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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Tropas de Israel vigiam fronteira entre Argentina, Brasil e Paraguai


Quatro lanchas artilhadas Shalgag MKII, com tripulação e assessores israelenses, estão desde domingo, 5 de agosto, em Posadas, capital de Missiones, no norte da Argentina, situada na chamada Tríplice Fronteira, com Brasil e Paraguai, com a missão de patrulhar cerca de mil quilômetros nas águas dos rios Paraguai e Paraná. O plano de militarização estrangeira na Argentina é o mais importante que se conhece na história do país e é de responsabilidade do governo Macri, sem autorização do Congresso.
Stella Calloni*
Com o pretexto de controlar o contrabando de drogas e mercadorias procedentes do Paraguai, quatro lanchas artilhadas Shalgag MKII, com tripulação e assessores israelenses, estão desde domingo, 5 de agosto, em Posadas, capital de Missiones, no norte da Argentina, situada na chamada Tríplice Fronteira, com Brasil e Paraguai, com a missão de patrulhar cerca de mil quilômetros nas águas dos rios Paraguai e Paraná.
Diálogos do Sul tem informado que nesses dois últimos dois anos, foram firmados acordos de segurança e de cooperação militar entre o governo do presidente argentino Maurício Macri com os Estados Unidos e Israel. O acordo prevê a compra de equipamentos e armas e a instalação de bases militares, tanto no extremo sul do país, como nas zonas de fronteira a noroeste e nordeste. O governo também autorizou a presença de tropas estadunidenses do Comando Sul, sem que tivesse sido previamente autorizado pelo Congresso.
De fato, em Missiones, já se instalou uma “força tarefa” da DEA, a agência de combate às drogas dos EUA. O acordo foi subscrito pela ministra de Segurança, Patrícia Bullrich, em 2017, nos Estados Unidos. Ela mesma comprou essas lanchas israelenses a um preço muito maior do que custaria em outros países.
Paralelamente, avançam na construção de uma base militar na província de Neuquén, iniciada em 2017 pelo Comando Sul. É certo também que planejam a instalação de pelo menos mais duas bases militares na Tierra del Fuego, conhecida como Ilha do fim do mundo. Uma delas supostamente para controlar explosões nucleares na cidade de Tolhuin e em Usuhaia, o Centro de Inteligência regional.
Esse acordo foi firmado entre Bullrich e s governadora de Tierra del Fuego, em 31 de outubro de 2017, que se sabe são alicerces para outra base estadunidense. A outra, para logística, segundo anunciou o ministro da Defesa, Oscar Aguad, se construirá ainda este ano.
As lanchas artilhadas e o esquema de segurança fronteiriços terão seu centro operacional em Posadas. Nesse momento, segundo jornal local “El Territorio”, de Missiones, estão estacionadas no porto da Delegacia Naval Argentina.
A área a ser coberta é de mil quilômetros e vai desde Clorinda (Formosa), até Puerto Iguazú. Abrange quatro províncias: Formosa, Misiones, Corrientes e Chaco. É por esse território que entra na Argentina a maior quantidade de maconha. Quatro embarcações farão o patrulhamento, segundo o jornal local.
O plano de militarização estrangeira na Argentina é o mais importante que se conhece na história do país e é de responsabilidade do governo Macri, sem autorização do Congresso.
*Colaboradora de Diálogos do Sul, desde Buenos Aires, Argentina

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

O Brasil é a nossa terra e devemos ama-la


O caminho que decidimos seguir, o do nacionalismo, é para todos mas não para qualquer um, pois este caminho as vezes é árido, cansativo, estressante e as vezes desanimador, mas também é opimo, encorajador e que nos trás muita honra, pois somos conscientes. O nacionalista é aquilo que ele quer que sua nação seja, por isso repugna as drogas e as ideologias utópicas que dividem nossa sociedade, o nacionalista é apenas um cidadão, que quer o bem de todos, incluindo aqueles que hoje se opõem ao nacionalismo, ele busca o fim da corrupção, juntamente com os líderes horrendos, e prega a união de todos que constituem a nossa nação, que apesar da diversidade ética, todos tem seu papel tanto na história como na construção do país.


Devemos amar a nossa pátria, pois ela não tem culpa dos maus filhos que tem, defender a pátria muitas das vezes é confundido com defender também aquilo que apodrece a nossa sociedade, por exemplo: Os traficantes, estupradores, pedófilos, corruptos e etc. Devemos entender que defender a pátria é defender a parte saudável, defender o trabalhador, as famílias e os menos favorecidos, e defender principalmente a nossa terra, aquilo que se encontra debaixo dos nossos pés, nós temos a biodiversidade da Amazônia, as terras férteis, tanto de grãos como de frutas, temos o rico petróleo, produzindo aproximadamente 2 milhões de barris por dia, temos o rico Pré-Sal, que infelizmente está sendo explorado por empresas privadas estrangeiras, graças ao governo sedentário que o leiloou, resumo: temos tudo para sermos independentes, diversos motivos para se orgulharmos e amarmos nosso país! Mas não...muitos preferem ficar resmungando nas ruas, reclamando e o pior espalhando a ideia que a culpa é do país e difundindo que o nacionalismo é um caminho que não merece ser seguido ou valorizado, mas ao se deparar com alguma pessoa que pense dessa maneira lembre-se, é tão simples explicar: A culpa não é do Brasil, mas sim dos governantes!


