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sábado, 30 de abril de 2016

Carta del Lavoro, revolução em prol dos trabalhadores


Benito Mussolini, junto aos trabalhadores.

Carta del Lavoro, carta do trabalho ou carteira de trabalho, é o documento criado em 1927, onde o Partido Nacional Fascista de Benito Mussolini apresentou as linhas de orientação que deveriam guiar as relações de trabalho na sociedade, nomeadamente entre o patronato, os trabalhadores e o Estado, sendo uma das facetas do modelo político corporativista.
Segundo este documento, todos deveriam seguir as orientações e o interesse do Estado. À sociedade permitia-se que se organizasse em corporações, isto é entidades como associações patronais e sindicatos que representassem, não a diversidade de interesses, mas a colectividade.
Também, garantia o direito de férias, folgas, e quantidade de horas que cada trabalhador poderia trabalhar por semana.
Este modelo revolucionou o mundo, pois o mundo viu o crescimento trabalhista fascista-italiano que ficou para a história sob a designação de Corporativismo e que foi replicado em Portugal (pelo Estatuto do Trabalho Nacional), no Brasil durante a Era Vargas, na Turquia por Ataturk e na França.
No Brasil, a "carteira de trabalho" ainda se mantém, e é um documento obrigatório a todos os trabalhadores, porém, com a falta de interesse ou preocupação com nossos trabalhadores, muitos estão sendo explorados, trabalhando sem receber salário, sendo demitidos sem receber seus auxílios, e isso vindo tanto das empresas privadas como dos Órgãos Públicos. Hoje, são vistos como mão de obra barata, para gerar lucro ao governo e sem receber nenhuma retribuição vinda da sociedade ou de seus superiores. Hoje o trabalhador perdeu sua identidade e a imagem de sua real importância, algo que parece "piada", pois aonde olhamos vemos o fruto de um trabalhador, na rua, calçadas, casas, janelas, postes, luzes, tudo! Tudo foi construído por um trabalhador, e sequer a sociedade reconhece ou vê o suor de um trabalhador em cada obra que hoje desfrutamos. Por isso nós nacionalistas admiramos TODOS OS TRABALHADORES BRASILEIROS!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

O Partido Fascista Russo durante a União Soviética


Russos camisas negras na estação de Harbin, em 1934.

Quando falamos na União Soviética logo vem em mente vários pessoas vestindo kójankas, com bandeira vermelha, sem contestar o atual regime, que não existia outros movimentos ou partidos além do Partido Comunista da União Soviética (КПСС), mas isso é um equivoco, e o mais incrível que existiu um partido que simpatizava com a ideologia fascista, uma ideologia que sempre teve na oposição perante ao comunismo, esse era o Partido Fascista Russo (PFR), que operou por uma década, entre 1930 e 1940, O Partido Fascista russo (Российская фашистская партия), às vezes chamado de Partido de Toda a Rússia fascista, foi um pequeno movimento emigrante russo que tinha sua base em Manchukuo, fascismo existiu entre os russos da Manchouli desde a Revolução de Outubro e foi promovido pela pequena Organização russa fascista, entre outras. Uma convenção secreta de vários grupos foi realizada, levando à fundação do PFR sob a presidência do general Vladimir Dmitrievich Kozmin e Konstantin Rodzaevsky sendo secretário-geral do comitê central do partido em 26 de maio de 1931, tornando-se o líder de fato do partido. Adotando o slogan "Deus, Pátria, e Trabalho" (muito parecido com o slogan da AIB, que era "Deus, Pátria e Família)  e publicando o jornal Natsiya, o partido usou o estilo italiano de fascismo para tirar proveito da posição instável dos líderes bolcheviques em face da oposição externa e interna.  

Além de levarem "Fascista" no título partidário, o PFR não utilizava o "FASCES" ou seja, um feixe de varas amarradas em volta de um machado, um dos símbolos do Partido Nacional Fascista, eles utilizavam a suástica, um simbolo adotado pelo Nacional-Socialismo de Hitler na Alemanha. 



Suástica iluminada no quartel general do PFR na Manchouli.

O PFR teve como suporte a cooperação com o Japão, e assim Partido Fascista Russo se tornou o mais influente grupo emigrante em Manchukuo, criando uma escola partidária em Harbin, em 1932.  Vale lembrar que Rodzaevsky também ajudou o Exército Imperial japonêsna formação do Destacamento Asano, as forças especiais de etnia puramente russa no Exército Kwantung, organizada para a realização de sabotagem contra as forças soviéticas no caso de qualquer invasão japonesa da Sibéria e áreas Extremo Oriente russo.

