sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Participações e colaborações dos EUA nas guerras pelo mundo


Fuzileiros americanos abordando e revistando crianças no Afeganistão


 Como já dizia o mártir líbio, General Muammar Al-Gadaffi: "É antidemocrático um Parlamento ter poderes para fazer as leis.", então imagine um Parlamento estrangeiro ter o poder de fazer as leis de outro país?!
 Bom, pode até parece um grave rompimento das leis internacionais, mas com a cúpula sionista internacional   não existe lei quando se trata da busca e conquista do ''Petródólar" (Petrodollar).
 Aqui vamos divulgar uma lista das invasões e agressões, ou atualmente dita como ''Democratização'', feitas pelos Estados Unidos da América e seus colaboradores internacionais.
 A lista foi publicada pelo site "Centro de Mídia Independente" em 2007, e atualizada pelo Blog "Lealdade & Coragem'' em 2015, pois várias agressões foram realizadas após 2007:  

1846/1848 - México - Por causa da anexação, pelos EUA, da República do Texas;
1890 - Argentina - Tropas desembarcam em Buenos Aires para defender interesses econômicos americanos;
1891 - Chile - Fuzileiros Navais esmagam forças rebeldes nacionalistas;
1891 - Haiti - Tropas debelam a revolta de operários negros na ilha de Navassa, reclamada pelos EUA;
1893 - Hawai - Marinha enviada para suprimir o reinado independente e anexar o Hawaí aos EUA;
1894 - Nicarágua - Tropas ocupam Bluefields, cidade do mar do Caribe, durante um mês;
desembarcam no país durante a guerra sino-japonesa;
1894/1896 - Coréia - Tropas permanecem em Seul durante a guerra;
1895 - Panamá - Tropas desembarcam no porto de Corinto, província Colombiana;
1898/1900 - China - Tropas ocupam a China durante a Rebelião Boxer;
1898/1910 - Filipinas - Luta pela independência do país, dominado pelos EUA (Massacres realizados por tropas americanas em Balangica, Samar, 27/09/1901, e Bud Bagsak, Sulu, 11/15/1913; 600.000 filipinos mortos;
1898/1902 - Cuba - Tropas sitiaram Cuba durante a guerra hispano-americana;
1898 - Porto Rico - Tropas sitiaram Porto Rico na guerra hispano-americana, hoje 'Estado Livre Associado' dos Estados Unidos;
1898 - Ilha de Guam - Marinha desembarca na ilha e a mantêm como base naval até hoje;
1898 - Espanha - Guerra Hispano-Americana - Desencadeada pela misteriosa explosão do encouraçado Maine, em 15 de fevereiro, na Baía de Havana. Esta guerra marca o surgimento dos EUA como potência capitalista e militar mundial;
1898 - Nicarágua - Fuzileiros Navais invadem o porto de San Juan del Sur;
1899 - Ilha de Samoa - Tropas desembarcam e invadem a Ilha em conseqüência de conflito pela sucessão do trono de Samoa;
1899 - Nicarágua - Tropas desembarcam no porto de Bluefields e invadem a Nicarágua (2ª vez);
1901/1914 - Panamá - Marinha apóia a revolução quando o Panamá reclamou independência da Colômbia; tropas americanas ocupam o canal em 1901, quando teve início sua construção;
1903 - Honduras - Fuzileiros Navais desembarcam em Honduras e intervêm na revolução do povo hondurenho;
1903/1904 - República Dominicana - Tropas atacaram e invadiram o território dominicano para proteger interesses do capital americano durante a revolução;
1904/1905 - Coréia - Fuzileiros Navais dos Estados Unidos desembarcaram no território coreano durante a guerra russo-japonesa;
1906/1909 - Cuba -Tropas dos Estados Unidos invadem Cuba e lutam contra o povo cubano durante período de eleições;
1907 - Nicarágua - Tropas invadem e impõem a criação de um protetorado, sobre o território livre da Nicarágua;
1907 - Honduras - Fuzileiros Navais desembarcam e ocupam Honduras durante a guerra de Honduras com a Nicarágua;
1908 - Panamá - Fuzileiros invadem o Panamá durante período de eleições;
1910 - Nicarágua - Fuzileiros navais desembarcam e invadem pela 3ª vez Bluefields e Corinto, na Nicarágua;
1911 - Honduras - Tropas enviadas para proteger interesses americanos durante a guerra civil invadem Honduras;
1911/1941 - China - Forças do exército e marinha dos Estados Unidos invadem mais uma vez a China durante período de lutas internas repetidas;
1912 - Cuba - Tropas invadem Cuba com a desculpa de proteger interesses americanos em Havana;
1912 - Panamá - Fuzileiros navais invadem novamente o Panamá e ocupam o país durante eleições presidenciais;
1912 - Honduras - Tropas norte americanas mais uma vez invadem Honduras para proteger interesses do capital americano;
1912/1933 - Nicarágua - Tropas dos Estados Unidos com a desculpa de combaterem guerrilheiros invadem e ocupam o país durante 20 anos;
1913 - México - Fuzileiros da Marinha invadem o México com a desculpa de evacuar cidadãos americanos durante a revolução;
1913 - México - Durante a revolução mexicana, os Estados Unidos bloqueiam as fronteiras mexicanas;
1914/1918 - Primeira Guerra Mundial - EUA entram no conflito em 6 de abril de 1917 declarando guerra à Alemanha. As perdas americanas chegaram a 114 mil homens;
1914 - República Dominicana - Fuzileiros navais da Marinha dos Estados invadem o solo dominicano e interferem na revolução em Santo Domingo;
