos das intervenções se fazem sentir até hoje.
O Kremlin vê com olhos igualmente críticos a política para o Oriente Médio do governo do presidente Barack Obama. Segundo Leonid Slutsky, presidente da comissão do Parlamento russo para assuntos externos, ela foi fracassada, "a impotência e a ausência de resultados são patentes".
Tudo indica que os russos pretendem ter aprendido com tais erros. Estados estrangeiros devem colaborar com regimes fortes, por mais inescrupulosos que estes sejam, teria declarado o presidente Vladimir Putin ao apresentar o esboço estratégico. De outro modo, o mundo presenciará "a destruição dos sistemas estatais e a ascensão do terrorismo".
Como na URSS
Ao mesmo tempo, contudo, após a queda da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. a Rússia também almeja se reafirmar como potência mundial. E nesse ponto vem alcançando êxito: segundo a revista americana Newsweek, nos últimos dois anos Putin teve 25 encontros com líderes políticos de nações árabes - cinco vezes mais do que Obama.
Grande parte desse balanço se deve ao engajamento na Síria, onde os russos testaram sua nova estratégia, afirma a analista política Randa Slim, do Middle East Institute, de Washington. As consequências são óbvias: "Todo líder político vai dizer: 'Talvez esteja na hora de reavaliar nossas relações com a Rússia'."
Os sinais são de que a Rússia está apenas começando com sua nova política para o Oriente Médio. De um estudo do think tank Stratfor consta que a expansão em direção à Líbia seria "apenas um elemento da estratégia muito mais ampla da Rússia de reforçar suas atividades no Mar Mediterrâneo meridional, criando uma zona de influência como nos tempos soviéticos".



quinta-feira, 5 de maio de 2016

A imprensa e a democracia



  Uma pessoa física tem o direito de se exprimir, mesmo que de uma maneira incoerente. Uma pessoa moral também é livre de exprimir a sua personalidade moral. Mas a primeira apenas se representa a si própria enquanto a segunda representa o grupo de pessoas físicas que constituem a sua personalidade moral.
A sociedade compõe-se de muitas pessoas físicas e muitas pessoas morais: assim, quando uma pessoa física se exprime de uma maneira irracional, isso não significa que os outros membros da sociedade façam o mesmo. A opinião de uma pessoa física não compromete senão ela própria. A opinião de uma pessoa moral não exprime senão os interesses ou o ponto de vista dos indivíduos que constituem essa pessoa moral.
Uma empresa de produção e venda de tabaco não representa senão os interesses daqueles que constituem essa empresa, isto é, daqueles que tiram proveito da produção ou da venda do tabaco, mesmo que esse seja nocivo à saúde dos outros.
  A Imprensa é um meio de expressão da sociedade e não o meio de expressão de uma pessoa física ou moral. Logo, democraticamente, não pode ser a propriedade nem de uma nem de outra. No caso de um particular, proprietário de um jornal, o jornal é dele e exprime unicamente o ponto de vista dele. Pretender que seja o jornal da opinião pública é falso e sem qualquer fundamento, porque, na realidade, ele não exprime senão o ponto de vista de uma pessoa física. Não é democraticamente admissível que uma pessoa física possua um meio de difusão ou de informação. Mas ela tem o seu direito natural de se exprimir, seja por que meio for, mesmo que este seja irracional. Por exemplo, o jornal publicado por um sindicato de comerciantes ou por uma câmara de comércio é somente o meio de expressão dessa categoria social particular, exprimindo somente o seu ponto de vista e não o ponto de vista da opinião pública. O mesmo se pode dizer para as outras pessoas morais e físicas da sociedade.
  A Imprensa democrática é a publicada por um comitê popular composto por todas as categorias sociais, isto é, por associações de operários, de mulheres, de estudantes, de camponeses, de trabalhadores, de funcionários, de artesãos etc. Neste caso e somente neste caso, a Imprensa, ou qualquer outro meio de informação, é a expressão da sociedade no seu todo e reflete a sua concepção geral — será então uma Imprensa democrática.
Se a Ordem dos Médicos publica uma revista, esta não deve ser senão uma revista médica, para que seja realmente a expressão daqueles que a publicam. Se a Ordem dos Advogados publica um jornal, ele não deve ser senão jurídico, para que exprima realmente o ponto de vista daqueles que o publicam. O mesmo se deve dizer dos outros grupos sociais.
Uma pessoa física tem o direito de exprimir o seu próprio ponto de vista, mas democraticamente ela não se pode exprimir em nome das outras.
Assim pode ser resolvido, definitiva e democraticamente, o que se chama no mundo “o problema da liberdade de imprensa”
Essa questão, que ainda não acabou de ser debatida, nasceu do problema geral da democracia. Não poderá ser solucionada enquanto subsistir a crise da democracia.
Não há senão uma via para resolver este complicado problema da democracia: é a via da Terceira Teoria Universal.

