segunda-feira, 27 de junho de 2016

Em carta, presidente turco diz que quer acabar tensão com a Rússia

 Presidente russo, Vladimir Putin e Presidente turco Racep Tayyip Erdogan, em junho de 2015 

De acordo com o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, o Presidente turco Racep Tayyip Erdogan "está arrependido" e está disposto a resolver a crise nas relações entre os dois países.
Vladimir Putin recebeu uma carta de seu homólogo turco, aonde o presidente turco Recep Tayyip Erdoğan expressa disponibilidade para resolver a crise bilateral causada depois da derrubada de um caça russos pelo avião de combate turco em novembro de 2015, disse segunda-feira o porta-voz do Kremlin.
Erdogan disse que a Turquia "compartilha a dor da morte do piloto do Su-24 e com a sua família" e "vê isso como uma dor para a Turquia", de acordo com Peskov.
Turquia está pronta para tomar todas as medidas necessárias para "aliviar a dor e gravidade dos danos à família do piloto, e que nunca teve a intenção de derrubar o avião da Federação Russa" escreveu Erdogan na carta ao presidente russo.
Na carta, o presidente turco também diz que ele sempre viu a Rússia como um importante parceiro estratégico e um amigo. 
O assassino do piloto russo:

Alparslan Celik, acusado de matar piloto russo. 
Esse é Alparslan Celik , um membro de um grupo militante ultra-nacionalistas turco que luta na Síria, ele estava no comando de combate na área aonde o piloto russo caiu apos se ejetar, e confirmou seu envolvimento no assassinato do piloto.
O julgamento de Alparslan Celik está em andamento, além do envolvimento da morte do russo, Celik é acusado de posse ilegal e porte de armas,vivia na cidade turca ocidental de Izmir, e cruza a fronteira para lutar na Síria. 
Relembre o caso da morte do piloto russo: CLIQUE AQUI 
FONTE: http://sputniknews.com/middleeast/20160627/1042017250/putin-erdogan-su24-jet.html

terça-feira, 14 de junho de 2016

Saiba a diferença entre Hezbollah, ISIS e Al-Qaeda




  Todos os dias vemos pessoas igualando todos os grupos considerados "terroristas" pelo Ocidente, pois poucos sabem a diferença entre eles e os motivos que levaram a tais serem considerados terroristas. É importante ressaltar que, cada um tem diferentes objetivos, lideres e fé. Essa postagem foi feita para mostrar os pontos reais, assim, em uma leitura simples passarmos para o leitor a diferença de cada. 
 Para compreendermos bema diferença entre Hezbollah, ISIS e Al Qaeda, começo relatando a história de um iraquiano nascido nos EUA suspeito de ser membro de grupos radicais, porém quando foi interrogado pelo FBI, dizia ser integrante tanto da Al Qaeda como do Hezbollah. Algo completamente impossível. Afinal, como sabermos estas duas organizações são inimigas uma da outra e estão em guerra na Síria. A Al Qaeda, conhecida como Frente al-Nusra no país, é um grupo rebelde contra o governo de Assad, já o Hezbollah luta ao lado do governo de Bashar al Assad.

Para completar, o Hezbollah é uma organização libanesa composta quase que unicamente por muçulmanos xiitas, mas há cristãos. Dentro do Líbano, tem uma aliança política, com as principais divisões  políticas cristãs. Não há praticamente nenhum membro do Hezbollah que não seja libanês. Historicamente, esta organização tinha como principal inimigo Israel, graças a invasão israelense ao Líbano. Hoje seus principais adversários são a "Al Qaeda" e o Estado Islâmico. 

Já a Al Qaeda é uma organização global. Seus membros são todos seguidores de uma vertente extremista do islamismo sunita conhecida como wahabbismo. No passado, os EUA eram considerados seus maiores inimigos. Ainda são "inimigos", mas em uma proporção menor do que o Irã, o regime de Assad e o Hezbollah, que se tornaram seus principais adversários.