1914/1918 - México - Marinha e exército invadem o território mexicano e interferem na luta contra nacionalistas;
1915/1934 - Haiti - Tropas americanas desembarcam no Haiti, em 28 de julho, e transformam o país numa colônia americana, permanecendo lá durante 19 anos;
1916/1924 - República Dominicana - Os EUA invadem e estabelecem governo militar na República Dominicana, em 29 de novembro, ocupando o país durante oito anos;
1917/1933 - Cuba - Tropas desembarcam em Cuba e transformam o país num protetorado econômico americano, permanecendo essa ocupação por 16 anos;
1918/1922 - Rússia - Marinha e tropas enviadas para combater a revolução bolchevista. O Exército realizou cinco desembarques, sendo derrotado pelos russos em todos eles;
1919 - Honduras - Fuzileiros desembarcam e invadem mais uma vez o país durante eleições, colocando no poder um governo a seu serviço;
1918 - Iugoslávia - Tropas dos Estados Unidos invadem a Iugoslávia e intervêm ao lado da Itália contra os sérvios na Dalmácia;
1920 - Guatemala - Tropas invadem e ocupam o país durante greve operária do povo da Guatemala;
1922 - Turquia - Tropas invadem e combatem nacionalistas turcos em Smirna;
1922/1927 - China - Marinha e Exército mais uma vez invadem a China durante revolta nacionalista;
1924/1925 - Honduras - Tropas dos Estados Unidos desembarcam e invadem Honduras duas vezes durante eleição nacional;
1925 - Panamá - Tropas invadem o Panamá para debelar greve geral dos trabalhadores panamenhos;
1927/1934 - China - Mil fuzileiros americanos desembarcam na China durante a guerra civil local e permanecem durante sete anos ocupando o território;
1932 - El Salvador - Navios de Guerra dos Estados Unidos são deslocados durante a revolução das Forças do Movimento de Libertação Nacional - FMLN - comandadas por Marti;
1939/1945 - II Guerra Mundial - Os EUA declaram guerra ao Japão em 8 de dezembro de 1941 e depois a Alemanha e Itália, invadindo o Norte da África, a Ásia e a Europa, culminando com o lançamento das bombas atômicas sobre as cidades desmilitarizadas de Iroshima e Nagasaki;
1946 - Irã - Marinha americana ameaça usar artefatos nucleares contra tropas soviéticas caso as mesmas não abandonem a fronteira norte do Irã;
1946 - Iugoslávia - Presença da marinha ameaçando invadir a zona costeira da Iugoslávia em resposta a um avião espião dos Estados Unidos abatido pelos soviéticos;
1947/1949 - Grécia - Operação de invasão de Comandos dos EUA garantem vitória da extrema direita nas "eleições" do povo grego;
1947 - Venezuela - Em um acordo feito com militares locais, os EUA invadem e derrubam o presidente eleito Rómulo Gallegos, como castigo por ter aumentado o preço do petróleo exportado, colocando um ditador no poder;
1948/1949 - China - Fuzileiros invadem pela ultima vez o território chinês para evacuar cidadãos americanos antes da vitória comunista;
1950 - Porto Rico - Comandos militares dos Estados Unidos ajudam a esmagar a revolução pela independência de Porto Rico, em Ponce;
1951/1953 - Coréia - Início do conflito entre a República Democrática da Coréia (Norte) e República da Coréia (Sul), na qual cerca de 3 milhões de pessoas morreram. Estados Unidos são um dos principais protagonistas da invasão usando como pano de fundo a recém criada Nações Unidas, ao lado dos sul-coreanos. A guerra termina em julho de 1953 sem vencedores e com dois estados polarizados: comunistas ao norte e um governo pró-americano no sul. Os EUA perderam 33 mil homens e mantém até hoje base militar e aero-naval na Coréia do Sul;
1954 - Guatemala - Comandos americanos, sob controle da CIA, derrubam o presidente Arbenz, democraticamente eleito, e impõem uma ditadura militar no país. Jacobo Arbenz havia nacionalizado a empresa United Fruit e impulsionado a reforma agrária;
1956 - Egito - O presidente Nasser nacionaliza o canal de Suez. Tropas americanas se envolvem durante os combates no Canal de Suez sustentados pela Sexta Frota dos EUA. As forças egípcias obrigam a coalizão franco-israelense-britânica, a retirar-se do canal;
1958 - Líbano - Forças da Marinha invadem apóiam o exército de ocupação do Líbano durante sua guerra civil;
1958 - Panamá - Tropas dos Estados Unidos invadem e combatem manifestantes nacionalistas panamenhos;
1961/1975 - Vietnã. Aliados ao sul-vietnamitas, o governo americano invade o Vietnã e tenta impedir, sem sucesso, a formação de um estado comunista, unindo o sul e o norte do país. Inicialmente a participação americana se restringe a ajuda econômica e militar (conselheiros e material bélico). Em agosto de 1964, o congresso americano autoriza o presidente a lançar os EUA em guerra. Os Estados Unidos deixam de ser simples consultores do exército do Vietnã do Sul e entram num conflito traumático, que afetaria toda a política militar dali para frente. A morte de quase 60 mil jovens americanos e a humilhação imposta pela derrota do Sul em 1975, dois anos depois da retirada dos Estados Unidos, moldou a estratégia futura de evitar guerras que impusessem um custo muito alto de vidas americanas e nas quais houvesse inimigos difíceis de derrotar de forma convencional, como os vietcongues e suas táticas de guerrilhas;