  Segundo esta teoria, o regime democrático é uma construção coerente que assenta sobre os congressos populares de base, os comitês populares e as uniões profissionais, que se reúnem em conjunto no Congresso Geral do Povo.
Não existe absolutamente nenhuma outra concepção da sociedade democrática autêntica fora desta.
Finalmente, depois da época das repúblicas, a era das massas aproxima-se rapidamente de nós, inflamando os sentimentos e encandeando os olhos. Mas tanto mais esta nova era anuncia a verdadeira e a ruptura das cadeias das “máquinas de governar”, tanto mais ela pode ser acompanhada por uma era de anarquia e demagogia. A menos, ainda, que a democracia nova não volte a cair, transformando-se no poder de um indivíduo, de uma classe, de uma seita, de uma tribo ou de um partido.
Assim, é a verdadeira democracia, do ponto de vista teórico, mas, na prática, são sempre os mais fortes que governam.

domingo, 10 de abril de 2016

15 fatos sobre o governo de Kadafi





A conceituada revista suiça "Schweizmagazin" publicou um artigo enumerando as "crueldades" de Muammar Kadhafi para com o seu povo.


Eis alguns dos "sofrimentos" que o tirano (segundo a mídia) infligia ao seu pobre Povo:

01. Não havia conta de luz na Líbia, porque a electricidade era gratuita para todos. 

02. Créditos bancários, dos bancos estatais, eram sem juros, para todos, por lei expressa.

03. Casa própria era considerada direito humano, universal, e o governo fornecia uma casa ou apartamento para cada família. 

04. Recém casados recebiam 44.830€ para comprar casa e iniciar a vida familiar.

05. Educação e saúde eram gratuitas, da pré-escola à universidade. Antes de Kadhafi, apenas 25% dos líbios eram alfabetizados. Até ao ano de 2010 esse número passou a ser de 83%.

06. Agricultores iniciantes recebiam terra, casa, equipamentos, sementes e gado gratuitamente.

07. Quem não encontrava formação ou tratamento desejados recebia financiamento para ir ao exterior, adicionalmente 2.060€ mensais para moradia e carro.

08. Na compra de automóvel, o estado contribuia com uma subvenção de 50%.

09. O preço de gasolina era de 0,10 Euros o litro 

10. Faltando emprego após a formação profissional, o estado pagava salário médio da classe até conseguir a vaga desejada.

11. A Líbia não tinha dívida externa e apresentava reservas de €134.48 biliões. Após a ocupação os valores foram retidos ou desviados pelos bancos estrangeiros, incluindo investimentos em bancos estrangeiros e reservas em ouro.

12. Parte de toda a venda de petróleo era directamente creditada na conta de cada cidadão.

13. Mãe que dava a luz, recebia 4.480€.

14. 25 % da população líbia tinha um curso superior. (No Brasil apenas 16% dos trabalhadores têm ensino superior segundo a pesquisa realizada pela Exame.com)

15. Kadhafi construiu o projecto GMMR (O Grande Rio Artificial), que transportava água dos lençóis subterrâneos do Rio Nilo para as cidades e agricultura, irrigando as principais cidades do País e parte do deserto.

Eis aqui os 15 fatos sobre o regime do líder sanguinário Muammar al-Gadaffi. Hoje a Líbia se encontra em uma guerra civil, dividida em grupos radicais islamicos, inclusive o Estado Islâmico. Com 30% da população passando fome. Agora eu pergunto aos líbios que aceitaram a proposta dos EUA, Qatar, Israel e outros membros da cúpula sionista, valeu a pena? é essa a revolução que o povo líbio necessitava? 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

A lei da sociedade por Muammar Al-Gadaffi


Foto: Mártir Muammar al-Gadaffi

 O problema da Lei - problema paralelo ao da "máquina de governar" - ainda não encontrou solução nos tempos modernos, apesar de ter sido encontrada em certos momentos da história.