Você que fala mal do Brasil, o que fez para melhorá-lo hoje? 
Acorde brasileiro, o objetivo desse governo é desencorajar o seu povo, e faze-los desistir da sua pátria, para assim eles tomarem de conta de tudo que é nosso, como estão fazendo atualmente de várias maneiras, nos enforcando em impostos, nos afogando em juros e nos deixando a mercê da insegurança. Reaja camarada! Seja nacionalista!    


segunda-feira, 8 de maio de 2017

Judeus atacam o BOPE, quem Bolsonaro vai defender?

Soldados do BOPE utilizando o "lenço Palestino"
A imagem dos homens do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) durante uma operação realizada na quinta-feira, no Complexo do Alemão poderia ser mais uma entre dezenas que circulam pela internet, mas pelo simples fato de estarem usando "lenços palestinos" para cobrir o rosto, chamou a atenção e a indignação dos judeus no Brasil. O uso do "keffiyeh", tradicional lenço “palestino”, por alguns policiais militares durante operações nas comunidades do Rio, vem provocando polêmica e contestada pelos judeus. Feito de algodão, ele substitui a balaclava, mais conhecida como touca ninja, por ter mais proteção contra a poeira e a excessiva exposição solar. O acessório foi implementado ao uniforme da corporação, em 2015, quando o BOPE passou a usar a farda verde camuflada em região de favelas cerca por mata.
Por enquanto que os cidadãos de bem elogiaram a ação dos PM's em si, sem perceber ou ligar para 'destalhes', afinal os militares estão lutando e arriscando suas vidas em troca de tiros contra traficantes fortemente armados, os judeus través do cônsul honorário de Israel como de costume, foi chorar e reclamar para as grandes mídias, Osias Wurman, disse que tomou um "susto" quando viu, no jornal, uma foto dos militares com o lenço. Ele pensou que fosse uma imagem do Oriente Médio. Ao ler a legenda, notou que se trata do Rio de Janeiro, que vem vivendo uma onda de violência. Wurman classificou o uso do pano pelos PMs como um absurdo:
— "Não é só no morro do Alemão, também vi em manifestações em São Paulo. Lamento profundamente que um símbolo como o Keffiyeh esteja sendo usado em cenas de violência como conflitos em comunidades e em ações de depredações. Isso é muito danoso para o povo palestino. Isso provoca no subconsciente das pessoas aquele indesejável sentimento de Islamofobia(ou o sentimento de luta contra indesejáveis pessoas ou governo que danificam o povo, né?!). As pessoas ligam os palestinos à violência(apenas os alienados). Esse mesmo lenço é visto durante protestos no mundo inteiro(tal igual na Palestina, não?) Esse simbolo deveria ser respeitosamente usado apenas em causas de interesses palestinos" — afirmou o cônsul de Israel.
Mas agora a pergunta é: Onde está o político que defende com unhas e dentes os policiais militares do Brasil de todo tipo de crítica?
Bolsonaro até o momento não se posicionou nem criticou esse comentário vindo do cônsul de Israel, algo estranho, pois se algum "esquerdista" comentar que o coturno de um policial está desamarrado Bolsonaro faz vídeos e longos textos desmerecendo o comentário da pessoa, apenas por ela ser de "Esquerda", mas nesse caso Bolsonaro irá se omitir, porque Bolsonaro é aliado, sustentado, "filhinho" e tem gigante admiração por Israel, ele não vai querer entrar em contradição com aqueles que lhe financiam não é mesmo?(risos)
Um comentário tão inútil e desprezível vindo do cônsul de Israel, que o próprio parece que não perceber que os soldados do BOPE estão arriscando suas vidas em uma área de tamanha periculosidade para defender a população, e eles reclamam por o PM está tapando o rosto com um lenço Palestino. É algo que qualquer cidadão de bem pode refutar e mostrar que é algo que nem deveria ser noticiado nas grandes mídias, como G1, UOL, Estadão e dentre outras.
Bolsonaro, quando seus líderes atacam seus próprios "irmãos de arma" você se nega a defende-los, você nega seus ideias e o que você tanto prega! Eis a prova que tu não es nacionalista! Quando começar uma dominação descarada vindo de EUA/Israel no Brasil, você irá se omitir novamente e irá deixar aqueles que defendem o povo sem suporte, tal como os políticos que hoje estão no poder!

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Rússia propõe que Brasil integre missão de paz na Síria



Moscou, Teerã e Ancara tentarão criar zonas de exclusão monitoradas por outros países; grupos rebeldes são contra
Rússia, Irã e Turquia assinaram um acordo para criar zonas de exclusão na Síria e, assim, isolar grupos terroristas no país afetado pela guerra. Moscou propõe colocar países não envolvidos diretamente no conflito para fazer parte de operações de paz e o Brasil foi mencionado como alternativa, uma vez que a missão do País no Haiti está chegando ao fim. Além das tropas brasileiras, foram mencionadas como possibilidades as da Índia e de países do ex-bloco soviético, como o Casaquistão.
Pelo projeto elaborado em Astana, no Casaquistão, apoiado pelo governo de Bashar Assad, quatro “zonas desmilitarizadas” seriam criadas e monitoradas por soldados de uma missão internacional.
Um fator que impede a concretização desse acordo é sua rejeição pela oposição síria. Os rebeldes alegam que as zonas de exclusão seriam indícios de que o país poderia ser dividido em zonas de influência entre iranianos, turcos e russos. As áreas estariam na província de Idlib, em Ghouta, no norte de Homs e na fronteira entre a Síria e a Jordânia. Atividades militares nessas áreas apenas poderiam ocorrer contra grupos considerados terroristas.
Staffan de Mistura, o mediador das Nações Unidas para a questão da Síria, declarou que o acordo era “um passo na direção certa” e que anúncio era “de extrema importância”. As zonas de exclusão seriam usadas para permitir que pessoas possam se refugiar de conflitos e receber ajuda humanitária. A esperança do mediador da ONU é de que os primeiros passos comecem a ser tomados antes de meados do ano. Embora De Mistura tenha manifestado apoio ao acordo, qualquer envio de tropas ainda teria de passar pelo crivo do Conselho de Segurança da organização.
O presidente da Turquia, Recep Erdogan, indicou hoje que as zonas de exclusão teriam potencial para “resolver 50% da guerra”. O presidente dos EUA, Donald Trump, chegou a mencionar a possibilidade.