1962 - Laos - Militares americanos invadem e ocupam o Laos durante guerra civil contra guerrilhas do Pathet Lao;
1964 - Panamá - Militares americanos invadiram mais uma vez o Panamá e mataram 20 estudantes, ao reprimirem a manifestação em que os jovens queriam trocar, na zona do canal, a bandeira americana pela bandeira de seu país;
1965/1966 - República Dominicana - Trinta mil fuzileiros e pára-quedistas desembarcaram na capital do país, São Domingo, para impedir a nacionalistas panamenhos de chegarem ao poder. A CIA conduz Joaquín Balaguer à presidência, consumando um golpe de estado que depôs o presidente eleito Juan Bosch. O país já fora ocupado pelos americanos de 1916 a 1924;
1966/1967 - Guatemala - Boinas Verdes e marines invadem o país para combater movimento revolucionário contrário aos interesses econômicos do capital americano;
1969/1975 - Camboja - Militares americanos enviados depois que a Guerra do Vietnã invadem e ocupam o Camboja;
1971/1975 - Laos - EUA dirigem a invasão sul-vietnamita bombardeando o território do vizinho Laos, justificando que o país apoiava o povo vietnamita em sua luta contra a invasão americana;
1975 - Camboja - 28 marines americanos são mortos na tentativa de resgatar a tripulação do petroleiro estadunidense Mayaquez;
1980 - Irã - Na inauguração do estado islâmico formado pelo Aiatolá Khomeini, estudantes que haviam participado da Revolução Islâmica do Irã ocuparam a embaixada americana em Teerã e fizeram 60 reféns. O governo americano preparou uma operação militar surpresa para executar o resgate, frustrada por tempestades de areia e falhas em equipamentos. Em meio à frustrada operação, oito militares americanos morreram no choque entre um helicóptero e um avião. Os reféns só seriam libertados um ano depois do seqüestro, o que enfraqueceu o então presidente Jimmy Carter e elegeu Ronald Reagan, que conseguiu aprovar o maior orçamento militar em época de paz até então;
1982/1984 - Líbano - Estados Unidos invadiram o Líbano e se envolveram nos conflitos no país logo após a invasão por Israel - e acabaram envolvidos na guerra civil que dividiu o país. Em 1980, os americanos supervisionaram a retirada da Organização pela Libertação da Palestina de Beirute. Na segunda intervenção, 1.800 soldados integraram uma força conjunta de vários países, que deveriam restaurar a ordem após o massacre de refugiados palestinos por libaneses aliados a Israel. O custo para os americanos foi a morte 241 fuzileiros navais, quando os libaneses explodiram um carro bomba perto de um quartel das forças americanas;
1983/1984 - Ilha de Granada - Após um bloqueio econômico de quatro anos a CIA coordena esforços que resultam no assassinato do 1º Ministro Maurice Bishop. Seguindo a política de intervenção externa de Ronald Reagan, os Estados Unidos invadiram a ilha caribenha de Granada alegando prestar proteção a 600 estudantes americanos que estavam no país, as tropas eliminaram a influência de Cuba e da União Soviética sobre a política da ilha;
1983/1989 - Honduras - Tropas enviadas para construir bases em regiões próximas à fronteira invadem o Honduras;
1986 - Bolívia - Exército invade o território boliviano na justificativa de auxiliar tropas bolivianas em incursões nas áreas de cocaína;
1989 - Ilhas Virgens - Tropas americanas desembarcam e invadem as ilhas durante revolta do povo do país contra o governo pró-americano;
1989 - Panamá - Batizada de Operação Causa Justa, a intervenção americana no Panamá foi provavelmente a maior batida policial de todos os tempos: 27 mil soldados ocuparam a ilha para prender o presidente panamenho, Manuel Noriega, antigo ditador aliado do governo americano. Os Estados Unidos justificaram a operação como sendo fundamental para proteger o Canal do Panamá, defender 35 mil americanos que viviam no país, promover a democracia e interromper o tráfico de drogas, que teria em Noriega seu líder na América Central. O ex-presidente cumpre prisão perpétua nos Estados Unidos.
1990 - Libéria - Tropas invadem a Libéria justificando a evacuação de estrangeiros durante guerra civil;
1990/1991 - Iraque - Após a invasão do Iraque ao Kuwait, em 2 de agosto de 1990, os Estados Unidos, com o apoio de seus aliados da Otan, decidem impor um embargo econômico ao país, seguido de uma coalizão anti-Iraque (reunindo além dos países europeus membros da Otan, o Egito e outros países árabes) que ganhou o título de "Operação Tempestade no Deserto". As hostilidades começaram em 16 de janeiro de 1991, um dia depois do fim do prazo dado ao Iraque para retirar tropas do Kuwait. Para expulsar as forças iraquianas do Kuwait, o então presidente George Bush destacou mais de 500 mil soldados americanos para a Guerra do Golfo;
1990/1991 - Arábia Saudita - Tropas americanas destacadas para ocupar a Arábia Saudita que era base militar na guerra contra Iraque;
1992/1994 - Somália - Tropas americanas, num total de 25 mil soldados, invadem a Somália como parte de uma missão da ONU para distribuir mantimentos para a população esfomeada. Em dezembro, forças militares norte-americanas (comando Delta e Rangers) chegam a Somália para intervir numa guerra entre as facções do então presidente Ali Mahdi Muhammad e tropas do general rebelde Farah Aidib. Sofrem uma fragorosa derrota militar nas ruas da capital do país;