Sobre o Estado Islâmico, quando Mateen foi interrogado, não dominava praticamente nenhum território dentro da Síria. Como sabemos, o ISIS tem origem no Iraque. Mas seus líderes romperam com a rede terrorista de Bin Laden e hoje são "rivais". Dentro da Síria, há combates do ISIS contra a Al Qaeda. Os membros do ISIS são de diferentes partes do mundo, incluindo o Ocidente, e controlam áreas da Síria, Iraque, Líbia e Iêmen embora tenham perdido quase metade deste território no último ano para a coalizão liderada pela Rússia, junto ao Hezbollah e as forças sírias. Alguns chamam a atenção para o fato de o pai de Mateen ser simpatizante do Taleban. Parece ser, embora o pai dele dê fortes indicações de ser biruta. De qualquer maneira, o Taleban está em guerra contra o ISIS no Afeganistão. Não são aliados. São inimigos. E o Taleban afegão é um grupo local, sem agenda global, como a Al Qaeda e o ISIS. Seus membros são afegão. Assim como o ISIS e a Al Qaeda, segue vertente radical do islamismo sunita. 

Para facilitara leitura, resumi as diferenças em tópicos simples, facilmente entendidos:

. O ISIS é inimigo do Hezbollah, da Al Qaeda e do Taleban.


. A Al Qaeda(segundo a ''teoria'') é inimiga do ISIS e do Hezbollah

. O Hezbollah é aliado do Irã e da Síria de Assad. O Taleban, ISIS e Al Qaeda são inimigos do Irã e de Assad

. ISIS, al-Qaeda, são grupos radicais islâmicos, que matam cristãos dentro dos territórios controlados por eles. Já o Hezbollah, mesmo tendo sua maioria islâmica, vive em harmonia com cristãos, que junto a eles combatem os radicais.  

  Todos segundo a "teoria" são inimigos dos EUA, embora os americanos junto a outros países financiam grupos terroristas para assim destruir governos legítimos que se opõe a tais, como o governo líbio(que hoje já está derrubado) e o governo sírio, que ainda está em conflito, o Hezbollah conteve a invasão israelense no Líbano, assim defendendo a sua pátria, infelizmente a Palestina não conseguiu e hoje sentem diariamente as consequências dessa invasão, mulheres, crianças e idosos mortos por soldados israelenses que lá andam livremente. 

terça-feira, 7 de junho de 2016

Rússia irá apoiar ativamente Exército Sírio em Aleppo

Soldado sírio e soldado russo, na Síria, em 2016

A Rússia apoiará "ativamente" o Exército sírio, se ele estiver ameaçado em Aleppo (norte) e arredores - advertiu nesta segunda-feira o ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Lavrov.
"A respeito do que ocorre em Aleppo e em suas proximidades, temos advertido os americanos. Eles sabem que apoiaremos ativamente o Exército sírio por via aérea para impedir que os terroristas conquistem territórios", declarou o chanceler russo em coletiva de imprensa com seu contraparte, Timo Soini.
"Tomaremos nossas decisões em função da situação. Estamos em contato com os americanos todos os dias (...) então, não haverá surpresas", acrescentou Lavrov.
Esse anúncio foi feito no momento em que a coligação de combatentes curdos e árabes inscritos nas Forças Democráticas Sírias (FDS), apoiados pelos Estados Unidos, avança na província de Aleppo, onde ameaça a rota que a organização Estado Islâmico (EI) utiliza para se abastecer entre a cidade síria de Raqqa e a Turquia.
A organização extremista faz frente ao avanço das Forças de Defesa Nacional e ao do Exército sírio, apoiado pela Aviação russa.
Hoje, Serguei Lavrov reiterou que a Rússia está disposta a se juntar à Força Aérea americana "para ações de combate (...) contra os terroristas", afirmando que não deseja que esta coordenação "dê uma oportunidade (à oposição) de ganhar poder e continuar sua ofensiva".
Em Washington, a porta-voz do Departamento de Estado Elizabeth Trudeau reiterou nesta segunda que "o regime [sírio] e a Rússia não podem usar a presença da Al-Nusra para se envolver em atividades ofensivas contra outros grupos. Fomos muito claros nisso".
"Repetimos que a Rússia e o regime de [Bashar] Al-Assad devem distinguir os terroristas daqueles que participam para pôr fim das hostilidades", acrescentou, garantindo que autoridades americanas negociam com grupos moderados no terreno para estimulá-los a se afastar da Al-Nusra.
Na semana passada, em uma conversa por telefone, Lavrov e o secretário de Estado americano, John Kerry, evocaram a necessidade "de ações comuns decisivas" contra a Frente Al-Nusra.
Em meados de maio, a Rússia propôs aos Estados Unidos lançarem ataques conjuntos contra os grupos extremistas na Síria, uma proposta imediatamente rejeitada por Washington.
A Rússia se posicionou sobre, pois ontem as forças de Assad sofreram baixas no último domigo(5), leia sobre: CLIQUE AQUI