Rússia e Turquia defendem 'zonas de desescalada'Um dos problemas a ser superado se refere a quem monitoraria essas zonas. Assad rejeitaria qualquer envolvimento turco ou dos europeus, enquanto a oposição se recusa a aceitar tropas russas ou iranianas. Por isso, segundo fontes russas, a proposta de trazer tropas de países que, ao longo dos anos, adotaram uma posição de menor envolvimento na guerra síria, entre elas a do Brasil.
O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que não houve nenhum comunicado ao País nesse sentido, mas que a tradição brasileira é “só participar dessas missões sob a égide da ONU”. Jungmann reforçou ainda que “essa decisão, caso se confirme a notícia, é do presidente Michel Temer”. Fontes no ministério da Defesa disseram ao Estado que há disposição para participar de operações internacionais.
Tropas. As Forças Armadas brasileiras mantêm cerca de 1.500 militares em dez diferentes missões da ONU. O maior grupo, com cerca de 850 soldados, está no Haiti. Equipes menores atuam em Chipre, Libéria, Timor Leste, Saara Ocidental, Costa do Marfim, Líbano, Colômbia, Equador e Peru. Ao longo dos últimos 70 anos, a participação do Brasil em mandatos armados das Nações Unidas mobilizou cerca de 68 mil homens e mulheres.
De acordo com um oficial do Exército, veterano das operações no Haiti, há um ano o governo fez saber à ONU da disposição de, após o encerramento do trabalho no Haiti, no segundo semestre, manter o envolvimento de tropas e recursos em novas missões de manutenção de paz e estabilização regional.
Segundo o militar ouvido pelo Estado, o País não recusaria o envio de pessoal para o Líbano, onde a Marinha mantém um navio liderando a força-tarefa internacional que garante a segurança do Mediterrâneo na área sob jurisdição libanesa. O time participa da qualificação dos quadros navais locais e apoia ações de repressão ao tráfico de armas e de pessoas.
Caso pudesse escolher a missão, no entanto, a opção seria por um encargo no oeste da África, considerado estratégico. O cenário mais atraente seria a participação na Missão Multidimensional de Estabilização do Mali (Minusma), criada em 2013 pelo Conselho de Segurança para garantir a recuperação do país, devastado por conflitos externos e pela ação de dois violentos grupos jihadistas, o Ansar Dine, ligado ao Estado Islâmico (EI), e a Al-Qaeda no Magreb Islâmico. As Forças do Brasil ainda não têm experiência operacional nesse tipo de ambiente.

quarta-feira, 29 de março de 2017

É tão ridículo ter saudades da ditadura militar?


Como alguém, em sã consciência, pode ter saudades de um governo que tinha, apenas, *12 ministérios?* Prova, inequívoca, que o país não era bem administrado. 
Como confiar em *presidentes que morreram pobres?* Um homem que ocupa o cargo máximo de uma nação, sem fazer fortuna, prova que não sabe aproveitar oportunidades, nem gerir o patrimônio próprio. Um incapaz. 
Como ser saudoso de uma época de ditadura, onde todos os cidadãos tinham direito ao livre acesso às armas de fogo? E pior, a repressão era tão violenta que, mesmo armados, os cidadãos não se matavam. Isso demonstra o medo da população contra aquele governo bárbaro. 
Como respeitar um regime que criou o *INSS, o PIS, o PASEP, regulamentou o 13º,* instituiu a correção monetária, criou o *Banco Nacional da Habitação, o FUNRURAL,* construiu mais de 4 milhões de moradias e abriu 13 milhões de vagas de emprego?
Melhor nem falar de infraestrutura. Em 21 anos, conseguiram, apenas, *asfaltar 43.000Km de estradas,* construir 4 portos, reformar outros 20, instalar as maiores hidrelétricas do mundo, decuplicar a produção da Petrobrás, criar a *Embratel e a Telebras,* implementar dois polos petroquímicos, entre outras coisinhas sem importância. 
A educação era ridícula. Pegaram o país com *100 mil estudantes secundaristas* e transformaram em *1.3 milhões.* Criaram o *Mobral, o CESEC, a CNPQ e o programa de Merenda Escolar*. 
Nestes vergonhosos anos de chumbo, onde o PIB cresceu *14%, as exportações* saltaram de *1.5 para 37 bilhões,* atingimos a *7ª economia economia mundial* e nos tornamos o *2º maior produtor de navios do planeta.* Uma catástrofe!!
Realmente, durante essa página negra da história nacional, pelo visto, apenas os presídios funcionavam. Esses, sim, um exemplo. Neles entraram *terroristas, assassinos, assaltantes, guerrilheiros, seqüestradores, e saíram deputados, ministros, governadores e, até, dois presidentes.* Isso que é recuperação. Sabemos que a ditadura militar foi financiada pelos EUA, e não era um governo 100% nacionalista, mas olhando cruamente para hoje e antigamente, será mesmo que a ditadura era tão ruim assim? Temos que lembrar que os EUA financiou a ditadura porém também financiou a queda dela, mas por que? Porque viram que um governo rígido no Brasil iria alavancar nosso país. E hoje, agora que estamos "livres" parece que a influência liberal dos EUA é mais forte do que na época da ditadura. Não apoiamos a ditadura, nem o governo atual, mas olhamos cruamente os governos que fizeram bem ao Brasil.  