1993 - Iraque - No início do governo Clinton é lançado um ataque contra instalações militares iraquianas em retaliação a um suposto atentado, não concretizado, contra o ex-presidente Bush, em visita ao Kuwait;
1994/1999 - Haiti - Enviadas pelo presidente Bill Clinton, tropas americanas ocuparam o Haiti na justificativa de devolver o poder ao presidente eleito Jean-Betrand Aristide, derrubado por um golpe, mas o que a operação visava era evitar que o conflito interno provocasse uma onda de refugiados haitianos nos Estados Unidos;
1996/1997 - Zaire (ex-República do Congo) - Fuzileiros Navais americanos são enviados para invadir a área dos campos de refugiados Hutus;
1997 - Libéria - Tropas dos Estados Unidos invadem a Libéria justificando a necessidade de evacuar estrangeiros durante guerra civil sob fogo dos rebeldes;
1997 - Albânia - Tropas invadem a Albânia para evacuar estrangeiros;
2000 - Colômbia - Marines e "assessores especiais" dos EUA iniciam o Plano Colômbia, que inclui o bombardeamento da floresta com um fungo transgênico fusarium axyporum (o "gás verde");
2001 - Afeganistão - Os EUA bombardeiam várias cidades afegãs, em resposta ao ataque terrorista ao World Trade Center em 11 de setembro de 2001. Invadem depois o Afeganistão onde estão até hoje;
2003 - Iraque - Sob a alegação de Saddam Hussein esconder armas de destruição e financiar terroristas, os EUA iniciam intensos ataques ao Iraque. É batizada pelos EUA de "Operação Liberdade do Iraque" e por Saddam de "A Última Batalha", a guerra começa com o apoio apenas da Grã-Bretanha, sem o endosso da ONU e sob protestos de manifestantes e de governos no mundo inteiro. As forças invasoras americanas até hoje estão no território iraquiano, onde a violência aumentou mais do que nunca.
 Após 2003, a população norte americana junto as massas internacionais, começaram a criticar e suspeitar a invasão do país no Iraque, os civis alegavam que muitos inocentes já haviam morrido, inclusive americanos, e que as tropas estavam lá desnecessariamente, pois segundo o governo dos EUA, toda a ameaça havia sido aniquilada. Porém, os EUA não poderiam parar sua busca e dominação ao petróleo, pois assim, facilmente irá cair no ranking mundial. Daí deu início ao mais diabólico plano sionista, que se resume na criação de um grupo "opositor" aos regimes governamentais nós países Orientais, que por acaso são os mais ricos pelo petróleo. Um desses grupos foi o "Estado Islâmico do Levante e do Iraque", desta forma, dominando postos petrolíferos no Iraque, na Síria e atualmente também na Líbia.  Mas não cabe a esse artigo falar das criações sionistas. Voltando ao assunto do título.
2011 - Líbia - EUA junto com Israel criaram, treinaram e financiaram o "Exército de Libertação Nacional" ou como conhecido "Exército Livre da Líbia'', um grupo que pedia a "Democratização" da Líbia e de ''oposição'' ao General Muammar Al-Gadaffi, que em menos de 1 ano, teve seu regime caído e sua pessoa morta nas mãos dos rebeldes. Hoje o país se encontra em meio a guerra civil, aonde está sendo controlado por grupos terroristas e radicais islâmicos.
2011 - Síria - Mesmo os conflitos internos na Síria vêem acontecendo desde 1967, só em 2011 uma "oposição" oficial foi criada, o "Exército Livre da Síria", mais um grupo declaradamente apoiado pelos EUA, mas com a ajuda interna de Israel, Qatar, Túrquia, Arábia Saudita, França e outros países árabes e europeus, com o contexto de derrubar o regime de Bashar Al-Assad e tornar uma país democrático. mesmo já sendo.
2014 - Ucrânia - Após a "Revolução Ucraniana" civis de descendência russa da região de Donbass pediram independência do país, abraçado e protegido pelo povo russo, o governo ucraniano disfarçados por milícias começaram uma guerra armada entre a população pró-Rússia, assim a "República Popular de Donetsk e Lugansk"  foi criada para defender seu povo da violência que estava marchando sob seu povo e o país, mesmo a guerra no momento esteja neutralizada segundo combatentes que lá estão, o governo norte americano se propôs a ajudar os combatentes pró-Ucrânia, dando-lhe treinamentos, armas e até mesmo autorizações para massacres. Mesmo que pouco tenha se divulgado, as forças ucranianas tendem a ter uma simpatia muito forte com o Nacional-Socialismo, apesar de ser algo hipócrita, pois integrantes de tal movimento sabem que a União Europeia tem laços fortes com o Sionismo.
 Ao logo das décadas os EUA vem financiando as guerras, assim trazendo a miséria e destruição de outros países, não seria tão surpreendente se essas invasões fossem causadas pelos ''malvados" da história, como Hitler e Stalin, mas é uma grande hipocrisia tais invasões sejam feitas por um país que sempre foi dito democrático? Aonde a democracia se resume em respeitar o espaço alheio.
 Bom, meu trabalho foi feito, mostrei-lhe a porta e a chave, cabe a você abri-la.  
Maneira americana de democratizar um país