Que um comitê ou um Parlamento legisle para a sociedade é injusto e antidemocrático.
Qual é, portanto, a Lei da sociedade? Quem elabora? Qual é a sua importância em relação a "democracia"?

A verdadeira Lei de uma sociedade é o costume (tradição) ou a religião; todas as outras tentativas fora destas duas fontes são inúteis e ilógicas. 
A constituição é uma le fundamental decretada pelo homem. Necessita de uma fonte para se justificar. O problema da liberdade nos tempos modernos reside em que as constituições se apoiam exclusivamente nas concepções das maquinas ditatoriais dominantes no mundo, quer sejam constituídas por um individuo, quer por um partido. 
A prova está na diferença de Constituição para Constituição. No entanto, a liberdade do homem é a mesma em toda parte, resultando essas diferenças da disparidade das concepções das "máquinas de Governar". É ai que se encontra a vulnerabilidade da liberdade no mundo contemporâneo. 
O meio pelo qual as "máquinas de governar" procuram dominar os povos está consignado na Constituição.       O povo é constrangido a submeter-se pela força ás leis derivadas da Constituições, que por sua vez resulta no humor e das concepções das "máquinas de governar" 

A lei dos mecanismos ditatoriais substituiu a lei natural.

A lei humana substituiu a lei natural e todo o critério objetivo desapareceu. 

O homem é o mesmo em toda parte. A sua morfologia e seus instintos são os mesmo em toda parte. É por isso que a lei natural se tornou a "lei lógica do Homem".
Depois vieram as constituições, simples leis humanas que vêem o homem diferentemente. A sua concepção não tem outra justificação que a vontade das "máquinas de governar" - quer se trate de um indivíduo, de um Parlamento, de uma classe ou de um partido - de dominar o povo.

Assim, vemos as constituições mudarem quando mudam as "máquinas de governar", porém isso demonstra que a Constituição são é uma lei natural, mas antes o produto do humor das máquinas e que ela é estabelecida para servir seus interesses.
Eis o perigo que impede sobre a liberdade por toda parte onde a lei verdadeira da sociedade está ausente e é substituída por leis humanas decretadas por uma máquina as massas. Portanto, inicialmente, o modo de governar deve adapta-se á lei da sociedade e não o inverso.

A lei da sociedade não pode, portanto, ser o objeto de uma redação ou de uma codificação. A importância  da lei resulta do fato de ela ser o critério para distinguir o junto do injusto, o verdadeiro falso, assim como os direitos dos indivíduos e seus deveres.  A liberdade é ameaçada porque a sociedade não tem uma lei sagrada, baseada em regras estáveis e não submetidas á transformação ou á substituição de uma "máquina" qualquer. Pelo contrário é a "máquina" que deve seguir a Lei da sociedade. Mas atualmente os povos em todo mundo, são governados por leis humanas suscetíveis de serem revistas e anuladas ao sabor das lutas das "máquinas" para alcançar o poder.

O referendo constitucional não é, em si, bastante, porque o referendo é uma impostura perante a democracia, que só deixa lugar ao "sim" ou ao "não". Os povos são obrigados a submeterem-se ao resultado do referendo em virtude das leis humanas. O referendo constitucional não significa que a Constituição, um simples objeto submetido a referendo do votantes é mascarada.

Os códigos redigidos pelos homens e saídos das constituições estão repletos de sanções materiais quando a lei do costume está quase desprovida delas. A lei do costume não prevê sanções materiais, mas sim sanções morais, as únicas dignas do homem. A religião engloba e absorve o costume. A maior parte das sanções religiosas materiais são relegadas para o "Dia do Juízo Final". A maior parte dos seus mandamentos são ensinamentos, indicações e respostas a interrogações. Essa lei merece respeito do homem.

A religião não prescreve sanções imediatas exceto nos casos em que elas se mostrem absolutamente necessárias para proteger a sociedade. 

A religião absorve o costume, que é a expressão da vida natural dos povos. Portanto, a religião é uma confirmação da lei natural. As leis não nascidas     do costume e da religião são criações do homem contra o homem. Por consequência, são injustas porque são desprovidas das fontes naturais que são o costume (a tradição) e a religião. 
 