sábado, 13 de fevereiro de 2016

Empresa e sua real responsabilidade


Um amigo pergunta ao outro:
— Ora, mas qual é o objetivo de existir uma empresa?

Certamente, se você perguntar isso para uma pessoa ela irá lhe dizer que uma empresa existe
para ganhar dinheiro, e isso não está errado, de forma alguma, em uma sociedade
moralmente corrompida é normal que a grande maioria dos empresários exerçam suas
atividades com esse objetivo, mas isso é bom? Devemos nos aprofundar um pouco mais nessa
análise.

Quando se faz uma abordagem negativa em um caso desses é normal que se pense que esse
possa ser mais um texto produzido a partir do ridículo ideário marxista falando sobre
planificação econômica ou qualquer outro tipo de idiotice sobre ciências econômicas e sociais,
mas não é. O objetivo aqui é entender que a liberdade econômica é algo bom, assim como
qualquer outro tipo de liberdade, mas que o ruim é quando essa liberdade é utilizada de
maneira degradante, como qualquer outra.
Quando vejo a questão “ganhar dinheiro” de uma maneira negativa isso não quer dizer que o
lucro é algo ruim, o ruim são os meios pelos quais as pessoas se utilizam para fazê-lo. Acredito
que uma razão mais nobre para que exista uma empresa seria ganhar dinheiro através do
desenvolvimento de atividades com um papel social positivo.

Fábrica de sapatos dos irmãos Dassler. Hitler incetivava os esportes na Alemanha,
e isso fizera crescer as vendas de tênis. 


“Uma mina existe para fornecer carvão ao povo, para que ele tenha luz e calor. Fábricas, casas,
propriedades e terrenos, dinheiro e ações, existem para estar a serviço do povo, e não para
tornar escravo um povo. A posse destes bens não proporciona somente direitos, mas deveres.
Propriedade significa responsabilidade, e não apenas com seu próprio bolso, mas perante o
povo e seu bem-estar. No início, as minas estavam lá para servir à produção, e a produção
existe para servir ao povo. Não foi o dinheiro que descobriu as pessoas, mas sim as pessoas que
inventaram o dinheiro, e para que ele lhes sirva, e não para que as subjugue.”
- Joseph Goebbels

Possuir uma empresa não é apenas uma questão de poder, mas acima de tudo é uma questão
de muita responsabilidade, afinal, do mesmo jeito que sua existência possa beneficiar muitas
pessoas, também pode prejudicá-las, e quando um empresário objetiva apenas o lucro, mas
não tem a consciência de fazer um papel positivo perante a sociedade, ele não difere em nada
de qualquer traficante, assassino de aluguel ou ladrão que exista. Isso também não é um mal
apenas de donos de empresa, afeta da mesma forma os empregados, que são imorais quando
desempenham uma atividade de maneira ridícula, apenas objetivando o seu salário.
Hoje no mundo todo qualquer governante irá sofrer quando tentar forçar uma
responsabilidade para os lucros, isto é, obrigar as empresas aumentarem os gastos com o bem
estar se seus funcionários e benefício dos clientes de forma que faça com que se reduza o
lucro dos investidores cujas atividades estão fundamentadas em apenas uma coisa: ganhar
dinheiro, foda-se como. Hoje os países do mundo são reféns desse tipo de prática, porque a
fuga de capital pode gerar um problema maior que o anterior, afinal, para quem precisa, pior
que um emprego degradante, é não ter emprego algum. Quando se tenta forçar
responsabilidade em uma pessoa que pode se sair dessa tentativa de imposição de uma
maneira ainda mais irresponsável, não o faça.
Alguma situações de moralidade devem ser abordadas com muita cautela, e no caso da
responsabilidade social, depende de uma sólida formação de caráter e de uma educação
virtuosa, para se fazer cada vez mais adultos com personalidades louváveis, afinal, os homens
tem o poder para coibir esse tipo de prática, mas nem todos, e os que tem, parecem estar de
forma perfeita convivendo com isso. Por tanto, isso serve para qualquer tipo de poder que
exercemos, o pensamento objetivando o bem deve sempre anteceder a ação do homem,
assim esse evita a imoralidade


terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Homenagem aos 127 anos de Gustavo Barroso


Hoje, dia 29 de dezembro é a data do nascimento do grande ícone nacional, um homem cuja a verdade era escrita em suas obras, aonde denunciavam os malefícios causados pelos sionistas diante ao mundo,  Gustavo Barroso, cearense, advogado, professor, museólogo, contista, folclorista, cronista, ensaísta e um grande político nacionalista brasileiro, Barroso sempre teve um grande destaque em tudo que fez durante a vida, e mostrou ao mundo que no Brasil existia sim grandes homens. O blog Lealdade & Coragem, junto com a página Esquadra Tenaz e o movimento Nova Resistência, fizemos uma pequena homenagem em forma de agradecimento por ter escrito seus artigos contendo apenas a verdade aonde aderimos muitas das suas ideias e assim seguimos na luta para uma melhoria e unidade nacional. 
VIVA GUSTAVO BARROSO! 
GUSTAVO BARROSO VIVE! 
NUNCA ESQUECEREMOS DE VOCÊ!