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Sobre Gustavo Barroso


Memorial aonde guarda os restos mortais de Gustavo Barroso,
situado na Praça Gustavo Barroso
em Fortaleza, Ceará.
Gustavo Barroso, cearense, foi um advogado, professor, museólogo, contista, folclorista, cronista, ensaísta e um grande político brasileiro, Barroso sempre teve um grande destaque em tudo que fez durante a vida. 
Como várias outras figuras politicas importantes nacionais, foi esquecido graças a ausência da educação e pela falta de interesse popular.

A frase perfeita para definir sua imagem atual é:
  "Gustavo Barroso, saudado por alguns, odiado por outros, mas esquecido por todos.''

Mesmo que alguns grupos nacionalistas tentando destacar novamente sua imagem como uma figura de grande importância nacional, o governo e os orgãos educacionais juntos fazem o ''favor'' de esconder a grandiosidade desse político, pelo fato de ser um grande literário, e ter uma grande laço com a sua honra própria e valores ideológicos, sempre falou a verdade, um bom exemplo de sua personalidade e pensamentos é a sua obra de 1937, o livro ''Judaísmo, Maçonaria e Comunismo'', aonde explica as origens de como e por quem foi armado o sistema de dominação dos países através do Comunismo, comandado pela Maçonaria e liderado pelo Judaísmo (Sionismo). Sobre as tentativas de libertação dos países escravizados, sobre o racismo judaico e as conspirações contra a humanidade, e faz uma critica a revolução russa aonde revela os verdadeiros causadores da guerra e seus reais interesses.

   
Gustavo Barroso junto ao Integralismo: 

Gustavo Barroso ao lado de Plínio Salgado, líder nacional do Integralismo
na Catedral da Praça da Sé, em São Paulo. 

Gustavo Barroso, quando se tornou membro da Ação Integralista Brasileira, foi declaradamente dito como antissemita. Que se coadunava com a mentalidade nacionalista do Estado Novo, fez uso da concepção de um “complô secreto internacional”, para difundir idéias antissemitas, aproximando-se das concepções culturais e ideológicas europeias. 
Mesmo acreditando que Gustavo Barroso não simpatizava totalmente com as ideias do Integralismo, muitos acreditam que ele simpatizou com o movimento ideológico nacional mais semelhante as ideologias conservadoras e nacionalistas europeias, como o  Fascismo e o Nacional-Socialismo. 
  


Aparentemente, Barroso sempre estava a frente de qualquer pessoa quando se tratava de conceitos internacionais, no Brasil, dentro da organização era tratado com uma soberania e suas ideias eram quase sempre postas em primeiro lugar, até mesmo na frente das ideias do seu líder, Plínio Salgado,  

Apesar de uma boa parte dos membros negarem qualquer junção do Integralismo com o Nacional-Socialismo alemão, o fato é que existiram integralistas que compactuavam com o ideal fascista e Nacional-Socialista que defendiam ideais antissemitas, mais um ponto aonde Gustavo Barroso se diferenciava das normas marciais do Integralismo, ele certamente foi um dos mais influentes ícones do Movimento Integralista Brasileiro, além de ter inúmeros títulos e funções importantes no cenário mundial, foi o responsável pelos movimentos antissemitas sendo notável sua contribuição com a tradução e defesa do livro ''Protocolo dos Sábios de Sião'', que se resumi as consequências após grandes acontecimentos globais, esse livro tem sido muito citado ultimamente, é um livro criado pelos russos em 1897, onde se apresenta a conspiração judaica que pretende em um futuro breve dominar o mundo, criando uma Nova Ordem Mundial.