   

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Sensacional discurso de Muammar Al-Gadaffi





Discurso do mártir Muammar Al-Gadaffi, aonde fala os motivos da guerra em seu país, e ressalta os traidores, no vídeo, Qatar, que é um dos membros da cúpula Sionista internacional.
Veja o vídeo:



sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Participações e colaborações dos EUA nas guerras pelo mundo


Fuzileiros americanos abordando e revistando crianças no Afeganistão


 Como já dizia o mártir líbio, General Muammar Al-Gadaffi: "É antidemocrático um Parlamento ter poderes para fazer as leis.", então imagine um Parlamento estrangeiro ter o poder de fazer as leis de outro país?!
 Bom, pode até parece um grave rompimento das leis internacionais, mas com a cúpula sionista internacional   não existe lei quando se trata da busca e conquista do ''Petródólar" (Petrodollar).
 Aqui vamos divulgar uma lista das invasões e agressões, ou atualmente dita como ''Democratização'', feitas pelos Estados Unidos da América e seus colaboradores internacionais.
 A lista foi publicada pelo site "Centro de Mídia Independente" em 2007, e atualizada pelo Blog "Lealdade & Coragem'' em 2015, pois várias agressões foram realizadas após 2007:  

1846/1848 - México - Por causa da anexação, pelos EUA, da República do Texas;
1890 - Argentina - Tropas desembarcam em Buenos Aires para defender interesses econômicos americanos;
1891 - Chile - Fuzileiros Navais esmagam forças rebeldes nacionalistas;
1891 - Haiti - Tropas debelam a revolta de operários negros na ilha de Navassa, reclamada pelos EUA;
1893 - Hawai - Marinha enviada para suprimir o reinado independente e anexar o Hawaí aos EUA;
1894 - Nicarágua - Tropas ocupam Bluefields, cidade do mar do Caribe, durante um mês;
desembarcam no país durante a guerra sino-japonesa;
1894/1896 - Coréia - Tropas permanecem em Seul durante a guerra;
1895 - Panamá - Tropas desembarcam no porto de Corinto, província Colombiana;
1898/1900 - China - Tropas ocupam a China durante a Rebelião Boxer;
1898/1910 - Filipinas - Luta pela independência do país, dominado pelos EUA (Massacres realizados por tropas americanas em Balangica, Samar, 27/09/1901, e Bud Bagsak, Sulu, 11/15/1913; 600.000 filipinos mortos;
1898/1902 - Cuba - Tropas sitiaram Cuba durante a guerra hispano-americana;
1898 - Porto Rico - Tropas sitiaram Porto Rico na guerra hispano-americana, hoje 'Estado Livre Associado' dos Estados Unidos;
1898 - Ilha de Guam - Marinha desembarca na ilha e a mantêm como base naval até hoje;
1898 - Espanha - Guerra Hispano-Americana - Desencadeada pela misteriosa explosão do encouraçado Maine, em 15 de fevereiro, na Baía de Havana. Esta guerra marca o surgimento dos EUA como potência capitalista e militar mundial;
1898 - Nicarágua - Fuzileiros Navais invadem o porto de San Juan del Sur;
1899 - Ilha de Samoa - Tropas desembarcam e invadem a Ilha em conseqüência de conflito pela sucessão do trono de Samoa;
1899 - Nicarágua - Tropas desembarcam no porto de Bluefields e invadem a Nicarágua (2ª vez);
1901/1914 - Panamá - Marinha apóia a revolução quando o Panamá reclamou independência da Colômbia; tropas americanas ocupam o canal em 1901, quando teve início sua construção;
1903 - Honduras - Fuzileiros Navais desembarcam em Honduras e intervêm na revolução do povo hondurenho;
1903/1904 - República Dominicana - Tropas atacaram e invadiram o território dominicano para proteger interesses do capital americano durante a revolução;
1904/1905 - Coréia - Fuzileiros Navais dos Estados Unidos desembarcaram no território coreano durante a guerra russo-japonesa;
1906/1909 - Cuba -Tropas dos Estados Unidos invadem Cuba e lutam contra o povo cubano durante período de eleições;
1907 - Nicarágua - Tropas invadem e impõem a criação de um protetorado, sobre o território livre da Nicarágua;
1907 - Honduras - Fuzileiros Navais desembarcam e ocupam Honduras durante a guerra de Honduras com a Nicarágua;
1908 - Panamá - Fuzileiros invadem o Panamá durante período de eleições;
1910 - Nicarágua - Fuzileiros navais desembarcam e invadem pela 3ª vez Bluefields e Corinto, na Nicarágua;