"Temos afirmado sempre, com documentos, que o Brasil não passa de simples colônia de banqueiros internacionais. O que, porém, nunca pensamos e ora estamos claramente vendo é que essa colonização tivesse chegado a tal ponto que os banqueiros já se preparassem para assumir seu governo". 
- Gustavo Barroso

Tais palavras foram escritas na década de 30. Mas nunca foram tão atuais. Durante a maior parte da história da república brasileira temos sido governados pelos sicários dos banqueiros internacionais.

A economia brasileira é cada vez mais arreganhada para eles, de modo que o trabalhador seja repetidas vezes estuprado e saqueando pelos piratas financeiros e industriais.
Inaugura-se até mesmo um partido político liberal abertamente e diretamente fundado por um banco, e que existe única e exclusivamente para defender e promover os interesses desse banco, o tal "Partido Novo", do Banco Itaú.
Não demorará, até que realmente banqueiros sentem-se na cadeira presidencial. E isso por puro prazer, posto que há décadas não precisam disso para mandar e desmandar na economia nacional.

Leia mais sobre Gustavo Barroso: http://www.lealdadeecoragem.com/2015/11/sobre-gustavo-barroso.html

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

A falsa dicotomia: Esquerda e Direita



A falsa dicotomia: Esquerda X Direita:
Somos bombardeados constante por noções midiáticas que insistem em dizer sobre a Esquerda e a Direita, mas afinal, o que é realmente a Esquerda e a Direita?
Estes termos começaram a ser usados no início da Revolução Francesa, em meados de 1789, para diferenciar os Revolucionários dos Conservadores.
Como explica o Barão de Gauville: “Começamos a reconhecer uns aos outros: aqueles que eram leais ao Cristianismo e ao rei assumiam posições à direita da cadeira, a fim de evitar os gritos, os palavrões e as indecências que reinavam livres na facção à esquerda”.
Assim no senso comum ficou conhecido que a Direita é leal ao sistema vigente, a religião, e a ordem. A esquerda ficou como revolucionária, justa, populista e ideóloga.
Mas será que estas denominações refletem a realidade política brasileira e também mundial? Temos visto que não. A Direita vêm assumindo posições revolucionárias e a esquerda tenta manejar a ordem.
Vejamos alguns exemplos:
A Venezuela vem a muito sob o regime do Chavismo, acusados de serem de esquerda ou até mesmo comunistas por revolucionários opositores do governo que não exitam e pegar em armas para atacá-los. Essa mesma oposição autodenominá-se como Direita. Contraditório, não?
A mesma coisa vem acontecendo em muitos lugares diferentes, Direita e Esquerda mudam-se e juntam-se como estações do ano. Ninguém fora do círculo político consegue mais diferenciá-la, mas se essa confusão política é tão notável porquê ainda insistem com ela? Muito Simples! O domínio sobre o Status Quo.
O domínio sobre a dicotomia ou o maniqueismo é essencial para o controle do manejamento do poder. Assim os Detentores do Poder dividem a sociedade politicamente entre classe econômica (renda) gênero, condição social, raça e cultura. É uma espécie de etnocentrismo, só que no seio da sociedade, ao invés de ser entre sociedades diferentes, que cria barreiras políticas. Assim as pessoas lutam pela ideologia que fingem representá-la. Como por exemplo, o Feminismo, que deturpa a feminilidade e o conceito de família e é repudiado por grande parte do público feminino. Assim formam-se ideologias como o Capitalismo que tem por objetivo proteger a elite econômica, o Comunismo que serve ao interesse "proletário" e assim por diante.
Assim sendo, o poder dominante consegue facilmente manipular toda a sociedade como bem entender. Criando conceitos e movimentos que a dividem com o propósito de enfraquecê-la.
Feminismo X Masculinismo;
Capitalismo X Comunismo;
Esquerda X Direita;
Nenhum, absolutamente nenhum desses tipos de movimentos divisórios tem o objetivo de servir ao povo. Apenas de manipular a determinada classe que fingem proteger.
Nos Estados Unidos temos o Presidente Barack Obama. Ele é de Esquerda ou Direita? Bem, vejamos! Seu governo tem sido marcado pela constante interferência econômica servindo a interesses alheios, política externa ordenada e relativamente pacífica, ampliação de "liberdades" civis e fortalecimento da Nova Ordem Mundial. Em comparação ao presidente anterior, George W. Bush, que impôs gastos armamentistas inúteis, abaixou os impostos quando o mesmo era desaconselhável, foi responsável por uma das maiores crises da história...Foi um completo Caus. Obama, que considera a si mesmo um legítimo esquerdista, possuí um governo muito mais direitista que o direitista Bush, cujo governo foi marcado por inúmeras reformas.