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Ofensiva da al-Nusra em Aleppo faz Exército Sírio recuar

Soldados sírios mortos e feridos pelos jihadistas, em Aleppo. 

Os jihadistas da Frente al-Nusra e Ahrar al-Sham continuam bombardeando o bairro de Sheikh Maqsood da cidade de Aleppo, os jihadistas já conseguiram tomar alguns bairros no norte da cidade, disse o porta-voz do Centro Russo para a Reconciliação na Síria no domingo, dia 5. Os ataques foram destinados diretamente as forças de Assad, e as consequências foram graves, fortes baixas e vários soldados feridos, não se sabe ainda a quantidade. 
"Um grupo de militantes armados da Frente al-Nusra e Ahrar al-Sham continuam os seus ataques na parte norte de Aleppo. Os militantes têm como alvo um bairro de Sheikh Maqsood e as posições das forças governamentais, perto do assentamento de Handrat, usando armas ligeiras e boas peças de artilharia", disse o porta-voz.
Ele acrescentou que os militantes também usam veículos blindados nos seus ataques contra Sheikh Maqsood e al-Zahra. Os ataques começaram na semana passada, e se estenderam até hoje, forças curdas também estão sendo alvos dos radicais.
De acordo com o porta-voz, as áreas residenciais de Aleppo foram alvo de bombardeios dos militantes durante a noite, inclusive um campo de refugiados. 

De acordo com o porta-voz, as áreas residenciais de Aleppo foram alvo de forte bombardeios dos militantes durante a noite.

Al-Nusra perto de Aleppo

De acordo com a nota, publicada pelo Ministério das Relações Exteriores da Rússia, o incidente aconteceu próximo ao assentamento de Binnish, na província síria de Idlib.
Destaca-se que número total de combatentes da Frente al-Nusra na região chega a 1000 homens. Os terroristas utilizam carros equipados com pesadas metralhadoras e até 25 instalações anti-aéreas.
De acordo com os moradores da região, o grupo está atacando a população local, confiscando seus alimentos para seguir em direção à aldeia de Khan Tuman, na província Aleppo.
O bombardeio já totaliza 59 civis mortos. Dados do jornal Sputnik, mostram que parte dos terroristas cruzaram a fronteira turca, e de lá começaram a ofensiva.  

Em um vídeo gravado por soldado sírio, mostra seus companheiros abatidos e mortos pelos jihadistas:
  

domingo, 5 de junho de 2016

Família de português morto pelo ISIS arrecada fundos para levar corpo à Portugal


  O pedido é feito em nome do pai do primeiro português a viajar para a Síria para combater o auto-proclamado Estado Islâmico, o militar da GNR que partilha também o nome com o filho, Mário Nunes. É depois disponibilizado um NIB da Caixa Geral de Depósitos para onde podem ser feitas as transferências.
A família informa ainda que, caso o montante recolhido ultrapasse as despesas realizadas com a transladação, "o excedente será doado a uma instituição de solidariedade social".
Em Janeiro de 2015 Mário Nunes tornou-se o primeiro português a alistar-se nas Unidades de Protecção Popular, YPG em curdo, as milícias que combatem o EI no norte da Siria. Nessa altura desertou da Força Aérea Portuguesa, onde era soldado há quase três anos. Estava colocado na Base Aérea de Beja.
Esteve na Síria cerca de quatro meses. Regressou à Europa em Junho, numa altura em que os combates tinham praticamente parado naquela zona. Após alguns meses, deu uma entrevista à  onde explicou os motivos que o levaram a decidir combater o grupo terrorista. "Eu e os outros voluntários preferíamos morrer ou sermos feridos a não fazer nada [contra o Estado Islâmico]", disse.