Gustavo Barroso e o fim da resistência:

Estátua de Gustavo Barroso, atualmente,
pichada por vândalos anarquistas.


Em 3 de dezembro de 1957, o Brasil recebe a notícia que Gustavo Adolfo Luiz Guilherme Dodt da Cunha Barroso morreu no até então Distrito Federal do Brasil, que se localizava no Rio de Janeiro, de problemas cardíacos.  
Desde aquilo, qualquer forma de resistência contra a Nova Ordem Mundial morreu com Gustavo Barroso e o PRP , o ''Partido de Representação Popular'' um partido criado sob ideias Integralista e liderado pelo ex-líder da Ação Integralista Brasileira, Plínio Salgado, que já dava seus últimos suspiros. 

Nessa altura, Vargas já tinha dado fim ao Estado Novo, que durou de 1937-1945, assim, abrindo as portas para as chances norte americanas de modelar as ideias brasileiras.
Como em vários outros países, logo ao fim da Segunda Grande Guerra, todos os movimentos e políticos
simpatizantes do Fascismo e do Nacional-Socialismo, foram vetados pelos vencedores, e não foi diferente no Brasil.
Getúlio viu que estando junto aos vencedores, o governo norte-americano iria deixar seu regime são e salvo, mas como típico dos sionistas internacionais, logo cobraram a ''democratização'' do Brasil.
E de imediato dando liberdade a imprensa, mas a imprensa comprada pelo vencedores, divulgaram artigos como antes do rompimento das relações diplomáticas com o Eixo, o Brasil de Vargas mantinha boas relações comerciais com a Alemanha e a Itália.
E em 1936, o Brasil e a Itália firmaram um acordo para compra de submarinos italianos, que seriam pagos com algodão e outros produtos brasileiros. E que o exército brasileiro também importava armamentos direto da Alemanha.
Como esta e várias outras relações, Getúlio Vargas foi acusado de simpatizar e até mesmo colaborar com o EIXO.
Mesmo sob críticas, ganhou as eleições, porém a imprensa não se cansou de mostrar os fatos, logo, Vargas teve o mesmo destido de Hitler e Mussolini, acabou morto, porém, traído pelo seus aliados.
Agora, em um texto bem informal, eu lhe pergunto caro leitor:
- Vale a pena esquecer Gustavo Barroso? Vale a pena esquecer um homem que foi reconhecido mundialmente?
Pelos seus livros, que através dos livros tentou mostrar o problema mundial, para antes que esse problema chegasse ao Brasil, nós, ja sabíamos as verdades e os malefícios que essa Nova Ordem Mundial iria trazer?
Vale a pena esquecer um homem que realmente queria o bem do Brasil? que evitava ao máximo, alianças
com os países já infectados e comandados pelos Sionistas pois já sabia suas reais intenções?
A resposta tem que ser clara e direta: NÃO!
Não devemos se esquecer, devemos ler, aprender, e o mais importante, questionar nossa atualidade,
Gustavo Barroso é um ótimo exemplo a se seguir, antes de olhar para nossa política, devemos ver quem está na frente dos nossos políticos, pois como tudo no Brasil, é apenas uma política artificial, pois são outros políticos que realmente está controlando a política mundial.
Devemos ver e ficar atentos aos Estados Unidos que invadem o Iraque e a Síria, pelo petróleo, ficar de olho em Israel, aonde invade o Líbano, ficar atento a Arábia Saudita que hoje bombardeia o Iêmen, e o mais importante, sempre ficar atento a união desses países com a União Europeia, pois,
mais cedo ou mais tarde nossa pátria rica de materiais naturais e petróleo, será o próximo alvo, e é nesse momento que devemos se unir.
Lutar contra essa praga que invade outros países é um dever patriota, saber desde já que eles são inimigos! Ratazanas! Parasitas! Porcos! Capitalistas!
Esse não é um grito comunista, nem tanto fascista.
Esse é um grito pelo nacionalismo e pela união, e com o nacionalismo e o caráter, a população não se deixará vender, e assim impedindo uma divisão no país,
Agora deixo um trecho de grande importância escrito por Gustavo Barroso no livro "Judaísmo, Maçonaria e comunismo":
"Entre nós, o anti-semitismo não pode provir dum sentimento racista. O que traz o mundo nos sobressaltos contínuos atuais, minado pelo revolucionarismo e pelo terrorismo, é justamente o racismo judaico. ... Nós não podemos aceitar estrangeiros completamente separados da nossa vida nacional, laminados em assentamentos israelenses [sic], influenciar o destino da nação, perturbar o político, o ritmo da economia e da política pública. Dominante imprensa e propaganda, arrogante quando eles não podem dar ordens, interferindo na vida financeira no mercado e na indústria, eles não assimilam e não identificam os interesses nacionais, nem se preocupam com si mesmos".