Outro grande exemplo para provar os equívocos da denominação Esquerda Direita é o brasileiro. O governo de Fernando Henrique Cardoso foi marcado por privatizações mal-sucedidas, assistencialismo, reformas econômicas, incluindo uma mudança de moeda e expansões sociais desenfreadas. O seu sucessor, Luís Inácio, teve políticas semelhantes com mesmos fins. Falir a indústria nacional. A grande diferença entre os dois governos é a pausa de tempo entre as privatizações e o número de políticas assistencialistas. Mas se são assim tão iguais porquê são grandes adversários políticos e seus eleitores defendem pontos de vistas totalmente diferentes? Isso mesmo. Graças ao conceito Esquerda e direita. Os direitistas eleitores do FHC defendem um Estado mínimo e privatizações ao mesmo tempo em que querem uma abertura maior ao mercado externo, sendo que parte das privatizações foram voltadas para empreendedores nacionais e foram criadas leis reguladoras. Os esquerdistas eleitores do Lula defendem um Estado totalmente assistencialista, medidas protecionistas e taxação sobre grandes fortunas, sendo que são completamente incompatíveis. Protecionismo misturado com taxação de fortunas geraria uma falência econômica sem precedentes enquanto que Estado mínimo e abertura econômica arruinaria o empreendedorismo nacional. Outro adendo, o governo FHC foi marcado por muitas reformas econômicas e sociais, enquanto o atual mantem-se focado no falso combate a inflação e no assistencialismo. Mas claro, um é direitista e o outro é esquerdista...
Ou seja, os dois tipos de governos são completamente iguais mas escondem-se sobre a falsa dicotomia para poder separar a população ideologicamente criando um status de tensão política enfraquecendo a unidade civilizacional abrindo margens para o 'etnocentrismo social'.
Agora que ficou mais claro a verdade por detrás dessa dicotomia política, falaremos quem os controla e para quê.
Existem dois tipos de poderes, poderes reais:
O poder monetário, representado pelo dinheiro e o número de riquezas em determinado época e lugar;
O poder estatal, representado pela legitimidade do Estado.
Aquele que possuí um dos dois controlará tudo em determinado lugar. Agora, quem você acha que controla a América? A Europa? O mundo?
Os judeus, total detentores do poder econômico e estatal. Os judeus controlam o mundo em todos os aspectos, muitos deles sob o Sionismo. Ideologia religiosa judaica que afirma o Judaísmo e prega o retorno do povo judeu ao monte de Sião, montanha simbólica que representa Jerusalém, a Terra Prometida.
Os judeus dominantes do poder monetário são um conjunto de famílias tradicionais judaicas, em destaque os Rothschild e Rockefeller.
Os judeus dominantes de poder estatal não são muitos, pois não lhes é muito necessário. Assumes a face de políticos e chefes de Estado para promover as suas vontades, são exemplos como Angela Merkel, Chanceler da Alemanha e Dilma Russeff, presidente do Brasil. Com isso eles comandam a Nova Ordem Mundial, com o propósito de estabelecer um Uni-polarismo onde todo o poder fique concentrado em si, a oposição eliminada e o sonho judaico de escravização mundial do não-judeu seja comprido. Mas nem tudo é assim tão fácil...! Muitos países vêm repudiando essa proposta e fazendo resistência a isso, e por conta disso são atacados de todas as formas. Países como a Síria e o Irã, que não querem que seu país seja subserviente aos outros e sua cultura extinta são constantemente ameaçados e atacados pelos aliados da NOM.
E nós. brasileiros, não estamos isentos disso. Nosso país, outrora uma nação soberana, católica, visionária, passa pela sua maior crise moral e cultural da sua história. Você não acha estranho que até poucas décadas atrás toda essa subcultura não existia e agora é sinônimo nacional?
Essa destruição seletiva é esmagadora pois destrói todo o sentimento de civilidade e patriotismo do cidadão, pois este deixa de se identificar como brasileiro?
Esse projeto maquiavélico de destruição quer acabar com você, sua família e seu país! E você deixará que seja feito de acordo com o plano e assistirá como o gado caminhando para o abate ou se levantará e lutará por aqueles que ama? A escolha é sua.
Grupos dissidentes não faltam. Por aqui temos a FSNB, Frente Social-Nacionalista Brasileira. Um grupo ainda pequeno que em breve fará forte oposição aos nossos inimigos. Temos a NR, Nova Resistência, que luta contra os projetos da NOM a nível mundial.
Grupos para se aliar é o que não faltam. A escolha, meu amigo, é totalmente sua.

O processo da destruição:

