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terça-feira, 6 de setembro de 2016

7 verdades sobre os EUA que não são ditas


1. O governo americano não gasta em saúde, e boa parte da população do país não tem acesso a planos de saúde.
Defender nossa ideia de SUS não é uma tarefa fácil. A despeito de sermos o último colocado dentre 50 países quando o quesito é “eficiência de sistemas de saúde”, ainda encontramos um tempinho para criticar os outros – em especial, aqueles que seguem um caminho diferente do nosso.
Apesar da ausência de um Sistema Único de Saúde propriamente dito, 85% dos americanos não podem contar com planos de saúde, sejam eles públicos ou privados. Dentre os 15% restantes, mais da metade possui uma renda superior aos US$ 34 mil anuais, o que os coloca definitivamente na classe média. Em suma, recebem por volta de R$ 112 mil e optam por não ter planos de saúde
2. Nos Estados Unidos não existem universidades públicas.Donos de 85 das 100 melhores universidades do mundo, os americanos ainda sofrem severas críticas pelo seu sistema de ensino. Ao contrário da Alemanha, por exemplo, não existem universidades públicas e gratuitas por lá. Isso não significa, porém, que não existam universidades públicas no país.
3. Americanos são o povo mais “egoísta” do mundo.Trabalhe, pense apenas em si e fique rico. A noção do “american way of life”, o estilo de vida americano, é muitas vezes deturpada para beneficiar esta visão de mundo do “nós contra eles”. Somos um povo alegre, generoso, ajudamos os vizinhos, damos bom dia no elevador. E eles? Todos de cara fechada, só pensando em dinheiro, não é mesmo?
4. Existem milhões de pessoas extremamente pobres nos Estados Unidos, e este número não para de crescer.
Denunciar as mazelas do capitalismo e “aquilo que a mídia não mostra” é uma das tarefas preferidas de árduos heróis do jornalismo em blogs e sites populistas (muitos deles financiados por doações de americanos). Dentre as citações preferidas, é bastante provável que você encontre a famosa tese de que “existem 39.1 milhões de americanos vivendo em extrema pobreza”.
5. Os americanos apoiam guerras.
Pegue uma calculadora ou ponha na ponta do lápis, some o gasto dos 10 países do mundo que mais gastam com defesa, e você verá uma estatística quase “surreal”. Sozinhos, americanos gastam mais da metade do orçamento militar das 10 nações mais ricas do planeta. Porém, boa parte desse dinheiro vai para exércitos de outros países ou forças rebeldes que os EUA apoia com armamentos.
6. Não existem direitos trabalhistas nos Estados Unidos.
Poucas coisas parecem tão sagradas no Brasil quanto as leis trabalhistas. Ouse questionar a lei de salário mínimo ou questões como previdência pública, seguro desemprego, férias remuneradas e décimo-terceiro, e você irá encarar a fúria do eleitorado. Em inúmeros países, no entanto, estas questões não são tão intocáveis assim. Não é muito diferente nos Estados Unidos. Apesar de ser o único país do ocidente a não possuir uma lei que obrigue a concessão de férias remuneradas, os americanos possuem um salário mínimo local de US$ 7,5 por hora, algo inexistente em países como Noruega, Suécia, Dinamarca ou Suíça, por exemplo.
7. Americanos invadem outros países em busca de petróleo.
Provavelmente o mais difundido dos mitos sobre os Estados Unidos é aquele que trata as invasões feitas pelo governo americano pela lógica usual de “conquista”. Ao longo da história, invasões tinham por princípio acumular riqueza. Ao contrário, as guerras atuais servem a outros propósitos, além de obedecerem aos lobbys de indústrias armamentistas no país.