"Mesmo com Gustavo Barroso morto e seus livros escondidos debaixo de 7 chaves pelo sionismo, sua história e pensamento deve se manter vivo dentro de cada patriota!"
- Luis Felipe Dourado
  


sábado, 31 de outubro de 2015

Israel ajuda os terroristas na colina de Golã


Soldado israelense segurando bandeira de Israel na colina de Golã
   Há evidências consideráveis ​​de que a ameaça crescente de radicais islâmicos nas Colinas de Golã é uma consequência direta do patrocínio secreto de Israel para os ‘’rebeldes’’ anti-Assad na região.
Israel capturou as Colinas de Golã na Guerra do Seis Dias em 1967, anexando e ocupando o território em 1981, em violação do direito internacional.
  À medida que o conflito na Síria tem se intensificando nos últimos anos, Israel remarcou seu território e por questões de ‘’Segurança’’, as colidas de Golã ficaram sobre defesa militar israelense, uma nova zona foi criada e uma frente de até 10 milhas dentro do território sírio foi fundada com o pretexto de proteger o Estado de Israel dos rebeldes islâmicos, e assim as colinas de Golã ficaram ocupadas por soldados israelenses, não tão diferente de Gaza, entre a Palestina e Israel.

Mapa entre Israel, colina de Golã e a Síria
  Porém sendo contrário de Gaza, as Colinas de Golã podem ser um território de negociações entre Israel e os terroristas anti-Assad.  No ano passado, os relatórios apresentados pelos observadores da ONU nas Colinas de Golã ao Conselho de Segurança da ONU revelou um padrão preocupante de "cooperação entre Israel e figuras da oposição síria" durante um período de 18 meses.   Os extensos relatórios confirmaram que o exército israelense estava ajudando ‘’rebeldes’’ sírios feridos, e a prestação de assistência militar, essa relação segundo o relatório da ONU durou de março de 2013 a verão de 2014.

"Analistas observaram no relatório distribuído em 10 de junho de 2013 que eles identificaram os soldados israelenses no lado israelense entregando mais de duas caixas com armas para a oposição síria no lado sírio", relatou Ha'aretz (Um jornal diário israelense escrito em inglês).

‘’Rebeldes anti-Assad recebem tratamento e ajuda do exército israelense incluiu membros do extremista al-Qaeda, Frente al-Nusra, bem como o Estado Islâmico (EI)’’  comunicou ativistas drusos israelenses.
  No entanto, durante esse período, o lado sírio das Colinas de Golã foi cada vez mais dominado por militantes islâmicos do Al-Nusra, filiado á  Al-Qaeda.
  Os relatórios dos observadores da ONU também revelou que o exército israelense estava permitindo que os rebeldes sírios dentro dos territórios de Israel.
  Em dezembro de 2014, em um blog muito requisitado chamado de ''Tikun Olam",  o jornalista israelense Richard Silverstein que faz parte da segurança nacional citou reportagens hebraicas que mostram que o exército israelense havia estabelecido "um camping estilo Ashraf com apenas rebeldes sírios dentro do território israelense na fronteira" ". Com a criação de "instabilidade máxima dentro da Síria," Israel espera enfraquecer não apenas Assad, mas também o Irã e o seu inimigo Hezbollah.
  O relatórios de Silverstein da assistência militar israelense para rebeldes anti-Assad foram corroboradas em outros lugares. Em agosto de 2013, o francês Le Figaro informou que um influxo de 300 "escolhidos a dedo, e os soldados do "Exército Livre da Síria" ou "Free Syrian Army" (FSA) foram treinados e dirigidos pela CIA e comandantes  israelenses, o treinamento foi realizado na fronteira da Jordânia e da capital síria, Damasco. Lá os ‘’rebeldes’’ foram formados para manusear e utilizar armas anti-tanque e anti-aéreas, boatos que tais treinamentos vinham ocorrendo desde 2012 em campos secretos norte-executados na Jordânia e na Turquia.
  Após as notícias serem divulgadas e a população de Israel questionada em agosto de 2014, o ''Times of Israel'' informou que um comandante FSA tinha "colaborado com Israel em troca de apoio médico e militar". Ele havia entrado Israel cinco vezes para atender os oficiais do exército israelense, durante o qual ele foi fornecido com um telefone móvel israelense , apoio médico e vestuário, 30 fuzis soviéticos, 10 lançadores de RPG com 47 foguetes e 48.000 balas.

  Embora parece improvável uma aliança formal, o Estado Islâmico  e os guerrilheiros do Al-Nusra já se uniram para aquisição Arsal, uma cidade na fronteira sírio-libanesa. Tais alianças temporárias mostram que combatentes islâmicos estão dispostos a unir forças, apesar das ‘’diferenças ideológicas’’ para alcançar seu objetivo sobre seus “inimigos” comuns, valendo ressaltar que é o mesmo pensamento dos EUA e de Israel, que consideram Assad seu inimigo, assim usando como pretexto para financiar grupos rebeldes que são também terroristas como o ‘’Exército Livre da Síria’’. Logo mostra que todos estão unidos com apenas uma finalidade, que é derrubar o governo de Assad, mas com segundas intenções, que é ter posse sobre os postos petrolíferos da Síria, e tornar a Síria idêntica a Líbia após a queda do General Gadaffi, sem governo, com o terrorismo de norte ao sul e dividida entre grupos radicais, assim trazendo o total desconforto e insegurança para a população.
Fonte de pesquisa: Jornal Middle East Eye

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Analisando a trajetória do Brasil para a apolítica



   Nunca o Brasil teve uma política própria, muito menos alguma ideologia, como é um país atrasado, foi um (se não o primeiro) a sofrer com o a apolítica mundial. 