Há anos as ideologias que resistem vem perdendo a sua ortodoxia, com a chegada do pós-modernismo junto a globalização as verdadeiras informações que são necessários para seguir corretamente uma ideologia foram corrompidas. Hoje, todas as direções políticas que se mantêm desde o passado estão sob suspeita, como os movimentos nacionalistas, conservadores como o Nacional-Socialismo, Fascismo, dentre outros, que tem como objetivo proteger sua nação, e assim criar uma nação erguida com suas culturas e tradições, mas hoje, tais movimentos estão "convertidos", corruptos travestidos de nacionalistas aceitam dinheiro do estrangeiros para "revolucionar" o Estado atual, com uma visão bruta, a palavra "revolução" pode ser sim a solução, porém a finalidade dessas lutas atualmente são erradas e impuras, bons exemplos como a revolução da Líbia, da Síria, da Ucrânia dentre outros países, são a figura perfeita para alertar que nem sempre uma mudança estatal tem como finalidade uma melhoria. O processo para derrubar legítimos governos (principalmente aqueles que se opõem a nova ordem) foi e continua sendo o mesmo, grupos "nacionalistas" dizem querer armas para uma suposta melhoria nacional, a imprensa internacional cria propaganda contra o Estado operante, esses grupos aceitam dinheiro do Ocidente, inicia-se uma guerra, vários inocentes morrem, e se tal grupo conseguir derrubar o legítimo governo, a partir dali, a nação é explorada por tal prestamista, a sociedade começa a seguir sem rumo, com a economia quebrada, e desde então, qualquer outro grupo que queira resgatar a identidade nacional é alvo de ataques da imprensa e dos grupos revolucionários. Antes de tudo, a estratégia utilizada para criar esse conflito, população versus Estado, começa pela maior arma da "democracia", a já citada, imprensa, começam a acusar o Estado de ter feito coisas X e coisas Y, automaticamente a população começa a se posicionar, a imprensa dá ao insinuar que o Estado é de "Esquerda" ou de "Direita", como consequência, aqueles que são contra o governo, se posicionam no lado oposto, sem estudos ou fundamentos, os civis começam a repugnar qualquer país que seja igual/parecido a ideologia que o governa. Com esse processo, o sionismo vem destruindo não só as nações, mas também o pensamento unitário. O mais "interessante" nisso tudo, é que tais revoluções, tais planos, são feitos e botados em praticas muitas vezes em prol da "igualdade", mas acabam gerando mais ódio e desigualdade entre classes e etnias, grupos que repugnam a intolerância se tornam mais intolerantes do que aqueles que eles acusam de serem intolerantes, também pode acontecer que os civis se posicionam em um lado aonde nem sabem qual finalidade e objetivo aquele lado tem, alguns grupos de "direita" se posicionam automaticamente em prol de Israel, para fazer oposição a "esquerda", que se posiciona em prol da Palestina, o problema é que essa direita pós-moderna não sabe que tal lado que eles apoiam (Israel) luta e repugna as ações da "direita" do passado, e isso se torna uma grande hipocrisia. Então, isso tudo se torna um jogo de xadrez que acabou com um jogador dominando tudo completamente, a solução para tudo isto é, se opor a nova ordem, não se encaixar em nenhuma dessas posições, repugnar os movimentos que apoiam qualquer definição pós-moderna, não apoiar a infiltração cultural do estrangeiro na nação, e etc...esses são os primeiros passos a serem dados para uma libertação e identidade nacional.

Feito por Marcos Cerqueira, atual líder da FSNB e Luis Felipe Dourado, responsável pelo Blog Lealdade & Coragem.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Sobre Gustavo Barroso


Memorial aonde guarda os restos mortais de Gustavo Barroso,
situado na Praça Gustavo Barroso
em Fortaleza, Ceará.
Gustavo Barroso, cearense, foi um advogado, professor, museólogo, contista, folclorista, cronista, ensaísta e um grande político brasileiro, Barroso sempre teve um grande destaque em tudo que fez durante a vida. 
Como várias outras figuras politicas importantes nacionais, foi esquecido graças a ausência da educação e pela falta de interesse popular.

A frase perfeita para definir sua imagem atual é:
  "Gustavo Barroso, saudado por alguns, odiado por outros, mas esquecido por todos.''

Mesmo que alguns grupos nacionalistas tentando destacar novamente sua imagem como uma figura de grande importância nacional, o governo e os orgãos educacionais juntos fazem o ''favor'' de esconder a grandiosidade desse político, pelo fato de ser um grande literário, e ter uma grande laço com a sua honra própria e valores ideológicos, sempre falou a verdade, um bom exemplo de sua personalidade e pensamentos é a sua obra de 1937, o livro ''Judaísmo, Maçonaria e Comunismo'', aonde explica as origens de como e por quem foi armado o sistema de dominação dos países através do Comunismo, comandado pela Maçonaria e liderado pelo Judaísmo (Sionismo). Sobre as tentativas de libertação dos países escravizados, sobre o racismo judaico e as conspirações contra a humanidade, e faz uma critica a revolução russa aonde revela os verdadeiros causadores da guerra e seus reais interesses.

   
Gustavo Barroso junto ao Integralismo: 

Gustavo Barroso ao lado de Plínio Salgado, líder nacional do Integralismo
na Catedral da Praça da Sé, em São Paulo. 

Gustavo Barroso, quando se tornou membro da Ação Integralista Brasileira, foi declaradamente dito como antissemita. Que se coadunava com a mentalidade nacionalista do Estado Novo, fez uso da concepção de um “complô secreto internacional”, para difundir idéias antissemitas, aproximando-se das concepções culturais e ideológicas europeias. 
Mesmo acreditando que Gustavo Barroso não simpatizava totalmente com as ideias do Integralismo, muitos acreditam que ele simpatizou com o movimento ideológico nacional mais semelhante as ideologias conservadoras e nacionalistas europeias, como o  Fascismo e o Nacional-Socialismo. 
  


Aparentemente, Barroso sempre estava a frente de qualquer pessoa quando se tratava de conceitos internacionais, no Brasil, dentro da organização era tratado com uma soberania e suas ideias eram quase sempre postas em primeiro lugar, até mesmo na frente das ideias do seu líder, Plínio Salgado,  

Apesar de uma boa parte dos membros negarem qualquer junção do Integralismo com o Nacional-Socialismo alemão, o fato é que existiram integralistas que compactuavam com o ideal fascista e Nacional-Socialista que defendiam ideais antissemitas, mais um ponto aonde Gustavo Barroso se diferenciava das normas marciais do Integralismo, ele certamente foi um dos mais influentes ícones do Movimento Integralista Brasileiro, além de ter inúmeros títulos e funções importantes no cenário mundial, foi o responsável pelos movimentos antissemitas sendo notável sua contribuição com a tradução e defesa do livro ''Protocolo dos Sábios de Sião'', que se resumi as consequências após grandes acontecimentos globais, esse livro tem sido muito citado ultimamente, é um livro criado pelos russos em 1897, onde se apresenta a conspiração judaica que pretende em um futuro breve dominar o mundo, criando uma Nova Ordem Mundial.