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Capitalismo ideológico



"Em terras aonde o dinheiro comanda, ninguém é puro e nenhuma lei é eficaz"

   Há anos o capitalismo vem apossando-se dos grandes países e dos seus bens, com o poder e a ganância das empresas privadas junto as grandes mídias acabaram que modelando as massas, e assim levando o capitalismo não apenas para economia mas também para a ideologia, ou seja, mais uma ideologia que movimenta tanto o setor econômico quanto a maneira da população pensar, como por exemplo, o Comunismo, Fascismo e Nacional-Socialismo. 
  Não tão distante do Liberalismo, que é um dos tentáculos do Capitalismo, o Capitalismo frisa a usurpação dos bens, exploração trabalhista, destruição e manípulamento para o esquecimento da cultura e tradição do povo que ele controla, um bom exemplo há citar é a maior parte da população brasileira, um povo sujo, sem cultura, sem tradição, gananciosa, apresentativa, materialistas, consumista e totalmente egoísta. Muito do que foi dito pode ser referido também aos norte-americanos e isso  é o retrato e comprovação que o Capitalismo hoje está implantado em forma de ideologia,  pois é exatamente isso que o Capitalismo quer, um povo ganancioso, para assim, obter mais e mais, mesmo que a forma de obtenção não seja honesto ou fruto de seus esforços, e dando lucro ás grandes empresas, um povo apresentativo, que gosta de expor e mostrar algo que não tem, logo, por puro complexo de inferioridade procura maneiras não corretas de obter dinheiro para assim adquirir o que quer, um povo materialista, que se prende pelo seu material e descartando totalmente seu lado emocional, e isso é letal, assistirmos  mortes entre irmãos do mesmo sangue por causa de heranças é um exemplo, um povo consumista, que compra sem consciência, assim dando mais lucro as grandes empresas e as vezes tirando a comida da mesa de seus filhos, isso também entra como egoísmo, pensar apenas em si, e esquecer até mesmo sua família.  Isso tudo é os ingredientes para a decadência popular, empobrecimento tanto material quanto espiritual das massas, com isso apenas as grandes empresas, mídias e nosso governo enriquece as custas do suor e do emburrecimento do povo.

  O conhecimento é a arma e a forma de resistência mais eficaz, o conhecimento sendo aplicado em massa se torna uma barreira contra qualquer tipo de mal voltado ao seu povo, no momento que você sabe sua história, tradições e crenças automaticamente você não abre espaço para oportunistas Capitalistas usurparem de suas terras e costumes. O destino para as nações que aceitam o Capitalismo como modo de vivência é a condenação da própria morte, pois o Capitalismo apenas lhe vê como uma das milhares de peças que gera lucro, se você for um trabalhador e você faleceu, ninguém se importará pois logo irá vim outro trabalhador para preencher seu canto, então você me pergunta: E as pessoas ao meu redor, meus colegas? Eles não irão sentir minha falta? Não! essa é a resposta! pois no mundo Capitalista as pessoas são egoístas, que odeiam seu emprego, e só estão lá para ganhar dinheiro, para assim poder gastar e dão lucro aqueles que o pagam, se prendem nesse ciclo vicioso, cego, não vivem, se apodrecem e morrem, mas logo serão substituídos novamente. O leitor pode achar que estou sendo sensacionalista, mas eu digo que não, pois é isso é o retrato da nossa realidade e vemos isso todos os dias, só que em baixa escala, devemos abrir nossos olhos pois a cada dia que se passa isso se tornar normal. e desse jeito estamos caminhando para perdição da nação e até mesmo do mundo, devemos resgatar não apenas a cultura nacional, mas sim o nacionalismo, a vontade de proteger, pois afinal é esse o futuro que queremos para nossa futura geração? Ou você já se tornou Capitalista e não liga para os próximos que estão por vim?   

        

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Empresa e sua real responsabilidade


Um amigo pergunta ao outro:
Ora, mas qual é o objetivo de existir uma empresa?