Em Janeiro deste ano voltou à região de Rojava, novamente para se alistar nas YPG. Morreu no início do mês passado, em circunstâncias que ainda estão por esclarecer. No comunicado enviado à família, a 28 de Maio, o comando das YPG escreveu que "nas horas negras de 3 de Maio" Mário "suicidou-se". No entanto, na passada quinta-feira, a organização divulgou um comunicado em que apontou como causa da morte um "acidente". Contudo, não explicou as circunstâncias da morte nem o motivo de ter demorado tanto tempo a contactar a família, algo que, por norma, é feito imediatamente. Dúvidas que poderão ser esclarecidas com a chegada do corpo a Portugal.
Para já, a família conta com o apoio do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Uma fonte oficial garantiu esta semana à SÁBADO que tudo será feito para ajudar a trazer o corpo do português para Portugal. Ao que a SÁBADO também apurou, a embaixada de Portugal em Nicósia, no Chipre, já está na posse do certificado de óbito autenticado. O documento seguirá agora para a representação portuguesa nos Emirados Árabes Unidos, que está acreditada no Iraque. Será essa embaixada a emitir o alvará de transladação, o documento que permitirá o transporte aéreo do corpo do aeroporto de Sulaymaniyah, na Região Autónoma do Curdistão iraquiano, para Portugal.
Não sabemos como os brasileiros possam depositar algum valor, mas caso há algum português lendo a postagem é só seguir:
 A conta bancária para onde poderão ser feitos os donativos é:
Caixa Geral de Depósitos
IBAN PT50003506420005802480056

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Forças ucranianas se concentram perto da Crimeia



  O jornal Sputnik divulgou uma nota anunciando que no território limítrofe no norte da Crimeia nos últimos dias aumentou o número de milicianos, militares e blindados ucranianos, disse à RIA Novosti uma fonte das forças de segurança locais.
"Nos últimos dias perto da fronteira russo-ucraniana no norte da Crimeia se observa uma concentração de unidades militares e o reforço de blindados. Na região de Kherson (cidade ucraniana) perto da cidade de Armyansk e do Estreito de Chongar surgem praças fortes protegidas”, disse o interlocutor da agência.
Segundo a fonte, o aumento dos blindados ucranianos ocorreu literalmente em poucos dias.
Há dezenas de tanques enterrados, aumentou a quantidade dos veículos de transporte blindados, se construindo uma linha de apoio de fogo”, disse ele.
O serviço de imprensa da Frota do mar Negro da Rússia não comenta esta informação.
Com as movimentações de forças ucranianas e pró-Kiev na região, aumenta as tenções entre as Forças armadas da Novorossiya(FAN) que protegem os civis da República Popular de Donetsk e Lugansk, assim, a qualquer momento podendo retomar conflitos entre as duas forças. 

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Suicídio de Rudolf Hess é mais uma mentira sionista