Gustavo Barroso e o fim da resistência:

Estátua de Gustavo Barroso, atualmente,
pichada por vândalos anarquistas.


Em 3 de dezembro de 1957, o Brasil recebe a notícia que Gustavo Adolfo Luiz Guilherme Dodt da Cunha Barroso morreu no até então Distrito Federal do Brasil, que se localizava no Rio de Janeiro, de problemas cardíacos.  
Desde aquilo, qualquer forma de resistência contra a Nova Ordem Mundial morreu com Gustavo Barroso e o PRP , o ''Partido de Representação Popular'' um partido criado sob ideias Integralista e liderado pelo ex-líder da Ação Integralista Brasileira, Plínio Salgado, que já dava seus últimos suspiros. 

Nessa altura, Vargas já tinha dado fim ao Estado Novo, que durou de 1937-1945, assim, abrindo as portas para as chances norte americanas de modelar as ideias brasileiras.
Como em vários outros países, logo ao fim da Segunda Grande Guerra, todos os movimentos e políticos
simpatizantes do Fascismo e do Nacional-Socialismo, foram vetados pelos vencedores, e não foi diferente no Brasil.
Getúlio viu que estando junto aos vencedores, o governo norte-americano iria deixar seu regime são e salvo, mas como típico dos sionistas internacionais, logo cobraram a ''democratização'' do Brasil.
E de imediato dando liberdade a imprensa, mas a imprensa comprada pelo vencedores, divulgaram artigos como antes do rompimento das relações diplomáticas com o Eixo, o Brasil de Vargas mantinha boas relações comerciais com a Alemanha e a Itália.
E em 1936, o Brasil e a Itália firmaram um acordo para compra de submarinos italianos, que seriam pagos com algodão e outros produtos brasileiros. E que o exército brasileiro também importava armamentos direto da Alemanha.
Como esta e várias outras relações, Getúlio Vargas foi acusado de simpatizar e até mesmo colaborar com o EIXO.
Mesmo sob críticas, ganhou as eleições, porém a imprensa não se cansou de mostrar os fatos, logo, Vargas teve o mesmo destido de Hitler e Mussolini, acabou morto, porém, traído pelo seus aliados.
Agora, em um texto bem informal, eu lhe pergunto caro leitor:
- Vale a pena esquecer Gustavo Barroso? Vale a pena esquecer um homem que foi reconhecido mundialmente?
Pelos seus livros, que através dos livros tentou mostrar o problema mundial, para antes que esse problema chegasse ao Brasil, nós, ja sabíamos as verdades e os malefícios que essa Nova Ordem Mundial iria trazer?
Vale a pena esquecer um homem que realmente queria o bem do Brasil? que evitava ao máximo, alianças
com os países já infectados e comandados pelos Sionistas pois já sabia suas reais intenções?
A resposta tem que ser clara e direta: NÃO!
Não devemos se esquecer, devemos ler, aprender, e o mais importante, questionar nossa atualidade,
Gustavo Barroso é um ótimo exemplo a se seguir, antes de olhar para nossa política, devemos ver quem está na frente dos nossos políticos, pois como tudo no Brasil, é apenas uma política artificial, pois são outros políticos que realmente está controlando a política mundial.
Devemos ver e ficar atentos aos Estados Unidos que invadem o Iraque e a Síria, pelo petróleo, ficar de olho em Israel, aonde invade o Líbano, ficar atento a Arábia Saudita que hoje bombardeia o Iêmen, e o mais importante, sempre ficar atento a união desses países com a União Europeia, pois,
mais cedo ou mais tarde nossa pátria rica de materiais naturais e petróleo, será o próximo alvo, e é nesse momento que devemos se unir.
Lutar contra essa praga que invade outros países é um dever patriota, saber desde já que eles são inimigos! Ratazanas! Parasitas! Porcos! Capitalistas!
Esse não é um grito comunista, nem tanto fascista.
Esse é um grito pelo nacionalismo e pela união, e com o nacionalismo e o caráter, a população não se deixará vender, e assim impedindo uma divisão no país,
Agora deixo um trecho de grande importância escrito por Gustavo Barroso no livro "Judaísmo, Maçonaria e comunismo":
"Entre nós, o anti-semitismo não pode provir dum sentimento racista. O que traz o mundo nos sobressaltos contínuos atuais, minado pelo revolucionarismo e pelo terrorismo, é justamente o racismo judaico. ... Nós não podemos aceitar estrangeiros completamente separados da nossa vida nacional, laminados em assentamentos israelenses [sic], influenciar o destino da nação, perturbar o político, o ritmo da economia e da política pública. Dominante imprensa e propaganda, arrogante quando eles não podem dar ordens, interferindo na vida financeira no mercado e na indústria, eles não assimilam e não identificam os interesses nacionais, nem se preocupam com si mesmos".


"Mesmo com Gustavo Barroso morto e seus livros escondidos debaixo de 7 chaves pelo sionismo, sua história e pensamento deve se manter vivo dentro de cada patriota!"
- Luis Felipe Dourado