1911 - Honduras - Tropas enviadas para proteger interesses americanos durante a guerra civil invadem Honduras;
1911/1941 - China - Forças do exército e marinha dos Estados Unidos invadem mais uma vez a China durante período de lutas internas repetidas;
1912 - Cuba - Tropas invadem Cuba com a desculpa de proteger interesses americanos em Havana;
1912 - Panamá - Fuzileiros navais invadem novamente o Panamá e ocupam o país durante eleições presidenciais;
1912 - Honduras - Tropas norte americanas mais uma vez invadem Honduras para proteger interesses do capital americano;
1912/1933 - Nicarágua - Tropas dos Estados Unidos com a desculpa de combaterem guerrilheiros invadem e ocupam o país durante 20 anos;
1913 - México - Fuzileiros da Marinha invadem o México com a desculpa de evacuar cidadãos americanos durante a revolução;
1913 - México - Durante a revolução mexicana, os Estados Unidos bloqueiam as fronteiras mexicanas;
1914/1918 - Primeira Guerra Mundial - EUA entram no conflito em 6 de abril de 1917 declarando guerra à Alemanha. As perdas americanas chegaram a 114 mil homens;
1914 - República Dominicana - Fuzileiros navais da Marinha dos Estados invadem o solo dominicano e interferem na revolução em Santo Domingo;
1914/1918 - México - Marinha e exército invadem o território mexicano e interferem na luta contra nacionalistas;
1915/1934 - Haiti - Tropas americanas desembarcam no Haiti, em 28 de julho, e transformam o país numa colônia americana, permanecendo lá durante 19 anos;
1916/1924 - República Dominicana - Os EUA invadem e estabelecem governo militar na República Dominicana, em 29 de novembro, ocupando o país durante oito anos;
1917/1933 - Cuba - Tropas desembarcam em Cuba e transformam o país num protetorado econômico americano, permanecendo essa ocupação por 16 anos;
1918/1922 - Rússia - Marinha e tropas enviadas para combater a revolução bolchevista. O Exército realizou cinco desembarques, sendo derrotado pelos russos em todos eles;
1919 - Honduras - Fuzileiros desembarcam e invadem mais uma vez o país durante eleições, colocando no poder um governo a seu serviço;
1918 - Iugoslávia - Tropas dos Estados Unidos invadem a Iugoslávia e intervêm ao lado da Itália contra os sérvios na Dalmácia;
1920 - Guatemala - Tropas invadem e ocupam o país durante greve operária do povo da Guatemala;
1922 - Turquia - Tropas invadem e combatem nacionalistas turcos em Smirna;
1922/1927 - China - Marinha e Exército mais uma vez invadem a China durante revolta nacionalista;
1924/1925 - Honduras - Tropas dos Estados Unidos desembarcam e invadem Honduras duas vezes durante eleição nacional;
1925 - Panamá - Tropas invadem o Panamá para debelar greve geral dos trabalhadores panamenhos;
1927/1934 - China - Mil fuzileiros americanos desembarcam na China durante a guerra civil local e permanecem durante sete anos ocupando o território;
1932 - El Salvador - Navios de Guerra dos Estados Unidos são deslocados durante a revolução das Forças do Movimento de Libertação Nacional - FMLN - comandadas por Marti;
1939/1945 - II Guerra Mundial - Os EUA declaram guerra ao Japão em 8 de dezembro de 1941 e depois a Alemanha e Itália, invadindo o Norte da África, a Ásia e a Europa, culminando com o lançamento das bombas atômicas sobre as cidades desmilitarizadas de Iroshima e Nagasaki;
1946 - Irã - Marinha americana ameaça usar artefatos nucleares contra tropas soviéticas caso as mesmas não abandonem a fronteira norte do Irã;
1946 - Iugoslávia - Presença da marinha ameaçando invadir a zona costeira da Iugoslávia em resposta a um avião espião dos Estados Unidos abatido pelos soviéticos;
1947/1949 - Grécia - Operação de invasão de Comandos dos EUA garantem vitória da extrema direita nas "eleições" do povo grego;
1947 - Venezuela - Em um acordo feito com militares locais, os EUA invadem e derrubam o presidente eleito Rómulo Gallegos, como castigo por ter aumentado o preço do petróleo exportado, colocando um ditador no poder;
1948/1949 - China - Fuzileiros invadem pela ultima vez o território chinês para evacuar cidadãos americanos antes da vitória comunista;
1950 - Porto Rico - Comandos militares dos Estados Unidos ajudam a esmagar a revolução pela independência de Porto Rico, em Ponce;
