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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

EUA começaram a expandir uma base aérea na Síria



Conforme relatado na quarta-feira a imprensa oriental, Al-Jazeera, foi confirmado através de  fontes locais que os EUA estão atualmente realizando expansão do aeródromo na província de Al-Hasakah (nordeste da Síria), e lá irá ser utilizados para implantar seus aviões de guerra .
A área onde o aeroporto está localizado nos territórios sob o controle das forças Curdas que a meses recebem apoio aéreo dos EUA em suas operações contra o Estado Islâmico.
Fontes locais indicam que o aeródromo foi abandonada por muitos anos, e voltou a ser ativa poucos dias atrás, quando helicópteros norte-americanos começaram a decolar e pousar na base com frequência.
As autoridades americanas confirmaram que a pista está sendo redesenhado para facilitar a decolagem e pousagem de aeronaves de combate e de transporte.
Até agora, nem o governo de Damasco nem os Estados Unidos se pronunciou sobre o assunto, mas têm aparecido vídeos que supostamente mostram helicópteros dos EUA decolando e pousando na base. (VEJA O VÍDEO)
Se esta informação for confirmada, já são duas potências estrangeiras, (EUA e Rússia) que estaria usando território sírio para realizar ataques aéreos.
Desde o 22 de setembro de 2014, a chamada coalizão 'anti-Daesh', liderada pelos Estados Unidos, realizado ataques aéreos em território sírio, sem a aprovação de Damasco.
A coalizão tem sido repetidamente criticada pelo governo sírio, Se esta informação for confirmada, já são duas potências estrangeiras, EUA e Rússia, que estaria usando território sírio para realizar ataques aéreos.
Desde o 22 de setembro de 2014, a chamada coalizão anti-Daesh, liderada pelos Estados Unidos, realizado ataques aéreos em território sírio, sem a aprovação de Damasco.
Se esta informação for confirmada, já são duas potências estrangeiras, EUA e Rússia, que estaria usando território sírio para realizar ataques aéreos.
A coalizão tem sido repetidamente criticada pelo governo sírio, pois em grande parte dos ataques foram ineficazes e ocasionou centenas de mortes de civis. 
Mesmo que seja admirável uma suposta união internacional para a luta contra o terrorismo, temos que ficar atentos sobre as ações dos EUA na Síria, não é de hoje que os EUA patrocinam grupos terroristas e que por debaixo dos panos treina diretamente o Estado Islâmico, e que com seus ataques como já dito, deixam apenas civis mortos. 
A base militar americana na Síria pode facilitar a vida dos terroristas. 

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Membro do Estado Islâmico mata sua mãe em público


Ali Saqr, membro do EI que matou sua mãe 

Até onde vai a brutalidade dos jihadistas? Sejam eles de qualquer milícia. Como já não bastasse as atrocidades feitas pelos membros do Estado Islâmico aos cristãos, xiitas e até mesmo sunitas, os relatos a cada dia se agravam, o último relato foi noticiado pela @Raqqa_SL, aonde anunciava que um membro do Estado Islâmico assassinou a sua mãe após ela ter aconselhado o filho a desertar.

Segundo o grupo ativista “Raqqa is Being Slaughtered Silently”, o jihadista foi identificado como Ali Saqr. Como vários outros jihadistas, ele lutou ao lado dos moderados do Exército Sírio Livre e também da Frente Al-Nusra, braço sírio da Al-Qaeda, antes de unir-se ao Estado Islâmico.

Sua mãe, uma mulher de 40 anos viajou até Raqqa, capital dos extremistas, para pedir ao filho que voltasse para casa, pois temia sua morte nos bombardeios realizados pela coalizão internacional feita pelo Exército Árabe Sírio e a Força Aérea Russa (Военно-воздушные cилы России) à cidade. 
Além do pedido ter vindo de um familiar, o jovem não deu ouvidos à sua mãe e ainda informou os superiores o grupo sobre a atitude dela, que foi presa.
Logo após, o próprio filho recebeu a ordem de executar a vítima, diante de quase cem pessoas que rodeavam a praça, com um tiro na cabeça. A morte ocorreu perto do prédio do Correios, onde a mulher trabalhava.
Segundo relato de moradores, ela era da cidade de Latakia, mas foi para Raqqa depois de se casar com um homem da cidade. Mesmo após o divórcio, ela permaneceu no local com seus filhos, de 20 e 25 anos.
 "As pessoas estão em choque que alguém possa matar sua própria mãe. Ele era conhecido como a ovelha negra, mas ninguém imaginou que iria tão longe e mataria a mãe" relatou um morador. 



As atrocidades do Estado Islâmico não perdoam nem mesmo suas famílias. Um jihadista de 20 anos executou em público sua própria mãe, que havia tentado convencê-lo a deixar o grupo, informou nesta sexta-feira o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), que monitora o conflito no país.