Desde o fim da segunda grande guerra, quando o liberalismo venceu as duas melhores posições política (Comunismo e Fascismo) e deu fim ao próprio movimento, o Brasil já se encontrava sem suporte ideológico, com a falta de suporte ou modelo, o governo americano sempre sufocou o Brasil, não deixando expandir sua questão ideológica, supostamente pela sua posição geograficamente.
No fim dos anos 50 e no começo dos anos 60, a expansão comunista vinha se reativando e se expandindo na America do Sul, com representante e brigadas como de Ernesto Che Guevara. Logo o govero norte americano tinha que tomar alguma decisão para evitar tal ideologia tão próximo de si, financiou o golpe no Brasil, dando fim ao regime democrático imposta por ela no fim da segunda guerra, e dando início novamente a era ditatorial militar em 1964 mas agora modelada por ela, não que seja algo ruim para o Brasil, mas foi uma ''revolução'' não brasileira, não criadas pelos brasileiros, mas sim apenas financiado pelo governo norte-americano, não é atoa que a ditadura militar no Brasil não investiu na educação futura do homem, nem na hemogenia militar, ela apenas tomou o poder e assim se mantéu, após 20 anos, os brasileiros começaram a se desenvolver sozinho, os militares começaram a ativar um mercado interno e forte, trazendo mais autonomia para o Brasil, mas mais uma vez os americanos colocaram olho grande no Brasil, financiaram a mídia e os grupos "comunistas" para lutar contra o fim da ditadura, isso claramente da para se ver, pois a mesma mídia que fazia propagandas á favor da ditadura (Rede Globo de Televisão) era a mesma que fez a propaganda contra.
   A mídia, junto a população, logo armou cercos, grandes manifestos e assim o fim da ditadura, muitas milícias se autodenominavam comunistas, mas ao conseguir a vitória (a queda do regime) reinou um governo totalmente sem garra, sem ideologia, então, os americanos conseguiram oque queriam, criaram um país neutro, sem finalidade ideológica.
Graças ao liberalismo, o Brasil perdeu seu rumo e até hoje nunca alcançou sua identidade própria. Assim sendo o retrato do plano do liberalismo, sem comunismo, sem fascismo, e sem liberalismo, tudo legalizado, povos sem ideologia, sem finalidade na vida, logo não passam de cordeiros, que nasceram e irão morrer apenas para passar a vida comendo e tendo sua pele (lucros) cortados pelo dono (capitalismo). 



Jihadista brasileiro é morto na Síria



   Brian de Mulder ou ''Abu Qassem Brazili'' como é conhecido na Síria, o jovem brasileiro que se filiou ao Estado Islâmico em janeiro de 2013 foi morto na segunda-feira (26/10/2015),  a notícia veio através da esposa de Brian  na Síria que mandou uma mensagem de texto para a irmã de Brian. 
Brian de Mulder abraçado com sua irmã na Bélgica
   O jovem brasileiro que morava na Bélgica, e tinha o sonho de ser jogador de futebol tendo como ídolo o argentino Lionel Messi, Brian tinha atualmente 19 anos.
   Sua irmã recebeu SMS neste fim de semana vindo da esposa do jovem, do qual escreveu que Brian foi morto como mártir, "A família tentou entrar em contato com sua esposa, mas sem sucesso até agora'' disse o advogado da família e acrescentou "Nós não temos embaixada ou rede diplomática localmente. Por isso é muito difícil obter uma confirmação ou detalhes do acontecido''.

Foto do brasileiro com arma na mão ao lado de outro Jihad

  Até o momento a família nem a imprensa tem mais detalhes sobre a morte, ninguém sabe se foi causada por bombardeios ou se o jovem foi morto em meio a combate, a mãe do brasileiro condena o líder do movimento "Sharia4Belgium" pelo recrutamento de seu filho ao Estado Islâmico, o líder do movimento foi condenado a 5 anos de prisão e 15,000 euros. 


   A notícia foi lançada na imprensa pelo jornal ''Le Soir'' um jornal diário belga escrito em francês que acompanhava o caso desde 2013  e investigava o recrutamento do Estado Islâmico na Bélgica 
 Link da notícia oficial: http://www.lesoir.be/1027084/article/actualite/belgique/2015-10-26/combattant-belge-en-syrie-brian-mulder-aurait-ete-tue



quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Outros povos no Nacional Socialismo

''Um verdadeiro Nacional Socialista tem orgulho e defende sua descendência, seja ela qual for''
- Robert Ley (Oficial Nacional Socialista)