O partido também desenvolveu laços estreitos com grupos semelhantes nos Estados Unidos, incluindo Vonsyatsky Anastasy durante o seu exílio em 24 de março de 1934, uma fusão foi aprovada em Tóquio, entre o SDP e apoiadores de Vonsyatsky (que també usava o rótulo de Organização fascista Russa), embora, mais tarde, tenham entrado em conflito sobre as tentativas de Rodzaevsky para acomodar russos mais conservadores, bem como por seu antissemitismo, que Vonsyatsky rejeitava. Eventualmente, o PFR rompeu com os norte-americanos, e em 1935 Vonsyatsky foi expulso, rompendo para formar um movimento ainda menor nos Estados Unidos chamado "Partido Nacional Revolucionário Russo", que era de orientação anticomunista e afirmou que sua intenção era apenas "formar na Rússia um governo verdadeiramente democrático". 
No entanto, o Partido Fascista Russo sob Rodzaevsky tinha crescido em importância e angariou 20.000 ativistas em maio de 1935. Subsidiárias da SDP foram criados - Movimento das Mulheres Fascistas Russas (MFMR), União da Juventude Fascista, União de Fascistas Jovens - Vanguarda (meninos), União de Fascistas Jovens - Vanguarda (meninas), União de Fascistas Pequeninos. O livro de Rodzaevsky, "O Estado Nacional Russo", delineou o programa do partido para estabelecer o fascismo na Rússia até 1 de Maio de 1938, incluindo o desejo de livrar-se dos judeus, o que indica uma forte quebra da "ala Vonsyatsky". O partido também teve um forte compromisso com a Igreja Ortodoxa Russa, prometendo uma relação especial entre a Igreja e o Estado em sua Rússia fascista projetada. O grupo também prometeu respeitar as tradições de nacionalidades da Rússia e instigar o corporativismo.
A partir de 1940 até dezembro de 1941, houve uma retomada da cooperação entre Konstantin Rodzaevsky e Vonsyatsky Anastasy, interrompida pelo início da Guerra nipo-americana.
Quando a guerra foi declarada, as atividades do PFR fora da Manchúria lentamente chegaram ao fim, enquanto o grupo estava restringido pelos japoneses após o Pacto nipônico-soviético de 1941. O grupo chegou ao fim em 1945, quando o Exército Vermelho invadiu Manchukuo na invasão soviética da Manchúria, com Rodzaevsky eventualmente rendendo-se antes de ser executado no ano seguinte.

As russas fascistas:

Membros do Movimento Fascista das Mulheres russas 

O movimento fascista das mulheres russas (Российское Женское Фашистское Движение)  foi a ala feminina do Partido Fascista de toda a Rússia. Foi criada em Harbin, no estado de Manchukuo (controlado pelo Império Japonês nesta época), para unir as mulheres exiladas da Rússia que acreditavam em Deus e desejavam um "lar amoroso e trabalho respeitável". Ideologicamente, o Movimento fascista das mulheres russas (MFMR) adere ao fascismo russo, seguindo o slogan principal dos fascistas russos "Deus, Pátria, Trabalho". Elas apoiaram a Rússia do Trabalho Nacional, que foi construída sobre um sistema corporativo do fascismo russo em que as mulheres iriam conseguir os seus "devidos lugares" na lei como as portadoras da ideia de beleza e como as guardiãs da casa.
O Movimento fascista de mulheres russas serviu como uma seção autônoma do Partido Fascista de toda a Rússia (PFR), com sua política fornecida pela orientação aprovada pelo Chefe do PFR. O Centro de Direção da MFMR era estabelecido nos congressos da PFR. A liderança geral do movimento pertencia ao chefe, que liderava por meio do Centro de Gerenciamento MFMR. Os regulamentos que regiam o centro entravam em vigor somente após a aprovação do Chefe.
O Centro de Direção da RGFD consistia de uma presidente, que era considerada a presidente do RGFD como um todo. Ele também tinha uma deputada, uma secretária, que era considerada como a Secretária do RGFD em geral, uma tesoureira e as chefes de dois departamentos, o departamento de propaganda e o departamento de treinamento.
 Elas eram conhecidos como focos do Partido Fascista e eram formados por grupos de duas a cinco pessoas que cobriam uma determinada área. O centro era dirigido por uma área principal conhecida como o bairro diretor, onde a chefia de departamento, nomeada pelo supervisor pai e aprovada pelo governo central , era localizado. Cada chefe de departamento respondia ao chefe do departamento de mesmo nome.
O uniforme do Movimento das Mulheres russas fascista era uma blusa branca, saia preta, sobretudo preto e uma suástica na manga esquerda.


Bandeira do Partido Fascista Russo (PFR)


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Alemã de 87 anos é presa por negar o Holocausto


Foto de Ursula Haverbeck
O tribunal alemão sentenciou uma octogenária a 10 meses de prisão por ter declarado que o Holocausto era "a maior mentira" da história, informou a imprensa alemã nesta sexta-feira (13/11/2015
Ursula Haverbeck, de 87 anos, declarou em abril, durante o julgamento do ex-contador do campo de extermínio de Auschwitz Oskar Gröning que o genocídio dos judeus foi "a maior mentira e a mais duradoura" na história do mundo.
O tribunal de Hamburgo (norte) condenou na quinta-feira a ré por "incitar o ódio", após uma audiência na qual reafirmou suas palavras e acusou a justiça de condenar aqueles que questionam o Holocausto, "perpetuando uma mentira".
Haverbeck, que anunciou que vai apelar da decisão, também argumenta que o campo de Auschwitz, símbolo do genocídio perpetrado pelos nazistas, nunca foi um campo de extermínio.
A idosa, apresentada pelo jornal Tageszeitung como a "grande dama" dos negacionistas alemães, já havia sido condenada em várias ocasiões por fazer declarações semelhantes.
No entanto, é a primeira vez que ela recebe uma sentença de prisão.
Em seu site, Haverbeck se apresenta como "uma representante do revisionismo histórico" e se orgulha de ser uma "lutadora destemida a favor da verdade".
Ela é viúva de Werner Georg Haverbeck, um militante da extrema-direita, que morreu em 1999. Juntos, eles fundaram em 1963 o Collegium Humanum em Vlotho (centro da Alemanha), uma instituição educacional considerada um ninho de negacionista, que foi fechada em 2008.
O fato mais interessante nessa história, é que a "verdade" precisa de tais decisões,coomo prender inocentes para continuar impondo a "verdade".
Agora, por nossa parte, apoiamos Ursula Haverbeck! e queremos sua liberdade.