1951/1953 - Coréia - Início do conflito entre a República Democrática da Coréia (Norte) e República da Coréia (Sul), na qual cerca de 3 milhões de pessoas morreram. Estados Unidos são um dos principais protagonistas da invasão usando como pano de fundo a recém criada Nações Unidas, ao lado dos sul-coreanos. A guerra termina em julho de 1953 sem vencedores e com dois estados polarizados: comunistas ao norte e um governo pró-americano no sul. Os EUA perderam 33 mil homens e mantém até hoje base militar e aero-naval na Coréia do Sul;
1954 - Guatemala - Comandos americanos, sob controle da CIA, derrubam o presidente Arbenz, democraticamente eleito, e impõem uma ditadura militar no país. Jacobo Arbenz havia nacionalizado a empresa United Fruit e impulsionado a reforma agrária;
1956 - Egito - O presidente Nasser nacionaliza o canal de Suez. Tropas americanas se envolvem durante os combates no Canal de Suez sustentados pela Sexta Frota dos EUA. As forças egípcias obrigam a coalizão franco-israelense-britânica, a retirar-se do canal;
1958 - Líbano - Forças da Marinha invadem apóiam o exército de ocupação do Líbano durante sua guerra civil;
1958 - Panamá - Tropas dos Estados Unidos invadem e combatem manifestantes nacionalistas panamenhos;
1961/1975 - Vietnã. Aliados ao sul-vietnamitas, o governo americano invade o Vietnã e tenta impedir, sem sucesso, a formação de um estado comunista, unindo o sul e o norte do país. Inicialmente a participação americana se restringe a ajuda econômica e militar (conselheiros e material bélico). Em agosto de 1964, o congresso americano autoriza o presidente a lançar os EUA em guerra. Os Estados Unidos deixam de ser simples consultores do exército do Vietnã do Sul e entram num conflito traumático, que afetaria toda a política militar dali para frente. A morte de quase 60 mil jovens americanos e a humilhação imposta pela derrota do Sul em 1975, dois anos depois da retirada dos Estados Unidos, moldou a estratégia futura de evitar guerras que impusessem um custo muito alto de vidas americanas e nas quais houvesse inimigos difíceis de derrotar de forma convencional, como os vietcongues e suas táticas de guerrilhas;
1962 - Laos - Militares americanos invadem e ocupam o Laos durante guerra civil contra guerrilhas do Pathet Lao;
1964 - Panamá - Militares americanos invadiram mais uma vez o Panamá e mataram 20 estudantes, ao reprimirem a manifestação em que os jovens queriam trocar, na zona do canal, a bandeira americana pela bandeira de seu país;
1965/1966 - República Dominicana - Trinta mil fuzileiros e pára-quedistas desembarcaram na capital do país, São Domingo, para impedir a nacionalistas panamenhos de chegarem ao poder. A CIA conduz Joaquín Balaguer à presidência, consumando um golpe de estado que depôs o presidente eleito Juan Bosch. O país já fora ocupado pelos americanos de 1916 a 1924;
1966/1967 - Guatemala - Boinas Verdes e marines invadem o país para combater movimento revolucionário contrário aos interesses econômicos do capital americano;
1969/1975 - Camboja - Militares americanos enviados depois que a Guerra do Vietnã invadem e ocupam o Camboja;
1971/1975 - Laos - EUA dirigem a invasão sul-vietnamita bombardeando o território do vizinho Laos, justificando que o país apoiava o povo vietnamita em sua luta contra a invasão americana;
1975 - Camboja - 28 marines americanos são mortos na tentativa de resgatar a tripulação do petroleiro estadunidense Mayaquez;
1980 - Irã - Na inauguração do estado islâmico formado pelo Aiatolá Khomeini, estudantes que haviam participado da Revolução Islâmica do Irã ocuparam a embaixada americana em Teerã e fizeram 60 reféns. O governo americano preparou uma operação militar surpresa para executar o resgate, frustrada por tempestades de areia e falhas em equipamentos. Em meio à frustrada operação, oito militares americanos morreram no choque entre um helicóptero e um avião. Os reféns só seriam libertados um ano depois do seqüestro, o que enfraqueceu o então presidente Jimmy Carter e elegeu Ronald Reagan, que conseguiu aprovar o maior orçamento militar em época de paz até então;