Certamente, se você perguntar isso para uma pessoa ela irá lhe dizer que uma empresa existe
para ganhar dinheiro, e isso não está errado, de forma alguma, em uma sociedade
moralmente corrompida é normal que a grande maioria dos empresários exerçam suas
atividades com esse objetivo, mas isso é bom? Devemos nos aprofundar um pouco mais nessa
análise.

Quando se faz uma abordagem negativa em um caso desses é normal que se pense que esse
possa ser mais um texto produzido a partir do ridículo ideário marxista falando sobre
planificação econômica ou qualquer outro tipo de idiotice sobre ciências econômicas e sociais,
mas não é. O objetivo aqui é entender que a liberdade econômica é algo bom, assim como
qualquer outro tipo de liberdade, mas que o ruim é quando essa liberdade é utilizada de
maneira degradante, como qualquer outra.
Quando vejo a questão “ganhar dinheiro” de uma maneira negativa isso não quer dizer que o
lucro é algo ruim, o ruim são os meios pelos quais as pessoas se utilizam para fazê-lo. Acredito
que uma razão mais nobre para que exista uma empresa seria ganhar dinheiro através do
desenvolvimento de atividades com um papel social positivo.

Fábrica de sapatos dos irmãos Dassler. Hitler incetivava os esportes na Alemanha,
e isso fizera crescer as vendas de tênis. 


“Uma mina existe para fornecer carvão ao povo, para que ele tenha luz e calor. Fábricas, casas,
propriedades e terrenos, dinheiro e ações, existem para estar a serviço do povo, e não para
tornar escravo um povo. A posse destes bens não proporciona somente direitos, mas deveres.
Propriedade significa responsabilidade, e não apenas com seu próprio bolso, mas perante o
povo e seu bem-estar. No início, as minas estavam lá para servir à produção, e a produção
existe para servir ao povo. Não foi o dinheiro que descobriu as pessoas, mas sim as pessoas que
inventaram o dinheiro, e para que ele lhes sirva, e não para que as subjugue.”
- Joseph Goebbels

Possuir uma empresa não é apenas uma questão de poder, mas acima de tudo é uma questão
de muita responsabilidade, afinal, do mesmo jeito que sua existência possa beneficiar muitas
pessoas, também pode prejudicá-las, e quando um empresário objetiva apenas o lucro, mas
não tem a consciência de fazer um papel positivo perante a sociedade, ele não difere em nada
de qualquer traficante, assassino de aluguel ou ladrão que exista. Isso também não é um mal
apenas de donos de empresa, afeta da mesma forma os empregados, que são imorais quando
desempenham uma atividade de maneira ridícula, apenas objetivando o seu salário.
Hoje no mundo todo qualquer governante irá sofrer quando tentar forçar uma
responsabilidade para os lucros, isto é, obrigar as empresas aumentarem os gastos com o bem
estar se seus funcionários e benefício dos clientes de forma que faça com que se reduza o
lucro dos investidores cujas atividades estão fundamentadas em apenas uma coisa: ganhar
dinheiro, foda-se como. Hoje os países do mundo são reféns desse tipo de prática, porque a
fuga de capital pode gerar um problema maior que o anterior, afinal, para quem precisa, pior
que um emprego degradante, é não ter emprego algum. Quando se tenta forçar
responsabilidade em uma pessoa que pode se sair dessa tentativa de imposição de uma
maneira ainda mais irresponsável, não o faça.
Alguma situações de moralidade devem ser abordadas com muita cautela, e no caso da
responsabilidade social, depende de uma sólida formação de caráter e de uma educação
virtuosa, para se fazer cada vez mais adultos com personalidades louváveis, afinal, os homens
tem o poder para coibir esse tipo de prática, mas nem todos, e os que tem, parecem estar de
forma perfeita convivendo com isso. Por tanto, isso serve para qualquer tipo de poder que
exercemos, o pensamento objetivando o bem deve sempre anteceder a ação do homem,
assim esse evita a imoralidade