A Scotland Yard deu os nomes dos agentes britânicos que supostamente assassinaram o ex-deputado do Reich e vice de Adolf Hitler, Rudolf Hess, na infame prisão de Spandau, mas foram aconselhados pelo Ministério Público a não prosseguir com suas investigações, de acordo com relatório recentemente lançado pela própria organização policial.
Escrito dois anos após a morte de Hess em 1987, o documento classificado esboça um inquérito altamente sensível sobre as reivindicações de um cirurgião britânico que já havia tratado o vice de Adolf Hitler que, ao invés de tirar a própria vida, foi morto por ordens britânicas para preservar segredos de guerra.
Lançado sob o Freedom of Information Act, o relatório redigido parcialmente pelo detetive superintendente-chefe Howard Jones revelou que o cirurgião - Hugh Thomas - tinha fornecido por um "funcionário do governo" responsável pela formação de agentes secretos os nomes de dois suspeitos.
Retido por quase 25 anos, o relatório foi divulgado pelo comando da Scotland Yard antiterrorista após consulta com "outros departamentos governamentais e de governos estrangeiros".
A morte de Hess em Berlim com a idade de 93 anos depois de ter aparentemente se enforcado com um fio flexível em uma casa de veraneio no terreno de Spandau tem sido controverso, com alegações de que ele estava muito fraco para cometer suicídio e um bilhete de despedida para sua família tinha de fato sido escrito 20 anos antes.
A The Yard foi chamada, em 1989, depois que o Sr. Thomas, um ex-cirurgião militar eminente anteriormente com base em Spandau, afirmou em um livro que "Hess" era na verdade um impostor enviado pelos "nazis" para a Grã-Bretanha em 1941 e seu assassinato foi realizado por dois assassinos britânicos disfarçados de militares americanos.
Em seu relatório posterior de 11 páginas, o Sr. Jones disse que o cirurgião tinha " transmitido confidencialmente" os nomes de dois supostos suspeitos passados a ele por um informante, que era um ex-membro da S.A.S e desde então assumiu um papel de "treinamento de pessoas para operações de espionagem ".
Antes de sua morte, a especulação tinha sido crescente de que Hess deveria ser liberado se não fosse um longo veto por parte da União Soviética, que durante décadas tinha insistido em um regime severo para Hess, inclusive obrigando-o a lavar as mãos no vaso sanitário, que podia ter sido revertido pelo então ministro Mikhail Gorbachev.
Mr Jones escreveu: "[Thomas] tinha recebido informações de que dois assassinos tinha m sido ordenados em nome do governo britânico para matar Hess, a fim de que ele não pode-se ser liberado e ficasse livre para expor os segredos sobre a conspiração para derrubar o governo Churchill."
O oficio não encontrou "muita substância" às reivindicações do Sr. Thomas de assassinato, mas sugeriu que deviam ser feitos esforços para encontrar e entrevistar os supostos assassinos junto com outras testemunhas para assegurar que o assunto fosse "exaustivamente julgado" para poder ser fechado.
Não se sabe se os dois suspeitos foram rastreados depois que o relatório foi submetido ao Crown Prosecution Service em maio de 1989.
Mas, dentro de seis meses, a investigação foi encerrada após o então Diretor da Promotoria, Sir Allan Green Q.C, julgar-se ciente de que novas investigações não eram necessárias.
Em novembro de 1989, Sir Nicholas Lyell, o procurador-geral, disse ao Parlamento: "Os inquéritos realizados pelo detetive superintendente Jones produziram nenhuma evidência convincente para sugerir que Rudolf Hess foi assassinado; nem, na visão do Diretor do Ministério Público, não há qualquer base para uma investigação mais aprofundada
A chegada sem aviso prévio de Hess na Grã-Bretanha foi um dos incidentes mais estranhos da Segunda Guerra Mundial e continua a ser objeto de um amplo debate sobre a sua motivação, incluindo se foi uma tentativa mal-julgada para destituir Winston Churchill alistando aristocratas com "simpatias nazis".
Depois de voar para a Escócia, em 1941, ele foi de pára-quedas para o chão e, depois de ser levado em custódia, declarou sua intenção de negociar a paz com a Grã-Bretanha para formar uma aliança contra a União Soviética de Stalin.

Hess foi condenado à prisão perpétua "como um criminoso de guerra" nos Julgamentos de Nuremberg e encarcerado em Spandau, juntamente com outros líderes alemães, incluindo Albert Speer. A partir de 1966, o vice de Hitler - cujas guardas aliados foram obrigados a só se dirigem a ele como "prisioneiro sete"- foi o único preso na prisão de 600 celas!
lém disso, foi reivindicado sobre as circunstâncias do suicídio de Hess quando surgiram fotos da casa de verão onde morreu, mostrando a curta distância - 5 pés - entre o cabo a partir do qual ele foi encontrado pendurado e o chão.
Seu filho, Wolf, já havia insistido que a altura não era suficiente para seu pai, aleijado pela artrite, para se enforcar e deixando evidências de morte sugerindo um laço completo em volta do pescoço.
Em seu relatório, o Sr. Jones rejeitou tais preocupações, alegando "conselhos de especialistas" que apresentaram lesões de Hess que foram consistentes com uma "situação de suspensão incomum".

Texto retirado do blog O Sentinela