1982/1984 - Líbano - Estados Unidos invadiram o Líbano e se envolveram nos conflitos no país logo após a invasão por Israel - e acabaram envolvidos na guerra civil que dividiu o país. Em 1980, os americanos supervisionaram a retirada da Organização pela Libertação da Palestina de Beirute. Na segunda intervenção, 1.800 soldados integraram uma força conjunta de vários países, que deveriam restaurar a ordem após o massacre de refugiados palestinos por libaneses aliados a Israel. O custo para os americanos foi a morte 241 fuzileiros navais, quando os libaneses explodiram um carro bomba perto de um quartel das forças americanas;
1983/1984 - Ilha de Granada - Após um bloqueio econômico de quatro anos a CIA coordena esforços que resultam no assassinato do 1º Ministro Maurice Bishop. Seguindo a política de intervenção externa de Ronald Reagan, os Estados Unidos invadiram a ilha caribenha de Granada alegando prestar proteção a 600 estudantes americanos que estavam no país, as tropas eliminaram a influência de Cuba e da União Soviética sobre a política da ilha;
1983/1989 - Honduras - Tropas enviadas para construir bases em regiões próximas à fronteira invadem o Honduras;
1986 - Bolívia - Exército invade o território boliviano na justificativa de auxiliar tropas bolivianas em incursões nas áreas de cocaína;
1989 - Ilhas Virgens - Tropas americanas desembarcam e invadem as ilhas durante revolta do povo do país contra o governo pró-americano;
1989 - Panamá - Batizada de Operação Causa Justa, a intervenção americana no Panamá foi provavelmente a maior batida policial de todos os tempos: 27 mil soldados ocuparam a ilha para prender o presidente panamenho, Manuel Noriega, antigo ditador aliado do governo americano. Os Estados Unidos justificaram a operação como sendo fundamental para proteger o Canal do Panamá, defender 35 mil americanos que viviam no país, promover a democracia e interromper o tráfico de drogas, que teria em Noriega seu líder na América Central. O ex-presidente cumpre prisão perpétua nos Estados Unidos.
1990 - Libéria - Tropas invadem a Libéria justificando a evacuação de estrangeiros durante guerra civil;
1990/1991 - Iraque - Após a invasão do Iraque ao Kuwait, em 2 de agosto de 1990, os Estados Unidos, com o apoio de seus aliados da Otan, decidem impor um embargo econômico ao país, seguido de uma coalizão anti-Iraque (reunindo além dos países europeus membros da Otan, o Egito e outros países árabes) que ganhou o título de "Operação Tempestade no Deserto". As hostilidades começaram em 16 de janeiro de 1991, um dia depois do fim do prazo dado ao Iraque para retirar tropas do Kuwait. Para expulsar as forças iraquianas do Kuwait, o então presidente George Bush destacou mais de 500 mil soldados americanos para a Guerra do Golfo;
1990/1991 - Arábia Saudita - Tropas americanas destacadas para ocupar a Arábia Saudita que era base militar na guerra contra Iraque;
1992/1994 - Somália - Tropas americanas, num total de 25 mil soldados, invadem a Somália como parte de uma missão da ONU para distribuir mantimentos para a população esfomeada. Em dezembro, forças militares norte-americanas (comando Delta e Rangers) chegam a Somália para intervir numa guerra entre as facções do então presidente Ali Mahdi Muhammad e tropas do general rebelde Farah Aidib. Sofrem uma fragorosa derrota militar nas ruas da capital do país;
1993 - Iraque - No início do governo Clinton é lançado um ataque contra instalações militares iraquianas em retaliação a um suposto atentado, não concretizado, contra o ex-presidente Bush, em visita ao Kuwait;
1994/1999 - Haiti - Enviadas pelo presidente Bill Clinton, tropas americanas ocuparam o Haiti na justificativa de devolver o poder ao presidente eleito Jean-Betrand Aristide, derrubado por um golpe, mas o que a operação visava era evitar que o conflito interno provocasse uma onda de refugiados haitianos nos Estados Unidos;
1996/1997 - Zaire (ex-República do Congo) - Fuzileiros Navais americanos são enviados para invadir a área dos campos de refugiados Hutus;
1997 - Libéria - Tropas dos Estados Unidos invadem a Libéria justificando a necessidade de evacuar estrangeiros durante guerra civil sob fogo dos rebeldes;
1997 - Albânia - Tropas invadem a Albânia para evacuar estrangeiros;
2000 - Colômbia - Marines e "assessores especiais" dos EUA iniciam o Plano Colômbia, que inclui o bombardeamento da floresta com um fungo transgênico fusarium axyporum (o "gás verde");
2001 - Afeganistão - Os EUA bombardeiam várias cidades afegãs, em resposta ao ataque terrorista ao World Trade Center em 11 de setembro de 2001. Invadem depois o Afeganistão onde estão até hoje;
2003 - Iraque - Sob a alegação de Saddam Hussein esconder armas de destruição e financiar terroristas, os EUA iniciam intensos ataques ao Iraque. É batizada pelos EUA de "Operação Liberdade do Iraque" e por Saddam de "A Última Batalha", a guerra começa com o apoio apenas da Grã-Bretanha, sem o endosso da ONU e sob protestos de manifestantes e de governos no mundo inteiro. As forças invasoras americanas até hoje estão no território iraquiano, onde a violência aumentou mais do que nunca.
 Após 2003, a população norte americana junto as massas internacionais, começaram a criticar e suspeitar a invasão do país no Iraque, os civis alegavam que muitos inocentes já haviam morrido, inclusive americanos, e que as tropas estavam lá desnecessariamente, pois segundo o governo dos EUA, toda a ameaça havia sido aniquilada. Porém, os EUA não poderiam parar sua busca e dominação ao petróleo, pois assim, facilmente irá cair no ranking mundial. Daí deu início ao mais diabólico plano sionista, que se resume na criação de um grupo "opositor" aos regimes governamentais nós países Orientais, que por acaso são os mais ricos pelo petróleo. Um desses grupos foi o "Estado Islâmico do Levante e do Iraque", desta forma, dominando postos petrolíferos no Iraque, na Síria e atualmente também na Líbia.  Mas não cabe a esse artigo falar das criações sionistas. Voltando ao assunto do título.
2011 - Líbia - EUA junto com Israel criaram, treinaram e financiaram o "Exército de Libertação Nacional" ou como conhecido "Exército Livre da Líbia'', um grupo que pedia a "Democratização" da Líbia e de ''oposição'' ao General Muammar Al-Gadaffi, que em menos de 1 ano, teve seu regime caído e sua pessoa morta nas mãos dos rebeldes. Hoje o país se encontra em meio a guerra civil, aonde está sendo controlado por grupos terroristas e radicais islâmicos.
2011 - Síria - Mesmo os conflitos internos na Síria vêem acontecendo desde 1967, só em 2011 uma "oposição" oficial foi criada, o "Exército Livre da Síria", mais um grupo declaradamente apoiado pelos EUA, mas com a ajuda interna de Israel, Qatar, Túrquia, Arábia Saudita, França e outros países árabes e europeus, com o contexto de derrubar o regime de Bashar Al-Assad e tornar uma país democrático. mesmo já sendo.
2014 - Ucrânia - Após a "Revolução Ucraniana" civis de descendência russa da região de Donbass pediram independência do país, abraçado e protegido pelo povo russo, o governo ucraniano disfarçados por milícias começaram uma guerra armada entre a população pró-Rússia, assim a "República Popular de Donetsk e Lugansk"  foi criada para defender seu povo da violência que estava marchando sob seu povo e o país, mesmo a guerra no momento esteja neutralizada segundo combatentes que lá estão, o governo norte americano se propôs a ajudar os combatentes pró-Ucrânia, dando-lhe treinamentos, armas e até mesmo autorizações para massacres. Mesmo que pouco tenha se divulgado, as forças ucranianas tendem a ter uma simpatia muito forte com o Nacional-Socialismo, apesar de ser algo hipócrita, pois integrantes de tal movimento sabem que a União Europeia tem laços fortes com o Sionismo.
 Ao logo das décadas os EUA vem financiando as guerras, assim trazendo a miséria e destruição de outros países, não seria tão surpreendente se essas invasões fossem causadas pelos ''malvados" da história, como Hitler e Stalin, mas é uma grande hipocrisia tais invasões sejam feitas por um país que sempre foi dito democrático? Aonde a democracia se resume em respeitar o espaço alheio.
 Bom, meu trabalho foi feito, mostrei-lhe a porta e a chave, cabe a você abri-la.  
Maneira americana de democratizar um país